Relatório do Ministro da Guerra, João Pandiá Calógeras, em outubro de 1922

"Relatório apresentado ao Presidente da República dos Estados Unidos do Brasil pelo Dr. João Pandiá Calógeras, Ministro de Estado da Guerra, em outubro de 1922."

Sobre as fortificações militares, o relatório menciona, entre as páginas 4 e 6, as obras executadas no Forte Marechal Hermes, na Fortaleza de Santa Cruz da Barra, no Forte de São Luís, no Forte Duque de Caxias [Leme], no Forte Dom Pedro II do Imbuhy, no Forte de Copacabana, na Fortaleza de São João da Barra, no Forte Tamandaré da Laje (RJ), e no Forte Marechal Luz (SC). A página 6 lista ainda as obras em andamento nas fortalezas de Santa Cruz e São João da Barra.

A Fortaleza de Santa Cruz volta a ser citada, na página 23, no contexto da administração penal do Exército, como tendo recebido alguns "excluídos" para nela prestar diversos tipos de serviço. A Colônia do Sacramento (URU) é mencionada na página 60. Na página 74, a Fortaleza de Nossa Senhora da Conceição (RJ) aparece como uma instalação insuficiente para o uso que dela se estava fazendo. Mais a frente, nas páginas 87 e 88, fala-se de obras no Forte da ponta da Vigia (RJ) e nas fortificações no porto de Santos (SP). O Forte Tamandaré da Laje ainda é mencionado na página 99.

As fortificações constituintes do 1º Distrito de Artilharia de Costa são listadas na página 105: Santa Cruz e São João da Barra, Copacabana, ponta da Vigia, Ponta do Leme de Angra dos Reis, Tamandaré da Laje, São Luís, Dom Pedro II do Imbuhy e Marechal Hermes (RJ). A página seguinte trata das obras elaboradas para tais construções, a exemplo de Tamandaré da Laje, São João da Barra, Copacabana, ponta da Vigia, Batalhão Acadêmico [Gragoatá], Santa Cruz da Barra, Dom Pedro II do Imbuhy e Marechal Hermes.

A partir da página 126, o relatório se dedica a tratar do estado das fortificações de cada região: fortificações de São Francisco Xavier de Tabatinga, de São José da Barra do Rio Negro, de São José de Marabitanas (AM), de São Joaquim do Rio Branco (RR), de Óbidos, de Gurjão, de Nossa Senhora das Mercês da Barra de Belém, do Castelo do Senhor Santo Cristo do Presépio de Belém (PA), de São José do Macapá (AP), de São Luís, de São Marcos, de Santo Antônio da Barra (MA), do Limoeiro de Corumbá, de Coimbra (MS), de Marechal Luz (SC).

Em anexo, nas páginas 214 e 216 do arquivo PDF, são listadas as baterias das fortificações de Santa Cruz e São João da Barra (RJ), de Duque de Caxias de Itaipu (SP), Copacabana, da ponta da Vigia (RJ), Marechal Moura de Naufragados (SC), Tamandaré da Laje, São Luís, Dom Pedro II do Imbuhy, Marechal Hermes (RJ), Marechal Luz (SC).

A Fortaleza de Santa Cruz da Barra é novamente citada em anexo, nas páginas 223 e 315 do arquivo PDF. Na página 270 do arquivo PDF, o Forte Marechal Luz também é mencionado.

  • Printed Document
  • João Pandiá Calógeras
  • Imprensa Militar
  • 1922
  • Rio de Janeiro
  • Portuguese
  • Relatório do Ministério da Guerra, Rio de Janeiro, 1922, 460 p. Disponível em: http://memoria.bn.br/pdf/720950/per720950_1921_00001.pdf. Acesso em: 08/07/2019.
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Updated at 08/07/2019 by the tutor Projeto Fortalezas Multimídia (Nicole Kirchner da Silva).



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