Aspectos geológicos, históricos e estado de conservação das fortificações da Baixada Santista, litoral paulista

No Brasil, as fortificações militares foram construídas em locais estratégicos com a finalidade de defesa do território. Atualmente, muitas delas encontram-se tombadas como representantes do período colonial e são utilizadas com fins turísticos. Este trabalho tem por objetivo identificar as rochas utilizadas nas construções das fortificações militares construídas entre os séculos XVI e XX na Baixada Santista nos municípios de Bertioga, Guarujá e Praia Grande (SP) e inferir sua provável proveniência. A identificação do tipo de material usado nessas construções permite compreender a história, a cultura, a evolução técnica e a geodiversidade da época. Buscou-se ainda apresentar um histórico dessas fortificações e avaliar seu estado de conservação atual, para poder subsidiar as ações de preservação e manutenção do patrimônio cultural pétreo. As fortificações foram edificadas com granitos e gnaisses que afloram na região. Apesar de algumas serem tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e terem uso voltado à visitação turística, parte delas está deteriorada e necessita-se de indispensáveis reparos para que esse patrimônio, representativo de uma época da defesa do território paulista, seja conservado e preservado.

  • Artículo - Revista
  • Vanessa Costa Mucivuna
  • Eliane Aparecida Del Lama
  • Maria da Glória Motta Garcia
  • Instituto Geológico
  • 2016
  • São Paulo
  • Portugues
  • Revista do Instituto Geológico, v. 37, n. 1, p. 29-48, 2016.
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Actualizado en 21/05/2020 por el tutor Projeto Fortalezas Multimídia (Jéssica Pedrini).



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