Fort of São João da Bertioga

Bertioga, São Paulo - Brazil

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O “Forte São João de Bertioga” localiza-se no município de Bertioga, estado de São Paulo, no Brasil.

Erguido para defesa da barra da Bertioga, situa-se no extremo sul da praia da Enseada, fronteiro à ilha de Santo Amaro.

História

Antecedentes

A primitiva fortificação no local remonta a um entrincheiramento ou paliçada, erguido por determinação de Martim Afonso de Sousa quando da fundação da vila de São Vicente (22 de janeiro de 1532), sob a invocação de São Tiago, dominando a barra ocidental do canal da Bertioga, via usual de ataque dos tupinambás em canoas, oriundos de Ubatuba (em tupi-guarani, "Iperoig") e da ilha de São Sebastião. (BARRETTO, 1958:260) De acordo com Frei Gaspar da Madre de Deus, aquele capitão teria entrado pela barra da Bertioga e mandado erguer uma trincheira na ponta sul, onde teria deixado pequena guarnição. (Memórias da Capitania de São Vicente hoje chamada São Paulo do Estado do Brasil, 1797)

O local foi objeto de colonização por volta de 1548. Hans Staden, em sua segunda viagem à costa do Brasil (1550-1555), assim descreveu a sua construção e destruição:

"Esta passagem queriam alguns mamelucos, descendentes de índios e cristãos, impossibilitar aos tupinambás. Eram cinco irmãos. Seu pai era um português, sua mãe uma índia brasileira. Eram cristãos, igualmente hábeis e experientes na arte guerreira tanto destes, como dos selvagens, dominando ambas as línguas. O mais velho chamava-se João de Braga, eram seus irmãos: Diogo, Domingos, Francisco e André de Braga, e seu pai era Diogo de Braga. Cerca de dois anos antes da minha chegada [c. 1548], haviam resolvido estes cinco irmãos, com tupiniquins amigos, construir em Bertioga, à maneira dos selvagens, um forte para defesa contra os adversários e realizaram a sua ideia. Também alguns portugueses com eles se estabeleceram, pois a terra era boa.

Seus inimigos, os tupinambá, cuja fronteira fica mais ou menos a vinte e cinco milhas distante de Bertioga, observaram isto e armaram-se. Uma noite vieram em setenta canoas e atacaram, segundo seu costume, às primeiras horas da madrugada. Os mamelucos e portugueses retiraram-se em uma casa de barro e defenderam-se. Os índios, porém, permaneceram juntos em suas choças e aí resistiram como lhes foi possível, de sorte que muitos atacantes tombaram. Afinal os tupinambás venceram. Incendiaram a povoação de Bertioga e fizeram prisioneiros todos os selvagens. Mas aos cristãos - deviam ser oito - e aos mamalucos, nada puderam fazer-lhes na casa, pois Deus quis protegê-los.

Os agressores retiraram-se para sua terra logo após terem matado e esquartejado os prisioneiros.
" (STADEN, 1974:74)

Este estabelecimento constituía-se, assim, de um aldeamento paliçado ao modo indígena, dominado por uma casa-forte de faxina (madeira e terra apiloada), também denominado de Casa-forte da Bertioga. (SANTOS, 1948) Staden conclui:

"Depois destes sucessos, pareceu conveniente aos comandantes e à Câmara [Municipal], não abandonar o lugarejo, mas fortificá-lo o máximo possível, porque de lá se podia defender toda a região. E assim aconteceu." (STADEN, 1974:75)

SOUSA (1885) refere que a Provisão-Régia de 18 de junho de 1551 determinou erguer uma fortificação no local, destinando-lhe, para esse fim, uma verba de 3.000 cruzados. (Op. cit., p. 118) O primeiro governador-geral, Tomé de Sousa (1549-1553), em visita à capitania de São Vicente no início de 1553, aí fez estabelecer uma povoaç;ão. Na carta ao rei de Portugal, onde justifica ter tido medo de desfazer a vila de São Vicente, informa ter mandado erguer mais três, e entre elas "(...) a Bertioga que Vossa Alteza mandou fazer, que está cinco léguas de São Vicente, na boca do rio por onde os índios lhe faziam muito mal." (Carta de Tomé de Sousa ao rei de Portugal, datada da Bahia, a 1 de junho de 1553. In: História da Colonização Portuguesa do Brasil (vol. 3). Porto: Litografia Nacional, 1924, p. 365. Apud: STADEN, 1974:74)

Para a fortificação aí existente (Fortim de São Tiago), Tomé de Sousa nomeou Antônio Adorno (18 de janeiro de 1550), que já tinha a provisão de alcaide-mor da vila da Bertioga. O bispo da Bahia confirmou, a 22 de dezembro de 1555, na "vigairaria da igreja de São Tiago, da vila da Bertioga, da Capitania de São Vicente" ao padre Fernão Luís Carapeto. ("Documentos Históricos" (vol. XXXV), p. 165 e p, 361. Apud: STADEN, 1974:74.)

Encontra-se cartografada por Luís Teixeira. (Mapa de São Vicente, c. 1573. Biblioteca Nacional da Ajuda, Lisboa)

No contexto da Revolta dos Tamoios, os padres Manuel da Nóbrega e José de Anchieta partiram de Santos em 1563 com destino a Iperoig (Ubatuba), com a missão de tentar pacificar os indígenas. A expedição fez escala em Bertioga, onde foi celebrada missa na capela do Fortim de São Tiago. Dois anos mais tarde (27 de janeiro de 1565), coube ao padre Manuel da Nóbrega rezar missa na mesma capela, e dar a bênção aos expedicionários sob o comando de Estácio de Sá, que dali partiam para expulsar os franceses estabelecidos na baía de Guanabara. O episódio encontra-se retratado em pintura histórica ("Partida de Estácio de Sá", óleo sobre tela, s.d.) de autoria de Benedito Calixto, atualmente no Palácio São Joaquim, na cidade do Rio de Janeiro.

O Fortim de São Tiago foi reconstruído, ao final do século XVII, em alvenaria de pedra e cal. As suas obras foram concluídas em 1710, quando se encontrava artilhado com 11 peças. (GARRIDO, 1940:132) A sua planta apresentava então o formato de um polígono retangular com guaritas nos vértices. A seu respeito, o governador e capitão-general da capitania de São Paulo, D. Rodrigo César de Meneses (1721-1728), informou:

"Como pelo tempo adiante poderá o porto da Vila de Santos ser mais bem visto das Nações Estrangeiras e de piratas, aumentando-se nele o comércio, pelas boas esperanças que nesta Capitania há de novos descobrimentos [minerais], procurei por na última perfeição a fortaleza da barra da Bertioga, da mesma Vila, e me parece foi a obra que se lhe fez de muita conveniência a Real Fazenda de V. Majestade, porque, gastando-se com ela de três em três anos muito perto de quinhentos mil réis com madeiras e estacarias, ultimamente se fez de pedra e cal, com muita regularidade e tudo o mais necessário para a sua boa defesa por um conto setecentos e setenta mil réis; (...)." (Carta de 20 de maio de 1724. In: Documentos Interessantes para a História e Costumes de São Paulo. Vol. XXXII, p. 71)

Em 1751 o então governador da praça de Santos, Luiz Antônio de Sá Queiroga, fez reedificar o forte. Na ocasião, o modesto terrapleno quinhentista com uma área de 100 m² foi demolido, para dar lugar ao atual, com 250 m². A tenalha, a norte, foi elevada para nove palmos de altura e complementada por uma estacada paralela, e o edifício do quartel, reformado. (TEIXEIRA, 2011:63)

O forte recebeu nova artilharia em 1760. No governo da capitania de São Paulo pelo capitão-general D. Luís António de Sousa Botelho Mourão, 4.º morgado de Mateus (1765-1775), dentro do contexto das obras de recuperação da Fortaleza de Santo Amaro da Barra Grande (1765), quando foi levantada a Bateria da Praia do Góis (1766), o Forte de São Tiago foi reformado a partir de 1765, cruzando fogos com o Forte de São Luís da Armação.

O Forte de São João

Por volta de 1769, uma forte ressaca marinha destruiu parte do terrapleno do forte, deslocando em aproximadamente 25 centímetros a guarita e a cortina. Esse fenómeno terá destruído também a capela São João localizada na praia, vizinha ao forte. Tendo a imagem da capela sido recolhida ao forte, este passou a denominar-se "Forte de São João da Bertioga". À época, por exercer as funções de registro das embarcações que demandavam o porto de Santos, era também denominado como "Forte do Registro". Em Relatório à Coroa de Portugal acerca das fortificações da Capitania, datado de 30 de junho de 1770, aquele governador informou que esta praça estava artilhada com onze peças: (SOUZA, 1885:118) 6 do calibre 8, 2 do 6, 1 do 4 libras de bala, e 2 pedreiros de bronze. (GARRIDO, 1940:132)

Ao final do século XVIII um relatório deu conta do estado da fortificação:

"A Fortaleza da Bertioga tem sete peças, todas desmontadas, e acho que só duas poderão dar fogo; o quartel está arruinado e por ser muito úmido não pode conservar um só barril de pólvora, e nem tem parte onde se lhe possa fazer cômodo para o ter sem grande risco. Nesta fortaleza por força a artilharia há de estar ao tempo e por isso precisa que o carretame seja pintado para lhe poder resistir. Este reduto não tem vantagem alguma mais do que servir de registro na ponta da terra firme, porque ali não defende a entrada da barra e logo que qualquer embarcação entre da barra para dentro tem muito onde fazer desembarque e no caso de a quererem tomar (que não tem necessidade disso) quaisquer 40 ou 50 homens a tomam." ("Sobre as fortificações da costa marítima da Capitania de São Paulo", manuscrito sem autor nem data (c. 1797). In: Documentos Interessantes para a História e Costumes de São Paulo. Vol. XLIV, p. 303-308).

Em Relatório de 1817 do 2.º Tenente de Engenheiros Rufino José Felizardo e Couto ao então governador e capitão-general da Província de São Paulo, Francisco de Assis Mascarenhas, 6.º conde da Palma (1814-1819), encontra-se relacionada a artilharia da praça:

"Achavam-se neste forte nove bocas de fogo, todas de ferro fundido; destas só três [é] que poderão servir, a saber, duas de calibre 9 e uma [do] calibre 6 que é a melhor."

Data deste momento a reforma que lhe alterou o telhado do edifício dos quartéis de duas para quatro águas, a elevação das paredes do quartel em quatro palmos, sendo acrescentada uma cozinha e uma despensa. (MORI, 2003:114).

Um outro Relatório, do marechal Daniel Pedro Müller, datado de 1830, informa que a sua guarnição em tempo de paz era de três homens, e, em tempo de guerra, compunha-se de um oficial superior, um inferior, e vinte soldados de infantaria. (Ensaio Estatístico da Província de São Paulo). O "Mapa das Fortificações" do Ministério da Guerra de 1847 atribui-lhe apenas seis peças, encontrando-se arruinado em 1885. (SOUZA,1885:118)

Pelo Aviso de 19 de fevereiro de 1908 o conjunto passou para o Ministério da Indústria, que nele instalou um posto semafórico. Na gestão de Washington Luiz na presidência do governo do estado de São Paulo (1920—1924) foi restaurado como Monumento Histórico (1920). (GARRIDO, 1940:132)

Foi tombado pelo Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN) em 1940, e restaurado em 1942 com projeto do arquiteto Luís Saia, sendo erguida uma residência com três quartos para o zelador do forte.

No contexto da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) serviu como quartel para os pelotões de vigilância dos 4.° e 6.° Batalhões de Caçadores do Exército Brasileiro. Entre 1944 e 1954 serviu de aquartelamento ao destacamento subordinado à Praça Militar de Santos.

Em 1960 passou para a guarda do Instituto Histórico e Geográfico Guarujá-Bertioga (IHGGB), que ali instalou o Museu João Ramalho.

Encontra-se tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (CONDEPHAAT), órgão subordinado à Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo.

Em 1996 devido à falta de infraestruturas e à precariedade de suas condições, o IPHAN retomou a posse do forte, encerrando-o ao público e iniciando-lhe uma intervenção de conservação e restauro (1997). Os trabalhos basearam-se no projeto de 1817 do engenheiro Rufino José Felizardo e Costa, sendo demolindo o telhado da casa do zelador e devolvendo-a ao aspecto que possuía naquela época. (TEIXEIRA, 2011:65) Desse modo, em meados de 2001 encontrava-se totalmente reformado, contando com duas exposições: uma referente à cultura dos indígenas que habitaram a Bertioga, e outra com materiais dos colonizadores portugueses do século XVI (ZUNDT, 2005:50).

No ano de 2004, durante as comemorações da IV Festa Nacional do Índio, foi inaugurado, em seu entorno, o Parque dos Tupiniquins.



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Forte de São João da Bertioga
Página da Enciclopédia Wikipédia versando sobre o Forte de São João da Bertioga, que localiza-se na barra da Bertioga, no continente, fronteiro à ilha de Santo Amaro, no litoral do Estado de São Paulo, no Brasil.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Forte_de_S%C3%A3o_Jo%C3%A3o_da_Bertioga
Educação Patrimonial: Fortes e Fortalezas
Trata-se de página de extensão da Universidade Católica de Santos (Unisantos) voltada à educação patrimonial, tendo como foco principal as fortificações brasileiras. A página serve como uma espécie de portal de acesso a vários projetos e instituições ligados a essa área do patrimônio fortificado nacional e internacional. Em destaque estão os materiais de pesquisa elaborados pelo Professor Emérito Élcio Rogério Secomandi sobre fortes e fortalezas do litoral e da fronteira terrestre do Brasil, com destaque especial para as construções na costa paulista.

http://www.unisantos.br/portal/extensao/educacao-patrimonial-fortes-e-...
Fortes, Fortins e Fortalezas por Coronel Elcio Secomandi - www.secomandi.com.br
Página do website VIMEO reunindo vídeos produzidos pela jornalista Nívea Francisco e que abordam os trabalhos de educação patrimonial realizados pelo professor Élcio Rogério Secomandi tendo como tema as fortificações brasileiras, em especial aquelas localizadas na região da Baixada Santista, no litoral de São Paulo.

https://vimeo.com/album/3875130
10 fortes militares históricos viram ponto turísticos, no Brasil
Matéria da edição virtual da revista Casa Vogue de 22/12/2015, que versa sobre dez fortificações no Brasil que hoje são pontos turísticos importantes.

http://casavogue.globo.com/Arquitetura/noticia/2015/12/10-fortes-milit...
Porto de Santos - Armada no mar & Bandeiras na terra
Website sobre as fortificações da Baixada Santista, no litoral do Estado de São Paulo.

http://www.secomandi.com.br
A Fortaleza Brasil
Website da Academia de História Militar terrestre do Brasil, apresentando histórico acerca das seguintes fortificações localizadas no Brasil: Forte de São João da Bertioga, Fortaleza de Santa Cruz, Fortaleza de Nossa Senhora de Assunção, Forte do Castelo do Senhor Santo Cristo do Presépio de Belém, Forte dos Reis Magos, Forte das Cinco Pontas, Fortaleza de São José da Ponta Grossa, Fortaleza Jesus, Maria e José do Rio Pardo, Real Forte Príncipe da Beira, Forte de Nossa Senhora do Pópulo e São Marcelo, Forte Novo de Coimbra, Forte da Ponta da Igrejinha de Nossa Senhora de Copacana.

http://www.ahimtb.org.br/fortbrasil.htm
Forte de São Tiago da Bertioga
Website da Câmara Municipal de Bertioga, versando sobre o Forte de São Tiago da Bertioga, que se localizava na barra da Bertioga, no continente, fronteiro à ilha de Santo Amaro, no litoral do Estado de São Paulo. Apresenta informações a respeito da visitação do forte.

http://sapl.camarabertioga.sp.gov.br:8080/historia/turismo/forte-sao-j...
Fortificações de São Paulo
Website Folha Online, versando sobre as seguintes fortificações: Fortaleza de Itaipú, Forte Augusto, Casa do Trem Bélico, Fortaleza de Santo Amaro da Barra Grande, Forte dos Andradas, Fortaleza de Itapema, Forte São Luiz e Forte São João. Apresenta informações referentes a localização e telefone para contato.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/turismo/noticias/ult338u5386.shtml
Fortificações em São Paulo
Website Guia Viagem Turismo, versando sobre as seguintes fortificações localizadas no Estado de São Paulo: Forte de São Tiago da Bertioga (ou São João), Fortaleza de Santo Amaro da Barra Grande e Fortaleza de Itaipú.

http://www.guiaviagemturismo.com.br/roteiros-fortes-santos.aspx
Fortificações em Santos
Website Brasil Viagem, versando sobre as seguintes fortificações em Santos, Estado de São Paulo: Forte de São João da Bertioga, Fortaleza de Santo Amaro da Barra Grande e Fortaleza de Itaipú.

http://www.brasilviagem.com/materia/?CodMateria=52&CodPagina=183
Circuito Turístico dos Fortes
Website animado da Unisantos, mostrando o circuito turístico dos fortes da região metropolitana da Baixada Santista, no Estado de São Paulo. Colorido e bem estruturado, o website possui versões em português, inglês e espanhol e traz imagens e informações sobre os fortes de São João da Bertioga, São Luiz, Nossa Senhora do Montserrat, Augusto e dos Andradas, Fortaleza de Itapema, de Santo Amaro, de Itaipu e Casa do Trem Bélico.

http://www.unisantos.br/circuitofortes/
Fortaleza de São João da Barra de Bertioga
Website do Jornal Eletrônico Novo Milênio versando sobre a Fortaleza de São João da Barra de Bertioga, que se localiza no município do Guarujá, Estado de São Paulo.

http://www.novomilenio.inf.br/bertioga/bh007.htm
Arquivo Noronha Santos
Link para o Arquivo Noronha Santos, pertencente ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional -IPHAN, que dispõe de uma base de dados sobre os bens culturais tombados nacionalmente, inclusive as fortificações no Brasil. Para encontrar as fortificações, faça uma pesquisa (busca) na seção Livros do Tombo.

http://www.iphan.gov.br/ans/inicial.htm
Forte de São João da Bertioga
Website do Jornal da Baixada versando sobre o Forte de São João da Bertioga e São Tiago da bertioga, que se localizam na cidade de Betioga, Estado de São Paulo.

http://www2.uol.com.br/jbaixada/forte.htm
Forte São João da Bertioga
Website Portal Bertioga versando sobre o Forte São João da Bertioga, que se localiza na cidade de bertioga, Estado de São paulo.

http://www.portalbertioga.com.br/forte-sao-joao.aspx
Forte São João da Bertioga
Website da Câmara Municipal de Bertioga versando sobre o Forte São João da Bertioga, que se localiza na cidade de Bertioga, Estado de São Paulo.

http://sapl.camarabertioga.sp.gov.br/historia/turismo/forte-sao-joao
Porto de Santos - Armada no mar e Bandeiras na terra
Website idealizado por Élcio Rogério Secomandi, Professor Emérito da Universidade Católica de Santos, abordando as fortificações da Baixada Santista (Santos, Guarujá e Bertioga), no litoral de São Paulo.

http://secomandi.com.br

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  • Fort of São João da Bertioga

  • Casa-forte da Bertioga, Fortim de São Tiago, Fortaleza da Bertioga, Forte do Registro

  • Fort

  • 1532 (AC)



  • John III of Portugal

  • Portugal


  • Restored and Well Conserved

  • National Protection
    State Protection
    Livro de Belas Artes, Inscrição: 278, Data: 19 fev 1940;
    Livro Histórico, Inscrição:123, Data: 19 fev 1940.
    N.º do Processo: 0219-T-39
    Encontra-se tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (CONDEPHAAT), órgão subordinado à Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo.

  • República Federativa do Brasil

  • Instituto Histórico e Geográfico de Guarujá-Bertioga

  • +55 13 3317-5048


  • Historical museum
    Atualmente funciona na antiga fortificação o Museu João Ramalho, onde podem ser vistas duas exposições: uma referente a cultura dos indígenas que habitaram a Bertioga, e outra com materiais dos colonizadores portugueses do século XVI.

  • ,00 m2

  • Continent : South America
    Country : Brazil
    State/Province: São Paulo
    City: Bertioga

    Rua Vicente de Carvalho
    Bertioga, SP, 11250-000
    Brasil


  • Lat: 23 51' 19''S | Lon: 46 8' 6''W



  • Aberto diariamente, das 09h00 às 17h00. Visitas sujeitas a agendamento.
    Como chegar:
    1) Partindo centro de Bertioga por (balsa): siga pela Rua Vicente de Carvalho à direita.
    2) Partindo da Rodovia Rio-Santos: Av. 19 de maio - Av. Anchieta - Rua Vicente de Carvalho.



  • Constituía-se, inicialmente, de um aldeamento paliçado ao modo indígena, dominado por uma casa-forte de faxina (madeira e terra apiloada) (SANTOS, 1948). Esta estacada era chamada pelos indígenas de caiçara, e protegia construções rudimentares em seu interior (LEMOS, C.A.C.; MORI, V.H. Fortaleza de São João da Bertioga. In: SOUZA, M.C.; BASTOS, R.L. (Org.). PATRIMÔNIO: 70 anos em São Paulo. São Paulo: 9°SR IPHAN/SP, 2008.p.79.).
    A nova fortificação, iniciada em 1553, era de pedra e cal, com adaptação do projeto original para um baluarte de pedra voltado para o canal. O projeto do forte previa a "torre" com canhoneiras e guaritas, e o estilo em "cortina horizontal". Para a defesa no caso de contato direto, principalmente com os tupinambás, estaria uma estacada dobrada ou dupla paliçada cercando as construções principais (MORI, 2003:106).

  • Em 1942 o forte foi restaurado em locais que haviam sido danificados pela ação do mar, e em 1997 o IPHAN realizou a restauração definitiva na construção.




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