Castle of Monsanto

Idanha-a-Nova, Castelo Branco - Portugal

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O “Castelo de Monsanto” localiza-se na freguesia de União das Freguesias de Monsanto e Idanha-a-Velha, concelho de Idanha-a-Nova, distrito de Castelo Branco, em Portugal.

No Alto do Cabeço de Monsanto, à margem direita do rio Pônsul, este castelo raiano domina a Aldeia Histórica, conjunto arquitetónico no qual se destacam intramuros a Capela de Santa Maria do Castelo e, extramuros, as ruínas da Capela de São João e da Igreja de São Miguel. Do alto dos seus muros avistam-se os Castelos de Belmonte e Penamacor.

História

Antecedentes

Pouco se conhece acerca da primitiva ocupação deste sítio, embora tradicionalmente se afirme remontar a um castro pré-histórico, posteriormente romanizado. Datará deste último período o episódio, possivelmente lendário, do cerco do no cabeço de “Mons Sanctus” pelo pretor romano Lúcio Emílio Paulo (século II a.C.). Entretanto, além da “villa” de São Lourenço, no sopé do cabeço, nenhum outro vestígio corrobora uma ocupação pré-medieval. A partir de então teria ocorrido a progressiva fixação de população na região que, a partir do século V conheceu a presença Visigoda, e a partir do século VIII a Muçulmana.

O castelo medieval

À época da Reconquista cristã a região foi conquistada pelas forças de Afonso I de Portugal (1143-1185), aqui se estabelecendo a raia frente ao Reino de Leão e ao Califado Almóada. Para vigiá-la e defendê-la, os domínios de Idanha-a-Velha e Monsanto foram doados aos cavaleiros da Ordem do Templo, com o encargo de os repovoar e defender:

"Afonso, notável rei dos Portugueses [‘Portugalensis Rex’], filho de Henrique e da Rainha D. Teresa e neto do grande e ilustríssimo Imperador de Espanha, por nós ao mestre Galdino [Gualdim] e a todos os Irmãos da Ordem dos Templários que estão no meu reino, faço uma vasta e fortíssima doação da região da Idanha [-a-Velha] e de Monsanto com os limites: Seguindo o curso da água do rio Erges e entre o meu reino e o de 'Legiones' até entrar no [rio] Tejo e da outra parte seguindo o curso da água do [rio] Zêzere que igualmente entra no Tejo (...)." (Carta de Doação de Idanha-a-Velha e Monsanto, 30 de novembro de 1165)

Embora não tenha chegado aos nossos dias, datará deste período a edificação do primitivo castelo em estilo românico, sob a orientação do Mestre da Ordem, D. Gualdim Pais, quando teria apresentado uma torre de menagem isolada ao centro da praça de armas, envolvida por muralhas semelhantes às que ainda podemos observar nos castelos de Almourol, Pombal ou Tomar, seus contemporâneos.

Em 1171 os castelos de Monsanto e de Idanha-a-Velha já se encontravam construídos. Nesse mesmo ano foi outorgado foral à povoação, conforme o modelo de Ávila / Évora. No ano seguinte (1172), na sequência de um litígio com a Ordem do Templo, o soberano doou o castelo à Ordem de Santiago ("facio cartam donationis de castello meo proprio quad dicitur Mons Sanctus"), com a condição de não lhe nomear comendador desconhecido.

O castelo, identificado com a povoação, foi novamente referido em nova carta de foral, passada pelo soberano em 1174. Este diploma foi confirmado em 1190 pelo seu filho e sucessor, Sancho I de Portugal (1185-1211), e em 1217 por Afonso II de Portugal (1211-1223).

Dinis I de Portugal (1279-1325) concedeu carta de feira à vila (1308). Datará do reinado deste soberano a reconstrução do primitivo castelo que, sob o Fernando I de Portugal (1367-1383) conheceu nova campanha de obras.

Com a eclosão da crise de sucessão de 1383-1385, o cronista Fernão Lopes informa-nos que Monsanto foi uma das vilas que manteve o partido de Beatriz de Portugal. Mais adiante, entretanto, o mesmo autor arrolou a vila entre as que aderiram ao partido do Mestre de Avis já em 1384, exaltando-lhe a lealdade (Fernão Lopes. Crónica de D. João I).

Sob o reinado de João I de Portugal (1385-1433) o castelo sofreu trabalhos de modernização, sendo adaptado à pirobalística. Foram erguidas uma barbacã e troneiras, bem como uma couraça, que protegia o poço, constituída por uma grande câmara, um corredor com cerca de 15 metros de extensão, o cubelo terminal a envolver o poço e uma porta de ligação ao mesmo. Eram senhores do castelo os Castro.

Em 1476 foi aqui instituído um couto de homiziados. A “Inquirição” de 1496 refere a existência de 309 habitantes.

Sob o reinado de Manuel I de Portugal (1495-1521) o castelo e as defesas da vila encontram-se figurados por Duarte de Armas no “Livro das Fortalezas” (c. 1509). Naquele momento, o castelo possuía duas portas de acesso, a mais antiga, situada entre dois penedos, protegida por dois altos torreões. As muralhas eram amparadas por quatro torres, além da torre de menagem, mais alta. O castelo possuía alcaidaria e cisterna. A chamada “Torre do Pião” (torre de vigia) encontrava-se em ruínas. Observam-se os núcleos urbanos da paróquia de São Miguel e da paróquia de São Salvador. O soberano concedeu o “Foral Novo” à vila (1510) e, em seu reinado, o castelo recebeu nova intervenção. O poço é referido como tendo quatro palmos (de largura, de profundidade?) e como tendo boa água em abundância.

Posteriormente, no “Numeramento” de 1527, é referida a existência de 494 habitantes.

Da Guerra da Restauração aos nossos dias

No contexto da Guerra da Restauração da independência portuguesa (1640-1668), as defesas da vila foram modernizadas pela adição de duas cortinas, baterias e pela abertura de canhoneiras. Foi erguida uma muralha urbana; datam desse período a remodelação da Capela de Santa Maria do Castelo. Em 1658 forças espanholas, sob o comando de Luis de Haro y Guzmán, 2.º conde-duque de Olivares, tentaram cercar Monsanto, sem sucesso.

No contexto da Guerra da Sucessão Espanhola (1701-1714) Portugal foi invadido por tropas franco-espanholas sob o comando do Marechal de França, James Fitz-James, 1.º duque de Berwick, nos princípios de maio de 1704, sendo ocupadas sucessivamente Salvaterra do Extremo, Segura, Zebreira, Monsanto, Idanha-a-Nova e Castelo Branco.

A reação teve lugar no ano seguinte (1705), quando forças portuguesas, sob o comando do comandante militar da Beira, D. António Luís de Sousa, 4.º conde do Prado e 2.º marquês das Minas, reforçadas por tropas do Minho e Trás-os-Montes, marcharam de Almeida sobre a linha do Tejo, batendo e cortando o corpo do exército invasor que ocupava a Beira Baixa e recuperando sucessivamente Segura, Idanha, Zebreira, Ladoeiro, Castelo Branco, Ródão e outras. Monsanto, de cujo castelo era comendador Monsieur de Lavernier, foi retomado a 14 de junho de 1705.

No contexto da Guerra dos Sete Anos (1756-1763), por volta de 1758, uma das torres encontrava-se arruinada. Nesse período, a cerca muralhada da povoação foi reconstruída, por determinação de Friedrich Wilhelm Ernst zu Schaumburg-Lippe, conde de Lippe.

No alvorecer do século XIX foi criado um desnível para colocação de canhões (1801).

À época da Guerra Peninsular (1808-1814), em 1813 o major Eusébio Cândido Furtado foi encarregado de instalar uma guarnição militar e fazer obras no castelo de Monsanto. Uma relação dos trabalhos efetuados, de autoria daquele oficial à época, indica a demolição de cinco torres e a ereção de três novas baterias para reforço da defesa do portão de entrada, de um baluarte paralelo à muralha e do aproveitamento da igreja do castelo como paiol.

A queda de um raio causou a explosão de um paiol, e a destruição parcial do castelo (1815). No mesmo ano (1815) o engenheiro militar Maximiano José da Serra efetuou o levantamento do castelo. A Capela de Santa Maria encontrava-se então em ruínas.

A descrição militar e relação das obras efetuadas, de autoria do engenheiro militar Eusébio Cândido Cordeiro Pinheiro Furtado, em 1823 informou:

"Encontrei no castelo sete torres de varias alturas de que demoli cinco, tanto por serem de nenhuma vantagem para a defesa como pela precisão que tinha de sua pedraria ja lavrada para restabelecimento de todos seus parapeitos e mais obras construi. (...) Tem o castelo duas entradas, a primeira e principal que olha para a vila e a segunda fronteira a esta. A primeira é coberta por um tambor, em roda do qual construi uma banqueta ou andaime para mosqueteria e fora da porta deste tambor estabeleci sobre a calçada 3 baterias para mosqueteria dominantes umas as outras e que servem para proteger a retirada dos defensores da vila (...) Alem destes fogos exteriores construi na distancia de 168 palmos no terreno mais alto do interior do castelo uma bateria paralela à muralha de entrada apoiada de um lado e outro lado a penedos, e nela servem duas canhoeiras (...) esta bateria tem uma altura regular de 15 palmos, a sua grossura é de 10 palmos e do parapeito é de 4, tudo revestido interior e exteriormente de cantaria, e de um e outro lado sobre os rochedos estabeleci parapeitos e muralha que ligam os intervalos dos mesmos penedos, ficando desta maneira inteiramente fechada toda a comunicação com o interior do castelo (...) Dentro da pequena cidadela se vêm os edificios que servem de depósito da pólvora, que é uma grande torre quasi quadrada e cujas muralhas têm 8 palmos em toda a sua grossura, a sua altura exterior é de 50 palmos e a interior é de 70, foi dividida em três pavimentos mui sólidos e neles se acham recolhidas todas as munições (...) Junto ao Hospital há uma cisterna bem vedada que tem um vão de 100 palmos cubicos, para onde estão encaminhadas todas as águas dos telhados. Além de uma porta nova que fecha esta cidadela, construi na sua frente em toda a sua largura um travez de cantaria, e fechado com uma forte barreira, cuja comunicação é feita por uma ponte levadiça." (GOMES, 1997:91-92)

No contexto da Guerra Civil portuguesa (1828-1834), em 1831 registou-se o desabamento de um penedo granítico, arrastando consigo um troço da muralha exterior. Em 1834 a Igreja de São Miguel ainda se encontrava aberta ao culto.

Com a extinção definitiva do estatuto concelhio (1853), Monsanto conservou a categoria de praça de segunda ordem, com uma milícia.

Em 1887 o Regimento de Infantaria n.º 12, da Guarda, destacou uma guarnição para a praça do Monsanto.

Na Torre do Relógio (Torre de Lucano), torre sineira, de planta quadrangular, foi colocada uma réplica do Galo de Prata troféu atribuído quando da classificação de Monsanto como Aldeia mais portuguesa de Portugal em 1938.

De 1940 a 1942 o monumento foi alvo de intervenções a cargo da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN), integradas no Plano de Restauro dos Monumentos Nacionais empreendido pelo Estado Novo no âmbito da comemoração dos centenários da Fundação e Restauração da nacionalidade (1140, 1640). Entre outros trabalhos, procedeu-se a reconstrução das muralhas em cantaria.

O “Castelo e Muralhas de Monsanto” encontram-se classificados como Monumento Nacional pelo Decreto n.º 37.077, publicado no Diário do Governo, I Série, n.º 228, de 29 de setembro de 1948. A ZEP / Zona "non aedificandi" encontram-se definidas por Portaria de 27 de outubro de 1950, publicada no Diário do Governo, II Série, n.º 265, de 14 de novembro.

O conjunto encontra-se afeto à Junta de Freguesia de Monsanto, por auto de cedência datado de 10 de março de 1949.

Novas intervenções de restauro e beneficiação tiveram lugar em 1957-1958, 1986, e 1988-1989.

Os materiais arqueológicos provenientes de Monsanto encontram-se dispersos por vários museus, entre os quais o Museu Francisco Tavares Proença Júnior em Castelo Branco.

Características

Exemplar de arquitetura militar, medieval e setecentista, de enquadramento rural e urbano, na cota de 763 metros acima do nível do mar.

Integra três recintos muralhados, o exterior de traçado irregular ovalado, englobando os dois recintos interiores. Os seus troços de muralhas possuem lanços de escada de acesso ao adarve, desprovido de merlões. Este recinto integra a porta principal antecedida pela denominada Casa do Guarda, compartimento de planta retangular, com acesso através de porta a leste, em arco pleno no exterior e arco abatido no interior, encimada por orifício destinado ao brasão, ladeado pela esfera armilar e observando-se, do lado direito uma inscrição que parece estar truncada e ainda não foi interpretada: “IIIATSA” (?). O alçado norte integra três troneiras cruzetadas, uma das quais colocada no ângulo nordeste. A porta principal rasga-se a norte, em arco pleno, recoberta com abóbada de berço e, junto à torre sul, rasga-se a porta falsa em arco pleno. O recinto compreende ainda quatro torres adossadas pelo lado exterior da muralha, duas de planta retangular e desprovidas de vãos no lado norte, uma torre idêntica no lado leste, e uma torre de planta quadrada no lado sul, com acesso através de lanço de escadas perpendicular ao adarve e apresentando porta de lintel reto no alçado norte. No interior do recinto observa-se a cisterna junto a um penhasco, apresentando dois arcos plenos e ausência de cobertura.

O recinto muralhado contíguo à entrada principal apresenta traçado retangular e porta em arco pleno inserida no troço sul, que integra bateria com quatro canhoeiras dotadas de duas rampas.

O recinto muralhado inserido no lado oeste apresenta traçado oblongo irregular, porta em arco pleno com impostas salientes e integra torre de planta quadrada no lado leste e adossada pelo exterior, bem como marco geodésico. Neste recinto observam-se, sobre os afloramentos rochosos, sulcos que poderão corresponder às fundações de outras torres ou panos de muralha. Exteriormente nos lados sul e leste parecem existir vestígios semelhantes e que poderão estar relacionados com a adequação das estruturas atualmente existentes e aquelas que foram representadas por Duarte de Armas, nomeadamente no que se refere à localização exata da torre de menagem, que se situava entre a torre sul e a cisterna no interior do perímetro muralhado.

A chamada "Torre do Pião" está localizada extramuros, em elevação fronteira ao castelo, sobranceira às ruínas da Igreja de São Miguel, de planta quadrada, e apresentando apenas parte dos muros correspondentes ao primeiro registo incompleto.

Com relação às estruturas defensivas do núcleo urbano de São Salvador, com as portas de Santo António, do Espírito Santo, o denominado baluarte ou bateria e troço muralhado anexo à Capela de Santo António e cemitério: 

- A Porta de Santo António encontra-se voltada a oeste, de lintel reto integrando lateralmente três frestas, sendo encimada pelas armas reais e rematada por pequeno parapeito, tendo adossada guarita de planta quadrada, com cobertura de cantaria a uma água, com porta de lintel reto a leste e fresta a oeste.

- A Porta do Espírito Santo encontra-se orientada a [?], em arco pleno no lado exterior e de lintel reto no lado interior, ladeada por duas frestas, apresentando adossada guarita de planta quadrada, parcialmente sem cobertura, com porta de lintel reto a oeste e frestas a norte e a leste. A bateria sob o parque de estacionamento do Largo do Baluarte, com planta trapezoidal, apresenta as cortinas escarpadas e porta de lintel reto, ladeada por duas janelas quadrangulares no alçado oeste.

- A Capela de Santa Maria do Castelo situa-se intramuros, junto à bateria, com planta longitudinal composta por dois retângulos justapostos, com cobertura diferenciada a duas águas. Tem a fachada principal voltada a oeste, delimitada por pilastras toscanas, rasgada por portal de arco abatido com pedra de fecho saliente, ladeada por pequena abertura quadrangular. O remate é em empena com cornija. Os alçados laterais são rasgados por portas de lintel reto, surgindo, no sul, uma janela no corpo da capela-mor. O alçado leste é cego.

- As ruínas da Igreja de São Miguel apresentam planta longitudinal composta por dois retângulos justapostos e ausência de cobertura. A fachada principal encontra-se voltada a oeste, com porta em arco pleno com quatro arquivoltas, impostas toreadas e capitéis com decoração zoomórfica. Apresenta a medida padrão do côvado na coluna norte. O remate é em empena com cornija. O alçado norte possui três arcossólios em arco quebrado, dois na nave e um na capela-mor, com porta em arco pleno com tímpano liso e lintel reto, tendo cornija decorada por esferas e cachorrada decorada por motivos geométricos. O alçado sul é cego, com cornija, decorada por esferas na capela-mor, e cachorrada decorada por motivos geométricos. O alçado leste apresenta fresta na empena da nave e na capela-mor, com cornija simples. O seu interior apresenta nave única, com desnível de sete degraus, conservando mesa de altar retilínea, fragmento da pia baptismal em forma de cálice, base de coluna e outros fragmentos em cantaria aparelhada. O arco triunfal é de volta perfeita com impostas decoradas por esferas. A torre sineira assenta sobre penedo granítico, com dois arcos plenos geminados. Proximidade de treze sepulturas trapezoidais 

A lenda da Santa Cruz

O castelo está ligado à tradição da principal celebração de Monsanto: a Festa da Santa Cruz.

Originalmente uma tradição profana ligada ao ciclo da Primavera, foi cristianizada e associada ao lendário cerco do castelo, segundo algumas versões pelas tropas do pretor Lúcio Emílio Paulo em fins do século II a.C., segundo outras a um ataque dos mouros por volta de 1230, ou até posteriormente durante as lutas com Castela.

Em qualquer das versões, os sitiantes procuraram vencer pela fome os defensores do castelo. A tradição refere que o cerco se prolongava já por sete longos meses, quando intramuros restavam apenas uma vitela magra e um alqueire de trigo. Uma das mulheres sugeriu então um estratagema desesperado para iludir o inimigo: alimentaram a vitela com o último trigo, lançando-a com alarde por sobre os muros do castelo, na direção dos sitiantes. Despedaçando-se contra as rochas, do ventre cheio da vitela espalhou-se o trigo, dando a impressão ao inimigo de que os defensores ainda se encontravam providos de alimento, milagrosamente protegidos pela providência divina, o que os fez levantar o cerco e retirar-se da região.

O episódio é atribuído a um dia 3 de maio (dia da Santa Cruz), razão pela qual nesta data, anualmente, as mulheres do povoado se vestem com as suas melhores roupas e, ao som de adufes e canções populares, agitando marafonas (bonecas coloridas com armação em cruz), algumas com potes caiados de branco, decorados e cheios de flores à cabeça, partem da povoação em direção ao castelo. No interior do castelo, do alto das muralhas, os potes brancos, simbolizando a vitela, são lançados em direção ao exterior, revivendo simbolicamente o episódio da salvação da vila.

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    O “Castelo e Muralhas de Monsanto” encontram-se classificados como Monumento Nacional pelo Decreto n.º 37.077, publicado no Diário do Governo, I Série, n.º 228, de 29 de setembro de 1948. A ZEP / Zona "non aedificandi" encontram-se definidas por Portaria de 27 de outubro de 1950, publicada no Diário do Governo, II Série, n.º 265, de 14 de novembro.





  • Tourist-cultural Center

  • ,00 m2

  • Continent : Europe
    Country : Portugal
    State/Province: Castelo Branco
    City: Idanha-a-Nova



  • Lat: 40 -3' 51''N | Lon: 7 6' 50''W










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