Castle of Évora Monte

Estremoz, Évora - Portugal

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O “Castelo de Évora Monte”, também referido como “Castelo de Évora-Monte” e “Castelo de Evoramente”, localiza-se na freguesia de Évora Monte, concelho de Estremoz, distrito de Évora, em Portugal.

Exemplar arquitetónico único no país, ergue-se na vertente oeste da serra de Ossa, na zona norte da vila. Integrante da chamada “segunda linha” de defesa da fronteira, do alto de seus muros descortina-se um amplo panorama do Alentejo, até ao Castelo de Estremoz.

História

Antecedentes

Acredita-se que por volta de 1800 a.C. terá tido lugar a hipotética construção de uma estrutura defensiva que ocupava uma área entre 8 a 10 hectares, correspondente ao povoado de “Ebura”.

A fortificação terá sido alterada em 84 a.C. segundo técnicas castrenses.

Ao tempo da conquista muçulmana da península Ibérica, a suposta fortificação terá sido conquistada em 716.

O castelo medieval

À época da Reconquista cristã da região a povoação foi tomada aos muçulmanos por forças cristãs sob o comando de Geraldo Geraldes por volta de 1160.

Visando incrementar o seu povoamento, Afonso III de Portugal (1248-1279) outorgou-lhe a primeira carta de foral (1248), delimitando o termo de Évora Monte. Posteriormente, a 24 de maio de 1271, o soberano confirmou-lhe o foral, segundo o modelo dos forais de Santarém, ampliando-lhe os privilégios e elevando Évora Monte a concelho.

Dinis I de Portugal (1279-1325) ordenou o início da construção de um castelo com torre de menagem e cerca (17 de janeiro de 1306) com dupla função: defensiva e de incremento populacional.

No contexto da Terceira Guerra Fernandina (1381-1382), em 1381 registou-se uma tentativa de assédio por parte de mercenários ingleses a serviço de Fernando I de Portugal (1367-1383).

No desfecho da Crise de Sucessão de 1383-1385, João I de Portugal (1385-1433) doou o senhorio da vila e o seu castelo ao Condestável do Reino, Nuno Álvares Pereira (20 de agosto de 1385), como recompensa pelo seu apoio estratégico na batalha de Aljubarrota (14 de agosto de 1385). Com a criação do ducado de Bragança (4 de abril de 1422) Nuno Álvares Pereira faz a doação do senhorio ao seu neto, D. Fernando, 3.º conde de Arraiolos. Estes domínios passaram para o ducado de Bragança em 1461, em função da ascensão de D. Fernando a duque de Bragança por morte de seu irmão, D. Afonso, herdeiro direto do ducado. Pouco depois, diante da decapitação de D. Fernando II, duque de Barcelos, em Évora, acusado de traição (1483), a vila e o seu castelo transitaram para o património da Coroa.

Com a subida ao trono de Manuel I de Portugal (1495-1521) os bens da Casa de Bragança foram restituídos, entre os quais o senhorio de Évora Monte. Data deste período o surgimento da simbologia dos nós em Évora Monte, marcando um importante momento da casa ducal de Bragança numa época em que D. Manuel I nomeou D. Jaime I como herdeiro presuntivo do trono, tendo este passado a ostentar no seu brasão de armas a legenda “Depois de vós, nós” e adaptando o nó como parte da ornamentação heráldica da casa de Bragança.

Em 1512 D. Jaime, 4.º duque de Bragança, refugiou-se na torre de menagem do castelo de Évora Monte, de acordo com a lenda por receio de castigo ou prisão régia, após ter assassinado a sua esposa no Paço de Vila Viçosa por desconfiança de infidelidade. De acordo com a história oficial o conde aqui teria feito o seu retiro para chorar a morte da esposa. No ano seguinte (1513) forças portuguesas sob o comando do duque conquistam as praças marroquinas de Azamor e Mazagão, locais onde o duque poderá ter travado conhecimento com os trabalhos de arquitetura militar dos irmãos Diogo e Francisco de Arruda, mestres das obras de fortificação das praças conquistadas.

O soberano outorgou o “Foral Novo” à vila (15 de dezembro de 1516).

Entre 1525 e 1531 foram construídos os torreões cilíndricos artilheiros da cerca segundo traça atribuída a Francisco de Arruda. Em fevereiro de 1531 um forte terramoto acarretou a ruína das muralhas, torre de menagem bastiões e cubelos da cerca. João III de Portugal ordenou a sua reconstrução e o levantamento e restauro das estruturas defensivas consideradas necessárias. Desta tarefa encarregar-se-á D. Jaime I, Duque de Bragança no mesmo ano, que também deu início às obras de um novo paço, de inspiração renascentista italiana, considerando o emprego das armas de fogo, no lugar da antiga torre de menagem. Com a sua morte (1532) os trabalhos de reconstrução das defesas e as obras do paço prosseguiram e foram concluídos por D. Teodósio I, filho que o sucedeu no ducado.

Do século XVII ao século XIX

No contexto da Guerra da Restauração de Independência Portuguesa (1640-1668), uma pequena força do exército de D. Juan de Austria, prestes a assaltar Évora, exigiu a rendição de Évora Monte (13 de maio de 1663), sem consequências.

O terramoto de 1 de novembro de 1755 provocou a queda de algumas pedras do paço, para o que contribuiu ainda o avançado estado de degradação da estrutura.

No contexto da Guerra Peninsular (1808-1814) em 1808 Évora Monte foi integrada na Junta de Estremoz, em conjunto com Vila Viçosa, Borba, Terena, Veiros, Arraiolos, Vimieiro, Sousel, Avis e Fronteira, na defesa contra as invasões napoleónicas. A 31 de julho desse mesmo ano (1808) registou-se a passagem, por Évora Monte, das tropas francesas sob o comando do general Louis Henri Loison, o “Maneta”, a caminho de Évora com o intuito de atacar aquela cidade.

O padre João Baptista da Guerra, nomeado guarda-mor da saúde de Évora Monte, decidiu obstruir todas as portas da vila, à exceção da Porta do Sol, como medida de prevenção do alastramento de uma peste que surgira em Espanha (5 de novembro de 1819).

No contexto da Guerra Civil Portuguesa (1828-1834) Évora Monte foi ocupada pelas forças liberais sob o comando do duque de Saldanha (25 de maio de 1834), no contexto do cerco às tropas absolutistas em Évora, imposto pelas forças liberais estabelecidas em Estremoz e Montemor-o-Novo. No dia seguinte (26 de maio), foi assinada na residência do então presidente da Câmara Municipal, José António Saramago, pelo duque da Terceira e o duque de Saldanha pelo lado Liberal, e pelo general Azevedo Lemos pelo lado Absolutista, a Convenção de Évora Monte, que colocou termo ao conflito.

Em fins do século XIX foi instalado o vértice geodésico sobre a cúpula que cobre a porta de acesso ao terraço.

Do século XX aos nossos dias

O “Castelo de Evoramonte ou Évora Monte / Castelo e cerca urbana de Evoramonte” encontram-se classificados como Monumento Nacional por Decreto de 16 de junho de 1910, publicado no Diário do Governo n.º 136, de 23 de junho. A ZEP e a Zona "non aedificandi" encontram-se definidos por Portaria de 28 de junho de 1948, publicada no Diário do Governo, II Série, n.º 170, de 23 de julho.

As intervenções de restauro no monumento tiveram início na década de 1930. O Ministério da Guerra enviou em 18 de outubro de 1934 um primeiro alerta à Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN) sobre a necessidade urgente de obras na "torre de menagem" de Évora Monte, por parte da Secretaria da Guerra. A DGEMN aprovou o início de obras de restauro a 27 de fevereiro do ano seguinte (1935). Em 1937 tiveram lugar obras de restauro a nível da reconstrução das muralhas oeste e sul perto das portas, de dois torreões cilíndricos do paço, abóbadas e ameias, assento do pavimento em tijolo, portas interiores e exteriores, ferragens, janelas e grades, construção de ameias no corpo principal e cubelos, restauro dos torreões e consolidação de paramentos. No mesmo ano (1937), a 15 de junho, foi formulada proposta de entrega do castelo por parte do Ministério da Guerra à Direcção Geral da Fazenda Pública, por falta de utilização militar e, a 3 de agosto, proposta de obras de consolidação e reconstrução e sugestão de adaptação a Casa do Povo e residência do guarda. Em 1939 (6 de outubro) foi formulada proposta para adaptação do paço a museu regional.

O vértice geodésico foi demolido por risco de ruína da abóbada sobre a qual estava implantado (1942), causando inquietações nos Serviços Cartográficos do Exército. Nesse mesmo ano foram iniciadas obras de restauro a nível da consolidação geral, assento de degraus de escada em caracol em xisto, abóbadas e pavimento em tijolo (4 de junho de 1942). Os trabalhos de restauro prosseguiram, com interrupções pontuais por esgotamento de verbas, ao longo do restante da década.

No dia 10 de julho de 1951 realizou-se a cerimónia de entrega das chaves do paço ao presidente da Junta de Freguesia de Évora Monte.

Novas intervenções de conservação e restauro tiveram lugar no ano de 1964, mesmo ano em que foi aventada a sugestão de criação de um museu militar e guarda de documentos relacionados com a história da vila no paço de Évora Monte.

Em 1969 registou-se o desabamento de um dos torreões da muralha leste, datando de 28 de agosto desse mesmo ano o auto de vistoria e medição da reconstrução urgente do torreão e da seção de muralha vizinha que ruíram, com a remoção de alvenarias desligadas e a aplicação de alvenaria hidráulica nos panos de muralha.

Em 1970 os visitantes do paço eram recebidos pela família residente na denominada Casa da Convenção que detinha a chave. No ano seguinte (1971) nova intervenção de conservação e restauro teve lugar no monumento.

O então Presidente da República, almirante Américo Tomás, visitou a vila e o paço do castelo em 7 de outubro de 1973.

Um projeto de intervenção global teve lugar na década de 1980. Neste período destacou-se em 1987 uma crítica pública, expressa em carta à DGEMN e em material periódico por parte dos "Amigos do Castelo de Evoramonte" ao arquiteto Rui Couto, então responsável pelos trabalhos de restauro do Castelo de Évora Monte, devido à utilização de materiais diferentes dos originais e considerados antiestéticos. Durante algum tempo o paço esteve fechado ao público.

O imóvel foi afeto ao Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR) pelo Decreto-lei n.º 106F/92, publicado no Diário da Republica, 1.ª série A, n.º 126 de 1 de junho. Encontra-se afeto à Direcção Regional da Cultura do Alentejo pela Portaria n.º 1130/2007, publicada no Diário da República, 2.ª série, n.º 245, de 20 de dezembro (Portaria n.º 829/2009, publicada no Diário da República, 2.ª. Série, nº 163 de 24 de agosto?)

Em fevereiro de 2006 tiveram início as comemorações dos 700 anos do castelo.

Em nosso dias, na cerca da vila subsistem as suas quatro portas dionisianas originais: a Porta do Freixo, com o seu arco gótico e ladeada por dois torreões cilíndricos, ostenta a inscrição que se refere ao início da construção da cerca; a Porta do Sol, semelhante à do Freixo, mas a oeste; a Porta de São Brás, voltada para a ermida com o mesmo nome e que ainda tem os seus munhões (encaixes para o eixo de um canhão); e a Porta de São Sebastião, que dá acesso direto à estrada que nos leva à Ermida de São Sebastião.

Em nossos dias, na Torre / Paço do Castelo encontra-se instalada uma loja de apoio ao visitante.

Características

Exemplar de arquitetura militar e residencial, gótico e renascentista, de enquadramento urbano, a 474 metros acima do nível do mar. O conjunto é composto por castelo conjugando função de paço senhorial da fase de transição, e cerca urbana medieval e da fase de transição, estando integrado no contexto das intervenções feitas nos territórios pertencentes à casa de Bragança na época manuelina, constituindo um exemplo de adaptação à artilharia pirobalística, a par com o Castelo de Vila Viçosa. Apresenta desenho característico dos irmãos Diogo e Francisco de Arruda, tanto em termos da ornamentação manuelina, como nas características da fortificação de transição. Revela algumas afinidades com os bastiões da fortaleza francesa de Salsses (séculos XV e XVI), da torre de menagem do Castelo de Vincennes (século XIV e do Castelo de Rambures (séculos XIV e XV).

O castelo, em alvenaria de pedra e cantaria de granito, apresenta planta quadrangular com quatro torreões artilheiros tronco-cilíndricos nos vértices. A cerca urbana apresenta traçado triangular com cubelos circulares medievais a flanquear as portas, e torreões artilheiros de transição com canhoneiras.

A cerca urbana apresenta planta em forma de triângulo escaleno com cerca de 1000 metros de perímetro, e contorna toda a vila, seguindo a configuração do morro de Évora Monte. É composta por uma muralha em alvenaria de pedra irregular argamassada, integrando quatro torres semicirculares, cinco torreões artilheiros circulares, ameias de corpo largo e adarve que une todas as portas da vila e torres. Em alguns locais, a muralha foi implantada diretamente na rocha. Conservam-se quatro portas em arco quebrado – “Porta do Freixo”, “Porta de São Brás”, “Porta do Sol” (ou “da Vila”), e “Porta de São Sebastião” - e um postigo.

A “Porta do Freixo”, voltada a sul no sentido de Évora, é aparentemente a principal, apresentando portal de arco quebrado de moldura granítica sobrepujado por uma lápide dionisiana e ladeado por duas torres semicirculares, estando este conjunto flanqueado à esquerda por um torreão artilheiro cilíndrico. Sobre esta porta, na parede exterior das muralhas, encontra-se uma lápide bipartida em mármore branco de Estremoz que reza: "E : M : CCC : XXXX : / IIII : FERIA SEGU / NDO : XVI : DIAS : / DE IANEIRO : FOI : / COMECADO : ESTE : / CASTELO : POR MAN / NDADO : DO MVI : / NOBRE : SENHOR : / DON : DINIS : REI: DE : / PORT : E DO : ALGARVE : / [Era de Cristo de 1306]"

A Porta de São Brás, voltada a sudeste, encontra-se localizada no flanco ocidental, sensivelmente no meio do troço que corre entre os dois bastiões circulares, sendo constituída, no interior, por arco rebaixado, e, no exterior, por arco gótico assente em bases de granito ornamentado.

A “Porta do Sol” ou “da Vila”, voltada a leste, de onde lhe provém a toponímia, é constituída por vão em arco quebrado e cubelos flanqueantes, sendo de configuração similar à "Porta do Freixo".

A "Porta de São Sebastião", obra do século XV, está voltada a oeste e apresenta arco quebrado amplo, sendo a que se encontra mais próxima do paço. Terá sido alargada para permitir a passagem de animais de carga e apetrechos de guerra.

O Postigo, rasgado no troço de muralha entre o bastião da “Porta de São Sebastião” e o da “Porta do Sol”, constituía-se num acesso secundário, utilizado para permitir o acesso de pessoas à vila sem ser preciso abrir a porta principal. Encontra-se num local em que a espessura da muralha atinge os dois metros, sendo o local de mais difícil acesso e que seria, por isso, obstruído em períodos de guerra.

As quatro torres medievais semicirculares serviam de reforço defensivo às duas entradas que flanqueiam. Os cinco torreões cilíndricos artilheiros, assentes numa base quadrangular, possuem ameias largas no topo e canhoneiras de tijolo, tanto no intervalo dos merlões como no corpo do torreão.

O Paço está implantado na zona norte da vila, na sua cota mais elevada. Apresenta planta quadrangular com quatro torreões de planta circular - um em cada vértice - orientados segundo os quatro pontos cardeais. Cada torre possui três tambores de diâmetro decrescente, de que resulta um volume de forma telescópica. O corpo principal apresenta canhoneiras no remate. As quatro fachadas organizam-se em cada um dos lados do quadrado, entre duas das torres, com janelas dispostas de modo quase simétrico de molduras dos vãos graníticas. A fachada principal está virada a nordeste, nela se encontrando uma ampla porta em madeira de perfil quadrangular com ombreiras chanfradas em granito, possivelmente destinada a acesso de carros de tração animal, e duas janelas assimétricas, uma em cada piso. O corpo vertical está dividido em quatro pisos - piso térreo, segundo e terceiro pisos, e terraço -, cada um deles de planta quadrada, com cobertura de seis abóbadas de aresta equivalentes, suportadas por quatro colunas de capitéis lavrados, e acessos aos torreões cobertos por abóbada de berço. As paredes noroeste e sudoeste encontram-se diretamente assentes na rocha. O piso térreo é o que apresenta menor pé-direito. Possui, no interior, quatro colunas torsas de secção circular, assentes em bases quadradas decoradas com lóbulos nos ângulos e dupla gola envolvida em motivos de labaredas desde a gola inferior até ao início do fuste. Os capitéis têm três golas delgadas com decoração vegetalista nos dois espaços intermédios, revelando influência manuelina. Sobre as colunas assenta a abóbada abatida com nervuras duplas boleadas. No torreão norte encontra-se uma outra porta com arco de volta perfeita, em ângulo e uma escada em caracol com degraus graníticos, que liga ao terraço. O torreão oeste possui também uma escada em caracol de serventia do mesmo material, que liga ao segundo andar. Do lado sudoeste do piso térreo parte uma chaminé que atravessava os pisos superiores até ao terraço. O segundo piso, possui colunas de secção quadrada com chanfro, base quadrada com lóbulos e gola circular. Os capitéis octogonais irregulares são decorados nas quatro faces maiores com motivos anelares e triângulos invertidos na parte inferior. A cobertura é feita em abóbada semicircular com nervuras chanfradas em alvenaria. Neste piso, as colunas e abóbadas são idênticas às do primeiro, embora de perfil mais simples, com capitéis de seção octogonal de duas golas, em que a superior é torsa, e entre as quais se encontra uma ornamentação em botões. O terraço possui pavimento de tijoleira e é delineado por merlões chanfrados muito amplos, entre os quais se abrem canhoneiras. No torreão norte, sobre a abóbada que cobre o acesso ao terraço, encontra-se um marco geodésico. Os torreões apresentam, no interior, uma planta subrectangular, com paredes espessas, cobertura em abóbada de berço de arcos torais simples e as aberturas em arco pleno correspondentes às canhoneiras (aberturas estas que apresentam, por vezes, difícil acesso para manobrar uma peça de artilharia) conservando encaixes em cantaria para portadas. Cada piso do paço possui, em média, 139 m² de área útil, e todos apresentam frestas e canhoneiras em diferentes níveis da sua superfície. As portas de madeira ripada, desprovida de decoração, possuem batentes em ferro, e as janelas, gradeamento de ferro. A decoração interior é eminentemente vegetalista e restrita aos capitéis, bases de coluna e ângulos de vãos. O corpo principal é envolvido por dois cordões que delimitam a separação dos pisos e que se fecham em nós volumosos.



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Contribution

Updated at 01/11/2016 by the tutor Carlos Luís M. C. da Cruz.

Contributions with medias: Carlos Luís M. C. da Cruz (2).


  • Castle of Évora Monte

  • Castelo de Évora-Monte, Castelo de Evoramente

  • Castle

  • 1306 (AC)




  • Portugal


  • Restored and Well Conserved

  • National Protection
    O “Castelo de Evoramonte ou Évora Monte / Castelo e cerca urbana de Evoramonte” encontram-se classificados como Monumento Nacional por Decreto de 16 de junho de 1910, publicado no Diário do Governo n.º 136, de 23 de junho. A ZEP e a Zona "non aedificandi" encontram-se definidos por Portaria de 28 de junho de 1948, publicada no Diário do Governo, II Série, n.º 170, de 23 de julho.



  • (+351) 268 950 025


  • Tourist-cultural Center

  • ,00 m2

  • Continent : Europe
    Country : Portugal
    State/Province: Évora
    City: Estremoz



  • Lat: 38 -47' 44''N | Lon: 7 42' 58''W



  • Horário:
    VERÃO (junho a agosto)

    • Terça-feira: 14h - 18h
    • Quarta-feira a domingo: 10h-13h / 14h -18h

    INVERNO (setembro a maio)

    • Terça-feira: 14h - 17h
    • Quarta-feira a domingo: 10h - 13h / 14h - 17h

    Encerra:

    • Segunda-feira, terça-feira de manhã, 2.º fim-de-semana de cada mês, feriado municipal (quinta-feira da Ascensão) e seguintes feriados: 1 de janeiro; Domingo de Páscoa; 1 de maio, 25 de dezembro.








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