1.º Forte de Subserra

Vila Franca de Xira, Lisboa - Portugal

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O “1.º Forte de Subserra” (“Obra Militar n.º 114”), também referido como “Forte de Alhandra”, localizava-se próximo a Alhandra, na freguesia de União das Freguesias de Alhandra, São João dos Montes e Calhandriz, concelho de Vila Franca de Xira, distrito de Lisboa, em Portugal.

Situado na Serra de São Lourenço ou de Alhandra, integrava o Distrito Militar n.º 1, posição defensiva de Alhandra, no arranque da 1.ª Linha do sistema defensivo das Linhas de Torres Vedras. Tinha como função impedir que o inimigo atacasse o flanco esquerdo da posição, junto à Bateria de São Fernando (Obra Militar n.º 4) e, cruzando tiros com a Bateria Nova de Subserra (Obra Militar n.º 114a), obstar a uma progressão do inimigo pela estrada que ligava Arruda dos Vinhos a Alhandra através do vale de Subserra, que contornasse a posição de Alhandra,

História

Juntamente  com outros pequenos redutos e baterias com a mesma designação (Subserra), foi erguido a partir de fevereiro de 1810 e estava concluído em poucas semanas. A partir de outubro foi guarnecido por milícias ou ordenanças portuguesas, e artilheiros portugueses, enquadrados na retaguarda pela 2.ª Divisão do general Rowland Hill e, em Alhandra, por regimentos da Divisão portuguesa do major-general John Hamilton, que se opunham ao II Corpo do general Jean Reynier, baseado em Vila Franca de Xira.

Este forte hoje situa-se próximo a um monumento comemorativo do papel das Linhas de Torres Vedras na vitória das tropas anglo-portuguesas sobre os exércitos franceses. O monumento foi erguido no sítio do Reduto de Boavista (Obra Militar n.º 3), e as suas obras concluídas em 1883. Apresenta a forma de uma coluna, encimada por uma estátua da figura grega clássica de Hércules. Em 1911, duas placas foram-lhe adicionadas para reconhecer as contribuições de  Sir Richard Fletcher, que supervisionou a construção das linhas, e de José Maria das Neves Costa, em cujos  mapas topográficos originais Wellington baseou os seus planos para as linhas.

Foi declarado em Vias de Classificação, incluído no processo da “1.ª e 2.ª Linhas de Defesa a Norte de Lisboa durante a Guerra Peninsular, também conhecidas como Linhas de Torres, nos concelhos de Arruda dos Vinhos, Loures, Mafra, Sobral de Monte Agraço, Torres Vedras e Vila Franca de Xira, no distrito de Lisboa” (128 obras militares), pelo anúncio n.º 12/2013, publicado no Diário da República, 2.ª Série, n.º 9, de 14 de janeiro.

O conjunto das fortificações das Linhas de Torres Vedras foi declarado património nacional pela Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) no dia 1 de março de 2018, sendo classificado como Monumento Nacional em 21 de março de 2019.

Características 

Exemplar de arquitetura militar oitocentista, de enquadramento rural, isolado, na cota de 142 metros acima do nível do mar.

Apresentava planta pentagonal irregular, em terra apiloada recoberta por pedra, com 3 canhoneiras. Estava artilhado com 2 peças do calibre 9 e 1 peça do calibre 6. A sua guarnição era de 100 homens. Ao centro do terrapleno, dispunha-se o paiol.

  • 1.º Forte de Subserra

  • Obra Militar n.º 114, Forte de Alhandra

  • Redoubt

  • 1810 (AC)

  • 1810 (AC)


  • Maria I of Portugal

  • Portugal


  • Semiconserved Ruins

  • O conjunto das fortificações das Linhas de Torres Vedras foi declarado património nacional pela Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) no dia 1 de março de 2018, sendo classificado como Monumento Nacional em 21 de março de 2019.





  • Tourist-cultural Center

  • ,00 m2

  • Continent : Europe
    Country : Portugal
    State/Province: Lisboa
    City: Vila Franca de Xira



  • Lat: 38 -56' 28''N | Lon: 9 1' 23''W







  • Fortificação das Linhas de Torres Vedras



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