Forte de São Domingos de Gragoatá

Niterói, Rio de Janeiro - Brazil

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O Forte de Gragoatá está localizado num promontório rochoso na extremidade da antiga praia de São Domingos, no município de Niterói (Estado do Rio de Janeiro), hoje cortada pelo progresso, onde o Gragoatá (Cravatá ou Gravatá, designação genérica popular para a família das bromeliáceas) era a vegetação predominante, o que denominaria a posição.

Existem divergências entre os estudiosos acerca da data de início da sua primitiva fortificação: Salvador da Mata e Silva fixa-a em 1610, afirmando ser este o segundo forte mais antigo de Niterói (após a Bateria de Nossa Senhora da Guia, que remonta ao final do século XVI); os arquivos no IPHAN registram que um forte já existia em 1660, quando vários oficiais se dirigiram à Coroa portuguesa, solicitando a sua conservação e reparação; PIZARRO considera-o anterior a 1698, à vista da Carta-Régia de 17/nov desse ano (Memórias Históricas do Rio de Janeiro). Souza considera-o contemporâneo ao Forte da Boa Viagem, anterior a 1710 (SOUZA, 1885: 108-109).

Remonta a uma Bateria instalada a partir de 1696, pelo governador do Rio de Janeiro, Sebastião de Castro Caldas (1695-97), que reaparelhou as fortificações do Rio de Janeiro por temer represálias das suas instruções às autoridades da Ilha Grande, Ilha de São Sebastião e Vila dos Santos, negando acolhida a navios franceses na costa ao sul do Rio de Janeiro. Em posição dominante sobre um rochedo, cruzava fogos com a Bateria da Boa Viagem e com a Bateria da ilha de Villegaignon. A Carta-régia de 17/nov/1698 mandava pagar a Pedro Gomes e Pedro de Barros as obras realizadas na Bateria de São Domingos (PIZARRO, 1945), obras essas que apresentando problemas estruturais já em 1701, necessitam reparos, tendo o governador do Rio de Janeiro, Francisco de Castro Morais (1699-1702), responsabilizado esses dois empreiteiros por "falsificação das obras que haviam feito".

Não há informação se este forte secundou o fogo da Bateria da Boa Viagem ante a invasão do Rio de Janeiro pelo corsário francês René Duguay-Trouin (set/1711).

Uma relação do governador do Rio de Janeiro, Antônio de Brito Freire Meneses (1717-19), informa a Lisboa que a Bateria de São Domingos passava a contar com dez peças de ferro e 426 balas de diferentes calibres. A posição consta na "Relação geral de todas as praças fortificadas em torno do porto e cidade do Rio de Janeiro", de autoria do Brigadeiro Engenheiro Jacques Funck (07/out/1768).

Em 1735, contava com 9 peças, 6 de 18 libras e 3 de 24 libras, alguns dos maioroes calibres da época (CASTRO, 2009: 220).

O "Relatório do Marquês de Lavradio, Vice-Rei do Rio de Janeiro, entregando o Governo a Luiz de Vasconcellos e Souza, que o sucedeu no vice-reinado", datado do Rio de Janeiro em 19/jun/1779, informa: "Os pequenos redutos do Gravatá e Boa Viagem foram reedificados, que estavam inteiramente fora de serviço." (p. 427) (RIHGB, Tomo IV, 1842. p. 409-486.). Em 1781, estava armado com 8 peças. Na época de José Luís de Castro, 2° Conde de Resende (1790-1801) ocorreram grandes transformações no forte, seu armamento somava 9 canhões, 5 de 25 libras, 3 de 18 libras e 1 de 3 libras (Op. cit., 2009: 220).

Devido à grave crise econômica faceada pela regência, o Decreto de 24/dez/1831 manda desarmá-la. Em 1838, entretanto, encontrava-se artilhada por oito peças, e guarnecida por 70 praças, sob o comando do Major Antônio Salerno Toscano (GARRIDO, 1940: 108). A Portaria Ministerial de 09/mai/1848 encarrega o Coronel Engenheiro Antônio João Rangel de Vasconcelos de informar o estado da fortificação, fazendo recolher a artilharia que achasse abandonada. No contexto da Questão Christie (1862-65), a partir de 1863 procedem-se os reparos exigidos em sua estrutura, sendo ampliado (Op. cit., 1885: 109). Data dessa época, a cartela em mármore, no frontispício em cantaria do portão de acesso ao forte, que informa em latim: "Sendo Pedro II Imperador Constitucional do Brasil, foi acabada esta fortificação, no quadragésimo ano da independência da pátria - 1863". Encontra-se relacionada como "Caraguatá" entre as defesas do setor Norte (Litoral de Niterói) no "Mapa das Fortificações e Fortins do Município Neutro e Província do Rio de Janeiro" de 1863, no Arquivo Nacional (CASADEI, 1994/1995:70-71). As obras foram comandadas pelo Major Francisco Primo de Souza, foram realizados a abertura de um corte no morro atrás do forte, para servir de fossa; foi aberto um paiol de pólvora na rocha; os quartéis foram reconstruídos e as muralhas foram reforçadas. Como forma de estabelecer a comunicação entre as posições dos canhões durante um bombardeio, foram abertos túneis. A principal obra foi a construção de um “cavalero”, bateria alta, para complementar o fogo dos canhões do forte (Op. cit., 2009: 220-221).

Quando da proclamação da República (1889), o governo provisório do Presidente Marechal Deodoro da Fonseca (1889-91), reartilha e reguarnece as fortificações brasileiras. O Forte de São Domingos de Gragoatá recebe então artilharia moderna raiada (canhões Withworth e Krupp de 32 e 75mm). Eleito constitucionalmente em 1891, o Marechal Deodoro fecha o Congresso (03/nov/1891), buscando por um golpe militar a reforma da Constituição, ampliando os poderes do Executivo. Nesse momento, o Almirante Custódio José de Mello (1840-1902) e outros oficiais generais, organizam um bem sucedido contra-golpe que conduz à renúncia de Deodoro (23/nov), assumindo a Presidência o vice-Presidente Marechal Floriano Peixoto (1891-94). Rezando o Art. 42 da Constituição de 24/fev/1891 que "Se no caso de vaga, por qualquer causa, da Presidência ou da Vice-Presidência, não houverem ainda decorrido dois anos do período presidencial, proceder-se-á nova eleição.", e ocorrendo atritos políticos entre o presidente e o Almirante Custódio de Mello, este subleva a Marinha (nov/1893) exigindo o cumprimento da Constituição: iniciava-se a Revolta da Armada (1893-94).

O Forte de Gragoatá, ocupado por um batalhão de estudantes em defesa do governo, sob o comando do Tenente Edgard Francisconi Gordilho, mantém fogo sobre os rebeldes. Na madrugada de 09/fev/1894, os revoltosos desembarcam na Armação em Niterói, na tentativa de assalto ao Forte de Gragoatá, onde o Batalhão Acadêmico, com o apoio da Fortaleza de Villegaignon e da Fortaleza da Ilha das Cobras, resistia sob o fogo do Encouraçado Tiradentes [Aquidabã?] e do Cruzador República. O Almirante Saldanha da Gama (1846-95) ordena então que o fogo do Encouraçado Aquidabã, sob o comando do futuro Almirante Alexandrino de Alencar, se concentre em Gragoatá, matando com uma granada os voluntários José Pereira de Gouveia e Luís Nicanor Lucas. Sem se render, e arruinado pelo fogo dos revoltosos, finda a Revolta da Armada (13/abr/1894), dois dias após o Forte de Gragoatá é visitado pelo Presidente Marechal Floriano Peixoto, que em homenagem muda o seu nome para Forte Batalhão Acadêmico.

Com as obras de modernização do Forte da Laje, iniciadas em 1896 para receber canhões Krupp em cúpulas de aço, Gragoatá recebe o seu material bélico, que mantém até à transferência do mesmo em 1898 para a ilha do Boqueirão. Nessa época, a fortificação passa a ser guarnecida pelo 6º Batalhão de Artilharia do Exército, comandado pelo Alferes Cândido José do Nascimento.

Desarmado em 3 de março de 1916, desde 1936 a comunidade local mobiliza-se para utilizar as instalações do forte como espaço cultural e de lazer. Nesse ano, o grupamento de escoteiros da Boa Viagem, sob a orientação do Almirante Benjamim Sodré, retira das águas um velho canhão colonial de alma lisa, carcomido pela ferrugem, além de um obuseiro datado de 1861, contemporâneo da reforma de 1863. Dois anos mais tarde, em 1938, viria o tombamento pelo Patrimônio Histórico e Artístico Cultural. Por iniciativa do interventor federal, Almirante Ernâni do Amaral Peixoto (1937-45), o Ministério da Guerra cede o imóvel ao Governo do Estado do Rio de Janeiro, para que nele seja abrigado o Monumento e Museu da Fundação da República, criado em 26/ago/1941. Com a mesma finalidade, a Prefeitura Municipal de Niterói (gestão Barros Júnior), promove em 1943 obras de melhoria do entorno, construindo um jardim público, com bancos e replantio de flores e gramados, atendendo à comunidade. O prosseguimento das obras, bem como o projeto do Museu não foram concretizados em função do ingresso do Brasil na 2ª Guerra Mundial (1939-45).

Em 1952, sendo governador do estado do Rio de Janeiro, Ernâni do Amaral Peixoto (1951-54), o imóvel abriga a seção fluminense da Colônia de Pintores do Brasil, por iniciativa do artista-plástico Levino Fânzeres (1884-1956), instituição por ele fundada para o ensino livre de pintura, numa experiência de curta duração. Ao final da década de 50, o imóvel revertendo ao Ministério da Guerra, abrigou a 3ª Brigada de Artilharia de Costa, sediando atualmente a 2ª Brigada de Infantaria Motorizada (Brigada Ararigbóia). Em excelente estado de conservação, são dignos de nota a vista dos merlões e guaritas, os antigos canhões e morteiro inglês do século XIX, a galeria subterrânea dos paióis, e a bateria elevada. As visitas necessitam ser agendadas com a Comunicação Social do Forte, à Praia de Gragoatá 145, no bairro de Gragoatá, em Niterói.

 



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Arquivo Noronha Santos
Link para o Arquivo Noronha Santos, pertencente ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional -IPHAN, que dispõe de uma base de dados sobre os bens culturais tombados nacionalmente, inclusive as fortificações no Brasil. Para encontrar as fortificações, faça uma pesquisa (busca) na seção Livros do Tombo.

http://www.iphan.gov.br/ans/inicial.htm
Forte de São Domingos de Gragoatá
Página da Enciclopédia Wikipédia versando sobre o Forte de São Domingos de Gragoatá, que se localiza num promontório rochoso na extremidade da antiga praia de São Domingos (assim denominada devido à capela de São Domingos, erguida em 1652, atual Igreja Matriz de São Domingos), hoje cortada pelo progresso, no bairro de Gragoatá, município de Niterói, no Estado do Rio de Janeiro, no Brasil.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Forte_de_S%C3%A3o_Domingos_de_Gragoat%C3%...
Fortificações de Niterói
Website Cultura Niterói, da Secretaria de Cultura e Fundação de Arte de Niterói, versando sobre a Fortaleza de Santa Cruz, e os Fortes Barão do Rio Branco, do Imbuí, São Luiz do Pico, Gragoatá e da Boa Viagem. Todas as fortificações localizam-se na cidade de Niterói, Estado do Rio de Janeiro.

http://www.culturaniteroi.com.br/modules.php?op=modload&name=Sections&...
Fortificações de Niterói
Website da Associação dos Taxistas do Campo de São Bento versando sobre os Fortes da Boa Viagem, do Gragoatá, do Imbuí e Barão do Rio Branco, do Pico, e sobre a Fortaleza de Santa Cruz. Todas as Fortificações localizam-se ou localizavam-se na cidade de Niterói, Estado do Rio de Janeiro.

http://www.taxicamposaobento.com/pontos/fortes.htm
Fortificações do Rio de Janeiro
Website da Fundação Cultural Exército Brasileiro, versando sobre as seguintes fortificações do Estado do Rio de Janeiro: Forte de Copacabana, Fortaleza de Santa Cruz, Forte do Vigia, Fortaleza da Conceição, Forte Barão do Rio Branco, Forte Tamandaré, Forte do Imbuí, Fortaleza de São João, Forte de São Luiz, Forte da Barra, Forte Marechal Hermes e Forte de Gragoatá.

http://www.funceb.org.br/espacoCultural.asp
Forte de São Domingos de Gragoatá
Website Niterói Turismo, versando sobre o Forte de São Domingos de Gragoatá, que se localiza na cidade de Niterói, Estado do Rio de Janeiro.

http://www.neltur.com.br/port/aondeir_fort_grago.htm
Forte de Gragoatá
Website Mega Bairro, apresenta informações acerca do Forte de Gragoatá, que se localiza num promontório rochoso na extremidade da antiga praia de São Domingos, no município de Niterói (Estado do Rio de Janeiro).

http://www.megabairro.com.br/turismo/pontoturistico.php?ch=285&tr=ad92...

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  • Forte de São Domingos de Gragoatá

  • Forte de Gragoatá, Forte de São Domingos, Forte Batalhão Acadêmico

  • Fort

  • 1610 (AC)



  • Sebastião de Castro Caldas

  • Portugal


  • Restored and Well Conserved
    Em excelente estado de conservação, são dignos de nota a vista dos merlões e guaritas, os antigos canhões e morteiro inglês do século XIX, a galeria subterrânea dos paióis, e a bateria elevada.

  • National Protection
    Patrimônio Histórico Nacional.
    Livro de Belas Artes: Inscrição:100, Data:24-5-1938. Livro Histórico: Inscrição:051, Data:24-5-1938.
    Nº Processo:0155-T-38.





  • Military Active Unit
    Atualmente a fortaleza é sede do Exército. Brigada de Infantaria, 2. Promove-se mensalmente cerimônias cívicas.

  • ,00 m2

  • Continent : South America
    Country : Brazil
    State/Province: Rio de Janeiro
    City: Niterói

    O Forte de Gragoatá está localizado num promontório rochoso na extremidade da antiga praia de São Domingos, no município de Niterói (Estado do Rio de Janeiro), hoje cortada pelo progresso, onde o Gragoatá (Cravatá ou Gravatá, designação genérica popular para a família das bromeliáceas) era a vegetação predominante, o que denominaria a posição.


  • Lat: 22 54' 11''S | Lon: 43 8' 13''W



  • As visitas necessitam ser agendadas com a Comunicação Social do Forte, à Praia de Gragoatá 145, no bairro de Gragoatá, em Niterói.


  • Uma relação do governador do Rio de Janeiro, Antônio de Brito Freire Meneses (1717-19), informa a Lisboa que a Bateria de São Domingos passava a contar com dez peças de ferro e 426 balas de diferentes calibres. A posição consta na "Relação geral de todas as praças fortificadas em torno do porto e cidade do Rio de Janeiro", de autoria do Brigadeiro Engenheiro Jacques Funck (07/out/1768).
    Em 1735, contava com 9 peças, 6 de 18 libras e 3 de 24 libras, alguns dos maioroes calibres da época (CASTRO, 2009: 220).
    Em 1781, estava armado com 8 peças. Na época de José Luís de Castro, 2° Conde de Resende (1790-1801) ocorreram grandes transformações no forte, seu armamento somava 9 canhões, 5 de 25 libras, 3 de 18 libras e 1 de 3 libras (Op. cit., 2009: 220).
    Em 1838, entretanto, encontrava-se artilhada por oito peças, e guarnecida por 70 praças, sob o comando do Major Antônio Salerno Toscano (GARRIDO, 1940: 108).
    Quando da proclamação da República (1889), no governo provisório do Presidente Marechal Deodoro da Fonseca (1889-91), o forte de São Domingos de Gragoatá recebe então artilharia moderna raiada (canhões Withworth e Krupp de 32 e 75mm).

  • O Forte de Gragoatá é constituído por um terrapleno poligonal irregular, cercado por muralha robusta.

  • A fortaleza sofreu reformas à época da "Questão Christie", que a deixaram com as formas semelhantes às atuais.




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