Fort of the Wise Men

Natal, Rio Grande do Norte - Brazil

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A “Fortaleza da Barra Grande dos Reis Magos”, (GALVÃO, 1979) popularmente referida como “Forte dos Reis Magos”, localiza-se na cidade e município de Natal, no estado do Rio Grande do Norte, no Brasil.

História

Antecedentes

No contexto da Dinastia Filipina (1580-1640), sob o reinado de Filipe II de Espanha (1554-1598), quando da conquista do litoral nordeste do Brasil, então ameaçada por corsários franceses que ali traficavam o pau-brasil ("Caesalpinia echinata"), a barra do rio Grande (do Norte) foi alcançada por forças portuguesas sob o comando do Capitão-mor da Capitania de Pernambuco, Manuel de Mascarenhas Homem, com ordens para iniciar uma fortificação.

Para a defesa do acampamento junto à praia, foi iniciada uma paliçada de campanha, em estacada e taipa, com planta no formato circular, à moda indígena, a 6 de janeiro de 1598 (dia dos Santos Reis), enquanto se procedia à escolha do local definitivo para a fortificação ordenada pela Coroa. Foi escolhido um recife à entrada da barra, ilhado na maré alta e que, na vazante, permitia a comunicação com terra firme. (SOUSA, 1885:75)

O forte seiscentista

A planta do novo forte, traçada no Reino em 1597, atribuída ao padre jesuíta Gaspar de Samperes (ou Gonçalves de Samperes), "mestre nas traças de engenharia na Espanha e Flandres" e discípulo do arquiteto militar italiano Giovanni Battista Antonelli, apresentava a forma clássica do forte marítimo seiscentista: um polígono estrelado, com o ângulo reentrante voltado para o Norte, construído em "taypa, estacada e area solta entulhada". As suas obras ficaram a cargo de seu primeiro comandante, Jerônimo de Albuquerque Maranhão (1548-1618).

O seu segundo comandante foi João Rodrigues Colaço (GARRIDO, 1940:48), e a fortificação estava em condições de defesa já no início de 1602, artilhada e guarnecida por um destacamento de 200 homens. Encontra-se representada por João Teixeira Albernaz, o velho, na obra atribuída a Diogo de Campos Moreno (Livro que dá Razão ao Estado do Brazil, c. 1616. Biblioteca Pública Municipal do Porto), no canto superior esquerdo do mapa do Rio Grande, como "Pranta do Forte que defende a barra do Rio Grande" (petipé em braças craveiras), artilhado com 10 peças em suas carretas, atirando à barbeta. Esta iconografia já reflete as obras de reconstrução executadas a partir de 1614, com planta do Engenheiro-mor e dirigente das obras de fortificação do Brasil, Francisco de Frias da Mesquita (1603-1634), quando adquiriu a atual conformação. Na ocasião, as suas muralhas foram melhoradas, recebendo contrapiso e contrafortes de reforço pelo lado do mar, bem como obras internas de habitação, em edifícios de dois pavimentos, que ficaram concluídas em 1628.

O domínio neerlandês

No contexto da segunda das Invasões holandesas do Brasil (1630-1654), a "Memória" de 20 de maio de 1630, oferecida aos dirigentes da Companhia Neerlandesa das Índias Ocidentais (WIC) em Pernambuco por Adriaen Verdonck, refere-se a esta praça:

"Da cidade do Rio Grande [Natal] ao forte chamado os Três Reis Magos há apenas a distância duma pequena meia milha [c. 2 quilômetros], e esse forte é o melhor que existe em toda a costa do Brasil, pois é muito sólido e belo e está armado com 11 canhões de bronze, todos meios-canhões, muitas colubrinas e ainda 12 ou 13 canhões de ferro, estes porém imprestáveis; na entrada do mesmo forte há também 2 peças e daí chega-se ao paiol da pólvora; as muralhas podem ter de 9 a 10 palmos de espessura e são dobradas, tendo o intervalo cheio de barro; ordinariamente há poucos víveres no forte, porque entre esses portugueses não reina muita ordem; a guarnição consta habitualmente de 50 a 60 soldados pagos e com a maré cheia o forte fica todo cercado d'água, de modo que ninguém dele pode sair nem nele pode entrar."

Após uma primeira tentativa de assalto por Vandenbourg, frustrada em dezembro de 1631, em dezembro de 1633 inicia-se nova invasão neerlandesa: vindos do Recife em 15 navios sob o comando do Almirante Jan Cornelisz Lichthart, uma tropa de 800 soldados desembarca na Ponta Negra sob o comando do Tenente-coronel Byma, cercando o forte numa operação combinada terrestre e naval. Guarnecido por 85 homens sob o comando do Capitão Pedro Gouveia (SOUSA, 1885:75), e artilhado por 9 peças de bronze e 22 de ferro, após uma semana de assédio, ferido o comandante da praça, à revelia deste foi negociada a rendição por alguns ocupantes, entre os quais Domingos Fernandes Calabar (1609-1635).

Ocupada de 12 de dezembro de 1633 a fevereiro de 1654, com o nome de Castelo Ceulen (“Kasteel Keulen”), homenagem a Matthijs van Ceulen, um dos dirigentes colegiados da WIC no Brasil de 1633-1634. O capitão Joris Garstman foi o primeiro neerlandês a comandá-la e o conde Maurício de Nassau (1604-1679) mandou repará-la (1638).

A seu respeito, Nassau, no "Breve Discurso", datado de 14 de janeiro de 1638, sob o tópico "Fortificações", reporta:

"(…) o Castelo Ceulen, no Rio Grande, situado sobre o arrecife de pedra na entrada da barra. Construído de pedra de cantaria, é muito elevado, e tem muito grossas e fortes muralhas. Na frente, para o lado de terra, tem uma forma de hornaveque, isto é, uma cortina, com dois meio baluartes e provido, segundo o velho estilo, de orelhões e casamatas. Diante dos outros três lados há tenalhas.

Este forte está sujeito às altas dunas que lhe ficam a tiro de arcabuz, e são tão elevadas que delas se pode ver pelas canhoneiras o terrapleno, e daí tirar à bala o sapato dos pés aos do castelo. Quando nós o cercamos, assentamos a nossa artilharia sobre as dunas, e fizemos um fogo tal que ninguém podia permanecer na muralha. Mas este defeito foi remediado, levantando-se sobre a muralha da frente, contra o parapeito de pedra, um outro de terra à prova de canhão, e com isto todo o forte da parte de cima está coberto e resguardado.

E como de maré cheia este forte fica cercado de água, e tem que resistir ao embate do mar, está um pouco danificado na parte inferior, o que se reparará, construindo-se de pedra e cal uma nova base.

O Castelo está bem provido de artilharia: além das peças que nele foram tomadas, puseram-se-lhe mais duas de calibre 4, que estavam nas caravelas que achamos no rio, quando o fomos cercar.
" (Op. cit.)

O "Relatório sobre o estado das Capitanias conquistadas no Brasil", de autoria de Adriaen van der Dussen, datado de 4 de abril de 1640, complementa, atribuindo-lhe a Companhia do Capitão Bijler, com um efetivo de 88 homens:

"(…) o Castelo Keulen no Rio Grande; foi construído de pedras, é muito alto e tem do lado de terra dois meio-baluartes com orelhões e casamatas do estilo antigo, mas tanto as cortinas como os baluartes [são] exíguos e pequenos, não tendo flancos nos demais lados; foi construído próximo do mar, além das dunas, em um arrecife, a um tiro de mosquete da barra. À distância de um tiro de fuzil do forte há dunas tão altas ou quase tão altas quanto ele, de modo que delas são dominadas as passagens da muralha do Castelo, o que agora se procurou impedir com a construção de travessões ao longo da muralha, com os quais ficou resguardado o forte e livre do perigo de ser canhoneado. Nesse Castelo contam-se 10 peças de bronze, a saber: 4 de 12 libras, 1 de 10 lb, 3 de 8 lb, 1 de 7 lb e 1 de 3 lb, e mais 16 de ferro, a saber: 1 de 6 lb, 4 de 4 lb, 7 de 3 lb e 4 de 2 lb nas casamatas, 1 de 4 lb e 2 de 3 lb dentro da porta externa, todas espanholas." (Op. cit.)

BARLÉU (1974) transcreve a informação: "No Rio Grande o forte de Ceulen está a cavaleiro do mar, muito bem amparado pela sua posição e construção, e por dez canhões de bronze e dezesseis de ferro." (op. cit., p. 144). Atribui-lhe, porém, um efetivo de apenas 82 homens. (Op. cit., p. 146)

Foi nos calabouços desta praça que o ex-governador do Pará e Maranhão, Bento Maciel Parente, terminou os seus dias, aprisionado contra as leis de guerra, após a capitulação de São Luís do Maranhão (1 de fevereiro de 1642). Em 1654, após a capitulação neerlandesa em Recife, quando o Coronel Francisco de Figueiroa, por ordem do mestre-de-campo general Francisco Barreto de Menezes, chegou para ocupar esta fortaleza, a mesma já havia sido abandonada pelas forças neerlandesas (SOUSA, 1885:76).

A fortificação no século XIX

As dependências do forte serviram como prisão política para os implicados na Revolução Pernambucana de 1817. Entre eles destacou-se o seu líder no Rio Grande do Norte, André de Albuquerque, que faleceu em uma das suas celas, vítima de ferimento, naquele mesmo ano.

No contexto da Questão Christie (1862-1865) sofreu reparos em 1863 e, posteriormente, em 1874 (GARRIDO, 1940:50). SOUZA (1885) refere que, à época (1885), as suas muralhas se encontravam derrocadas, jazendo as suas 14 peças de artilharia por terra (op. cit., p. 76).

Do século XX aos nossos dias

Durante a Primeira Guerra Mundial (1914 - 1918) o forte esteve guarnecido por uma Bateria Independente de Artilharia de Costa. (GARRIDO, 1940:50)

Foi tombado pelo Patrimônio Histórico desde 1949 e esteve sob a administração da Fundação José Augusto, fundação pública ligada ao Governo do Rio Grande do Norte, de 1965 até novembro de 2013. Desde então tem estado sob a administração do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional/Rio Grande do Norte (IPHAN/RN)

Em 2005 teve lugar intervenção de conservação em restauro, com recursos do IPHAN/RN. A instituição empreendeu nova intervenção entre 2014 e 2015, quando foram empreendidas escavações arqueológicas e obras de recuperação da passarela de acesso ao forte.

Em janeiro de 2014, a gestão do edifício foi transferida para o IPHAN.

Características

Exemplar de arquitetura militar, abaluartado, marítimo.

O atual forte apresenta planta poligonal irregular, erguido em alvenaria de pedra e cal. Em torno do terrapleno, ao abrigo das muralhas, encontram-se dispostas a Casa de Comando, os Quartéis e os Depósitos; ao centro, ergue-se uma edificação de planta quadrangular, em dois pavimentos:

• no inferior, situa-se a Capela, apresentando vãos em arco pleno;

• no superior, acedido externamente por uma escada em dois lances e através de uma porta de verga reta, dispõe-se a Casa da Pólvora, coberta por uma cúpula piramidal. Nos vértices desta pirâmide, cunhais, cornija e pináculo completam o conjunto.

No terrapleno abre-se, ainda, a cisterna.

O acesso ao forte é feito por uma passarela, da praia ao passadiço e, a partir daí, através de uma arcada à direita, saindo para o corredor. Outra escada dá acesso ao terrapleno e ao portão para a praça.

As suas características foram assim descritas por Câmara Cascudo:

"O forte se erguia, a setecentos e cinquenta metros da barra, em cima do arrecife, ilhado nas marés altas. É lugar melhor e mais lógico, anunciando e defendendo a cidade futura. A planta é do jesuíta Gaspar de Samperes, que fora mestre nas traças de engenharia, na Espanha e Flandres, antes de pertencer à Companhia de Jesus. É a forma clássica do forte marítimo, afetando o modelo do polígono estrelado. O tenalhão abica para o norte, mirando a barra, com os dois salientes. No final, a gola termina por dois baluartes. O da destra, na curvatura, oculta o portão, entrada única, ainda defendida por um cofre de flanqueamento, para quatro atiradores e, sobrepostos à cortina ou gola, os caminhos de ronda e uma banqueta de mosquetaria. Com sessenta e quatro metros de comprimento, perímetro de duzentos e quarenta, frente e gola de sessenta metros, o forte artilhava-se de maneira irrepreensível. Atiraria por canhoneiras e a mosquetaria pela gola em seteira no cofre ou de visada na banqueta. A artilharia principal atirava à barbeta." (CÂMARA CASCUDO, Luís da. História da Cidade do Natal, 3.ª ed.)



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Website Fortaleza Virtual, versando sobre o Forte dos Reis Magos, que se localiza no lado direito da barra do rio Grande, atual Potengi, na cidade do Natal, no litoral do Estado do Rio Grande do Norte. O website apresenta ambiente de realidade virtual, assim como a história do forte.

http://www.techvirtual.com.br/site_forte/index.html
Icofort Brazil
The International Scientific Committee on Fortifications and Military Heritage (ICOFORT) - www.icofort.org - is the committee of ICOMOS that aims to conduct specialized research, promoting professional exchange in the conservation of the fortifications and military heritage and foster international cooperation for identification, protection and preservation of fortifications, structures, landscapes and military installations. The ICOFORT BRAZIL began its activities in 2013 and will intend to reproduce in this country all the aims of the international ICOFORT.

http://www.brasil.icofort.org/
Forte dos Reis Magos
Website Natal Trip, versando sobre o Forte dos Reis Magos, que está localizado na cidade de Natal, estado do Rio Grande do Norte.

http://www.nataltrip.com/index.php?Fa=atr.inf&ATR_ID=5
Fortificações no Brasil
Website Brasil Viagem, com textos versando sobre as seguintes fortificações localizadas no Brasil: Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro; Fortaleza de Santa Cruz, no Rio de Janeiro; Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção, no Ceará; Forte do Castelo, no Pará; Forte dos Reis Magos, no Rio Grande do Norte.

http://www.brasilviagem.com/materia/?CodMateria=52&CodPagina=184
Forte dos Reis Magos
Website Itrip, versando sobre o Forte dos Reis Magos, que está localizado na cidade de Natal, no litoral do Estado do Rio Grande do Norte.

http://www.itrip.com.br/dicas/natal-rn/forte-dos-reis-magos-1335
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http://www.sandrofortunato.com.br/tafalado/natalnaintegra/roteiro/fort...
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http://www.natal-brazil.com/portugues/entretenimentos/forte-dos-reis-m...
Fortaleza da Barra do Rio Grande
Página da Enciclopédia Wikipédia versando sobre a Fortaleza da Barra do Rio Grande, popularmente conhecida como Forte dos Reis Magos ou Fortaleza dos Reis Magos, que se localiza na cidade de Natal, no Estado do Rio Grande do Norte, no Brasil.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Forte_dos_Reis_Magos
Arquivo Noronha Santos
Link para o Arquivo Noronha Santos, pertencente ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional -IPHAN, que dispõe de uma base de dados sobre os bens culturais tombados nacionalmente, inclusive as fortificações no Brasil. Para encontrar as fortificações, faça uma pesquisa (busca) na seção Livros do Tombo.

http://www.iphan.gov.br/ans/inicial.htm
10 fortes militares históricos viram ponto turísticos, no Brasil
Matéria da edição virtual da revista Casa Vogue de 22/12/2015, que versa sobre dez fortificações no Brasil que hoje são pontos turísticos importantes.

http://casavogue.globo.com/Arquitetura/noticia/2015/12/10-fortes-milit...

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  • National Protection
    Patrimônio Histórico Nacional.
    Livro Histórico: Inscrição:256, Data:13-5-1949.
    Nº Processo:0394-T-49.



  • +55 (84) 3202-9006


  • Historical museum
    Museu de Artes Populares

  • ,00 m2

  • Continent : South America
    Country : Brazil
    State/Province: Rio Grande do Norte
    City: Natal

    Av. Praia do Forte, s/nº, Santos Reis
    Natal, RN, 59010-000
    Brasil


  • Lat: 5 45' 23''S | Lon: 35 11' 42''W



  • De terça a domingo, das 8h00 às 16h00;

    Encerra às sgundas;

    Programas e agendamentos especiais para escolas públicas e privadas.



  • Sua planta primitiva apresentava a forma clássica do forte marítimo seiscentista: um polígono estrelado, com o ângulo reentrante voltado para o Norte, construído em "taypa, estacada e area solta entulhada".
    De forma quadrada e construção em pedra, a casa de pólvora possui vãos em arco pleno pelos lados, escada de dois lances para compartimento superior, com porta de acesso de verga reta e cobertura em cúpula piramidal. Possui cunhais, cornija e pináculo nos cantos e na ponta da cúpula. Entre as muralhas e ao redor da praça das armas, se verifica a existência de construções como a cada de comando, com três pavimentos e dois pavimentos, tendo janelas e portas de vergas e coberturas com caimentos para praça. A construção, em três pavimentos, tem cobertura de quatro águas e escada de pedra.
    Fonte: Disponível em: <http://www2.iphan.gov.br/ans/inicial.htm>. Acesso em 15/05/2008.


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