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Castle of São Jorge

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O “Castelo de São Jorge” localiza-se na freguesia de Santa Maria Maior, na cidade, concelho e distrito de Lisboa, em Portugal.

O seu atual nome remonta ao século XVI, quando João I de Portugal (1385-1433) o colocou sob a invocação de São Jorge. O seu atual aspeto deve-se à vasta campanha de obras de reconstrução empreendida pelo Estado Novo Português na década de 1940.

Em posição dominante sobre a mais alta colina do centro histórico de Lisboa, constitui-se num dos locais mais visitados pelos turistas na cidade, que do alto de seus muros desfrutam de amplo panorama sobre a Baixa e o estuário do rio Tejo.

História

Antecedentes

Os testemunhos arqueológicos atestam que a primitiva presença humana na área remonta ao século VI a.C., vindo a ser posteriormente ocupada por Fenícios, Gregos e Cartaginenses. As informações históricas, entretanto, iniciam-se apenas no contexto da conquista da Hispânia pelas legiões romanas, quando era denominada Olisipo. Serviu, a partir de 139 a.C. como base das operações do Cônsul Décimo Júnio Bruto, contra os núcleos de Lusitanos dispersos após o assassinato de seu líder, Viriato, quando se admite que aqui teria, por esse motivo, existido algum tipo de estrutura defensiva. Posteriormente, em 60 a.C., tendo o então Propretor Caio Júlio César concluído a conquista definitiva da Lusitânia, concedeu à povoação o título de “Felicitas Julia”, permitindo aos seus habitantes o privilégio da cidadania romana.

Diante das invasões do Império pelos bárbaros, às quais a península não ficou imune, a cidade foi conquista pelos Suevos sob o comando de Maldras, nos meados do século V, e, poucos anos mais tarde, pelos Visigodos sob o comando de Eurico, vindo a tornar-se definitivamente Visigoda sob o reinado de Leovigildo.

Mais tarde, no século VIII, caiu sob o domínio muçulmano, passando a denominar-se Al-Ushbuna ou Lissabona. As descrições dos seus geógrafos referem a existência da fortificação com as suas muralhas, as quais defendiam a "quasabah" (alcáçova), o centro do poder político e militar da cidade. A chamada "Cerca Moura", edificada no período tardo-romano, foi reconstruída e ampliada durante o período muçulmano.

No contexto da Reconquista cristã da península, a sua posse oscilou ao sabor das investidas cristãs, que a colimavam como alvo à margem do rio Tejo. Dessa forma, foi conquistada inicialmente por Afonso II das Astúrias, em contraofensiva em 796. Na ocasião a cidade foi saqueada e as forças cristãs, demasiado distantes de sua base na região de Entre-Douro-e-Minho, retiraram-se em seguida. Idêntico sucesso repetiu-se no reinado de Ordonho III de Leão, sob o comando deste soberano, tendo a cidade sofrido severos danos.

Integrante dos domínios da taifa de Badajoz, no alvorecer do século XII, diante da ameaça representada pelas forças de Yusuf ibn Tashfin, que, oriundas do Norte de África, haviam passado à península visando a conquista e reunificação dos domínios Almorávidas, o governante de Badajoz, Mutawaquil, entregou-a, juntamente com Santarém e Sintra, na Primavera de 1093, a Afonso VI de Leão e Castela, visando uma aliança defensiva que não se sustentou. Envolvido com a defesa dos seus próprios territórios, o soberano cristão não foi capaz de assistir o governante mouro, cujos territórios vieram a cair, no ano seguinte, diante dos invasores. Desse modo, Lisboa, Santarém e Sintra permaneceriam domínios muçulmanos, agora sob os Almorávidas.

O castelo medieval

No contexto da Reconquista cristã da península Ibérica, após a conquista de Santarém, as forças de Afonso I de Portugal (1143-1185), com o auxílio de cruzados normandos, flamengos, alemães e ingleses que se dirigiam à Terra Santa, investiu contra esta fortificação muçulmana, que capitulou após um duro cerco de três meses (1147), como narrado no manuscrito "De expugnatione Lyxbonensi", carta escrita por um cruzado inglês que tomou parte na conquista. Uma lenda surgida mais tarde reza que o cavaleiro Martim Moniz, que se destacara durante o cerco, ao perceber uma das portas do castelo entreaberta, sacrificou a própria vida ao interpor o próprio corpo no vão, impedindo o seu encerramento pelos mouros e permitindo o acesso e a vitória dos companheiros.

Como preito de gratidão, o castelo, agora cristão, foi colocado sob a invocação do mártir São Jorge, a quem muitos cruzados dedicavam devoção. No dia da conquista, 25 de outubro, comemora-se hoje o "Dia do Exército", instituição que, no país, tem São Jorge como padroeiro.

Poucas décadas mais tarde, entre 1179 e 1183, o castelo resistiu com sucesso às forças muçulmanas que assolaram a região entre Lisboa e Santarém.

A partir do século XIII, alçando-se Lisboa a capital do reino (1255), o castelo conheceu o seu apogeu: Afonso III de Portugal (1248-1279) promoveu-lhe obras de reparação no palácio ou casa de habitação do governador (c. 1265), e seu sucessor, Dinis I de Portugal (1279-1325) transformou a antiga alcáçova mourisca em Paço Real – o Paço da Alcáçova (c. 1300). Nesse período, os terramotos que afetaram a cidade em 1290, 1344 e 1356, causaram-lhe danos.

Sob o reinado de Fernando I de Portugal (1367-1383), no contexto das chamadas Guerras Fernandinas (1369-1382), esteve mobilizado diante do cerco castelhano de fevereiro e março de 1373, quando os arrabaldes da capital chegaram a ser saqueados e incendiados. Naquele ano deu-se início à nova cerca da cidade, a chamada “Cerca Nova” ou “Muralha Fernandina”, concluída dois anos mais tarde, e que se prolongava até à atual Baixa. Nesta obra trabalharam os mestres João Fernandes e Vasco Brás. Na 3.ª guerra fernandina os arrabaldes da cidade foram novamente alvo das investidas castelhanas (março de 1382). Acredita-se que a partir deste reinado, e até ao de Manuel I de Portugal (1495-1521), a chamada Torre de Ulisses tenha sido utilizada para guardar os documentos antigos.

No decurso da crise de sucessão e 1383-1385, Lisboa foi duramente assediada pelas forças de João I de Castela (1384).

João I de Portugal (1385-1433) promoveu o atulhamento do antigo fosso, e colocou o castelo sob a invocação de São Jorge, de quem era devoto, e que alçou à categoria de padroeiro do reino, em substituição a Santiago Maior.

Sob Afonso V de Portugal (1438-1481) tem lugar obras de remodelação no castelo. Gil Pires foi nomeado carpinteiro das obras do castelo (9 de dezembro de 1448), com o ordenado de 400 reais brancos, sucedendo a Afonso Esteves. Em 1 de setembro de 1485 foi nomeado mestre de pedraria dos paços Fernão da Ribeira.

Nestas funções de Paço Real, no reinado de Manuel I de Portugal (1495-1521) o castelo foi palco da recepção a Vasco da Gama, após a descoberta do caminho marítimo para a Índia, no final do século XV, e da estreia, em 1502, do “Monólogo do Vaqueiro”, de Gil Vicente, primeira peça de teatro português, comemorativa do nascimento do futuro João III de Portugal (1521-1557). Neste ano (1502), a Corte foi transferida para o chamado “Paço da Ribeira”, passando as dependências do castelo a ser utilizadas como aquartelamento de tropas. Nesse período teve lugar avaliação das obras das muralhas pelos pedreiros Afonso Rodrigues e João Afonso (1509) e, posteriormente, diante da derrocada da Porta da Cruz, foi procedida a sua medição por Pedro Luís (31 de maio de 1519).O terramoto de 1531 causou alguma ruína no Paço da Alcáçova. O castelo voltaria a sofrer com os terramotos de 1551, 1597 e 1699.

Sebastião I de Portugal (1557-1578) determinou a reedificação do Paço, então votado ao abandono, para aí estabelecer a sua residência. O arquiteto militar Filippo Terzi emitiu um parecer sobre a obra de demolição de uma torre da cerca, existente junto à fachada principal da Igreja do Loreto (1577).

No contexto da Dinastia Filipina (1580-1640) o castelo voltou a ser utilizado como aquartelamento, e agora também como prisão.

Da Guerra da Restauração aos nossos dias

Quando da Restauração da Independência, o seu Alcaide, Martim Afonso Valente, honrando o juramento de fidelidade a quem tinha prestado menagem, apenas entregou a praça aos Restauradores após ter recebido instruções de Margarida de Saboia, Duquesa de Mântua, até então vice-rainha de Portugal, que lhe ordenou a rendição (1640).

No contexto da Guerra da Restauração (1640-1668) estão em curso obras no castelo por Teodósio de Frias, o Moço (30 de dezembro de 1642), em substituição do pai, Luís de Frias, e do avô, Teodósio de Frias.

Data de 6 de novembro de 1648 carta a pedir que Nicolau de Langres se dirigisse a Lisboa para executar o desenho da construção da fortificação em torno do Castelo de São Jorge e dos muros de Lisboa. As muralhas da cidade foram vistoriadas pelo engenheiro militar Mateus do Couto (1650), recebendo novo projeto por Jean Gillot (1652).

Entre 1657 e 1733 tiveram lugar obras de modernização no castelo, conforme projeto de Manuel do Couto.

Ainda nesse século deu-se início à construção do Hospital dos Soldados, sob a invocação de São João de Deus, na atual Rua do Recolhimento (1673). Ao final do século teve lugar a construção do Recolhimento do Castelo, no ângulo sudeste do recinto.

Em 1733 foi nomeado mestre das obras do castelo Custódio Vieira da Silva.

O terramoto de 1 de novembro de 1755 acarretou extensos danos ao conjunto, nomeadamente ao Hospital dos Soldados e ao Recolhimento do Castelo.

Em 1780 foram empreendidas obras para a instalação da Casa Pia, que aí esteve instalada até 1807. Em paralelo perduravam a função de aquartelamento e cadeia. No mesmo período, por volta de 1788 foi construído o Observatório Geodésico na torre sudeste, que doravante passou a ser conhecida como Torre do Observatório.

No contexto da Guerra Peninsular (1808-1814), foi utilizado como Quartel-General por Jean-Andoche Junot. Quando da 1.ª Invasão Francesa, no dia 13 de dezembro de 1807, Junot, acompanhado pelo seu estado-maior, passou revista às tropas formadas no Rossio. Em seguida, no Castelo de São Jorge, a bandeira portuguesa foi substituída pela bandeira francesa. A população lisboeta reagiu violentamente à troca de pavilhões e foi necessária a intervenção da força armada para colocar fim ao tumulto.

O “Castelo de São Jorge e restos das cercas de Lisboa" encontram-se classificados como Monumento Nacional por Decreto de 16 de junho de 1910, publicado no Diário do Governo n.º 136, de 23 de junho.

A intervenção do poder público materializou-se por iniciativa da Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN) que, em 1929, procedeu a reparação de uma parte da muralha do caminho de ronda do lado norte. Posteriormente, o Estado Novo Português procedeu a escavações, demolições e sondagens preliminares com vista a um estudo de urbanização e reintegração do castelo (1938). No ano seguinte (1939), com vista à comemoração dos centenários da Fundação e da Restauração da nacionalidade (1140, 1640), foram iniciadas obras de demolição, consolidação e restauração do castelo, compreendendo todos os trabalhos necessários para a completa reintegração do monumento, a cargo da DGEMN. Os trabalhos prosseguiram pela década de 1940, que lhe conferiram a atual feição. Nesse âmbito, em 25 de outubro de 1947 foi instalado um monumento comemorativo a D. Afonso Henriques, oferecido pela cidade do Porto, e constituindo uma réplica do criado por Soares dos Reis em 1887.

As campanhas de intervenção prosseguiram por toda a segunda metade do século XX, com destaque para os trabalhos de prospecção arqueológica nos anos de 1997-1998 (quando foram sendo identificados os edifícios do Hospital dos Soldados e do Recolhimento do Castelo) e de 1998-1999, e pela adaptação das salas Ogival, das Colunas e da Cisterna para instalação do museu "Olissipónia" (1998).

O conjunto oferece ainda aos visitantes os jardins e miradouros (com destaque para a Praça de Armas com a estátua de D. Afonso Henriques), o castelejo, a cidadela e a esplanada, uma câmara escura (Torre de Ulisses, antiga Torre do Tombo), espaço de exposições, sala de reuniões/recepções (Casa do Governador) e loja temática, além do Restaurante Leão.

O castelo foi local da entrega do XII Prémio Aga Khan de Arquitetura (2011–2013), um prestigioso galardão internacional de arquitetura outorgado aos principais projetos arquitetónicos, urbanísticos ou paisagísticos do mundo muçulmano, ou com ele relacionados. O prémio foi estabelecido em 1977 por Aga Khan IV e é financiado pelo “Aga Khan Trust for Culture” (AKTC), uma das agências da “Aga Khan Development Network”. Cada edição consta de um ciclo trienal: nos dois primeiros anos submetem-se as candidaturas e, no último, faz-se a avaliação e realiza-se a cerimónia de premiação em um sítio ilustre e significativo.

Características

Exemplar de arquitetura militar, nos estilos românico e gótico, de implantação urbana, isolado. As muralhas da Cidadela envolvem a freguesia civil pelos lados leste e sul.

O conjunto é composto pelo Castelo, a muralha que circunda a Cidadela, a Esplanada, o Passeio e as Cercas.

O castelo, no vértice noroeste, apresenta de planta aproximadamente retangular e situa-se no ponto mais alto. Um muro reto com adarve e ameiado, de direção norte/sul, divide o castelo em duas praças de armas de planta retangular, com comunicação através de uma porta, em arco quebrado de um lado, e de verga curva do outro. Na praça a oeste, 2 escadas de pedra dão acesso ao adarve e, na muralha a norte, rasga-se a Porta da Traição. As faces sul e leste do Castelo são reforçadas por uma barbacã em ângulo reto, que parte das torres nordeste e sudoeste, ameiada, rasgada por altas seteiras, correndo nela um adarve acessível por 2 escadas e jorramento na face exterior. Esta é rasgada por 2 portas, uma na face leste, pequena, em arco quebrado, e outra na face sul, antecedida por uma ponte assente em 2 arcos abatidos, ambas dando acesso a um fosso seco que corre entre a muralha e a barbacã. No alinhamento da ponte, situa-se a porta principal do castelo, em arco pleno, que dá acesso a um pequeno pátio, o qual comunica com o interior por uma porta em arco quebrado na face sul e de arco pleno na face norte No exterior da barbacã corre um fosso com água. A cidadela envolve pelos lados leste e sul o castelo e é limitada a norte, leste e sul por uma cintura de muralhas ameiadas, que nasce no vértice nordeste do castelo e integra 6 torres, ocultas do exterior, e 2 cubelos semicirculares. No lanço norte rasgam-se 2 portas em arco abatido. A chamada Porta do Norte é encimada por uma lápide, colocada no âmbito da comemoração dos centenários da Fundação e Restauração da nacionalidade (1140, 1640), que reza: “A HISTÓRIA DESTE CASTELO FOI RECORDADA COM GRATIDÃO PELOS PORTUGUESES DE 1940”. Sobre o arco da Porta de Martim Moniz um nicho abrigava uma cabeça esculpida em fino mármore. Sob o nicho uma inscrição reza:

"ElRei Dõ Afonso Henriques mandou aqui colocar esta statua e cabeça de pedra em memoria da gloriosa morte que Dõ Martï Moniz progenitor da familia dos Vasconcelos recebeu nesta porta quando atravessando-se nela franqueou aos seus a entrada com que se ganhou aos Mouros esta cidade no ano de 1147

João Roiz [Rodrigues] de Vasconcelos e Sousa Conde de Castelmelhor seu decimoquarto neto por baronia fes aqui por esta inscripsão anno de 1646"

No lanço sul rasga-se a porta principal, de São Jorge, semelhante a um arco de triunfo, com arco pleno em fiadas adornada com mármore, sobre o fecho do qual se pode ler "4 - 4º - 1846 - D. Maria II", sendo rematada com pedra de armas reais. Lateralmente, em letras de bronze, uma dedicatória ao duque da Terceira, Ministro da Guerra. Esta porta dá acesso à Esplanada. Nesta destaca-se a sala Ogival e a oeste a "Casa do Leão". A partir da Esplanada nasce o Passeio que envolve o monumento pelos lados oeste e norte, com parapeito. As suas muralhas, coroadas por merlões e servidas por adarves, são interrompidas por 10 torres de planta quadrada, salientes para o exterior, ocupando no pano de muralha norte, a noroeste, uma torre coberta por um telhado de 5 águas, sendo cada face rasgada por uma seteira. No seu interior abre-se uma sala, ao nível do adarve, de cobertura em travejamento em madeira. Ao centro deste pano de muralha encontra-se uma torre coberta por telhado de 4 águas, sendo cada face rasgada por uma janela em arco quebrado. Uma porta inscrita em arco quebrado dá acesso ao interior cuja cobertura é idêntica à da torre anterior. No vértice nordeste a Torre da Cisterna, de eirado ameiado com muros rasgados por seteiras, há uma cisterna com guarda de pedra e armação de ferro. No pano de muralha leste, ao centro, cerca de 2 metros acima do adarve, uma torre de eirado descoberto, ameiado e rasgada por seteiras, cujo acesso se faz por uma escada estreita em pedra. No vértice sudeste existe uma torre mais alta, a Torre do Observató;rio, de eirado descoberto e ameiado, com acesso através de uma escadaria de pedra de 2 lanços. A meio do pano sul situa-se a Torre de Ulisses, com planta de 2 pisos, tendo o 1.º cobertura em abóbada de aresta e o 2.º, cuja entrada se faz por uma porta de vão retangular aberta na face norte tem 3 faces rasgadas por seteiras e o teto em travejamento de madeira com cobertura de telhado a 4 águas equivalendo este a um eirado. No vértice sudoeste uma torre ameiada, cuja entrada se faz por uma porta em arco pleno, parecendo faltar-lhe a pedra de fecho, antecedida por alguns degraus em pedra que nascem do adarve. No interior uma sala com teto em travejamento de madeira. O pano de muralha oeste tem 3 torres cujos eirados se situam acima do adarve, sendo o seu acesso feito por uma estreita escada de pedra na face leste das torres. Só 3 faces são ameiadas, correndo nelas um estreito adarve. Existem vestígios das cercas Moura e Fernandina, estando a sua maior parte integrados em edifícios, ou adulterados. Da Cerca Moura existem vestígios de 7 lanços de muralha visíveis da via pública, 13 Torres e cubelos, 9 dos quais são nitidamente visíveis e 3 portas ou arcos. Em relação à Cerca Fernandina, existem 8 lanços e cubelos, 5 deles, perfeitamente identificáveis e 1 porta ou arco. O centro de interpretação é em madeira e ferro, de planta retangular simples e cobertura plana.

Bibliografia

CARVALHO, Ana Rita. "Monumentos com História Militar: Castelo de S. Jorge". Jornal do Exército, Ano XLIX, n. 575, julho 2008. p. 4.

SILVA, A. Vieira da. O Castelo de S. Jorge em Lisboa: estudo histórico-descritivo (2.ª ed.). Lisboa: Tip. Empresa Nacional de Publicidade, 1937.

Conquista de Lisboa aos Mouros em 1147 — Carta de um cruzado Inglês. Lisboa: Livros Horizonte, 1989.




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  • Featureless and Well Conserved

  • National Protection
    O “Castelo de São Jorge e restos das cercas de Lisboa" encontram-se classificados como Monumento Nacional por Decreto de 16 de junho de 1910, publicado no Diário do Governo n.º 136, de 23 de junho.



  • +351 218 800 620

  • info@castelodesaojorge.pt

  • Tourist-cultural Center

  • ,00 m2

  • Continent : Europe
    Country : Portugal
    State/Province: Lisboa
    City: Lisboa

    Rua de Santa Cruz
    1100-129 Lisboa, Portugal


  • Lat: 38 -43' 11''N | Lon: 9 8' 1''W



  • De 1 de março a 31 de outubro, das 09h00 às 21h00 (última entrada às 20h30)

    De 1 de novembro a 28 de fevereiro, das 09h00 às 18h00 (última entrada às 17h30)

    Periscópio-Torre de Ulisses: das 10:00 às 17:00 (sujeita às condições climáticas)

    Encerra a 1 de janeiro, 1 de maio e 25 de dezembro.

    A entrada é gratuita para os moradores do concelho de Lisboa.

    Acesso: Autocarros 37 / Elétricos 12, 28

    Parques: Portas do Sol, Chão do Loureiro












Contribution

Updated at 07/01/2018 by the tutor Carlos Luís M. C. da Cruz.

Contributions with medias: Carlos Luís M. C. da Cruz (15).