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Relatório do Ministro da Guerra, Vespasiano Gonçalves de Albuquerque e Silva, em maio de 1912  




"Relatório apresentado ao Presidente da República dos Estados Unidos do Brasil pelo general de divisão, Vespasiano Gonçalves de Albuquerque e Silva, Ministro de Estado da Guerra, em maio de 1912."

Sobre as fortificações militares, o relatório menciona, na página 17, a publicação de um trabalho memorial no Boletim Mensal sobre o ataque ao Forte Novo de Coimbra (MS) no ano de 1864.

Na página 23, é mencionada a V Divisão do Departamento de Guerra, dirigido pelo general José Agostinho Marques Porto, e seus trabalhos realizados na Fortaleza de Santa Cruz, no Forte Dom Pedro II do Imbuhy, na Fortaleza de São João da Barra, no Forte de Copacabana (RJ), e no Forte Novo de Coimbra. A construção da Bateria do Leme (RJ) é registrada na página 25.

No contexto das inspeções militares realizadas por toda a República, o Forte de São Francisco Xavier de Tabatinga (AM) é citado, na página 33, como uma propriedade do Ministério da Guerra que estaria alojando a 1ª bateria independente. O 5º quartel de artilharia da cidade de Óbidos (PA) aparece, na página seguinte, como estando localizado em um antigo edifício e necessitando de um melhor alojamento, cujo local cotado para a construção seria a área de fortificação do porto de Belém (PA).

Os fortes de São Tiago das Cinco Pontas e São João Batista do Brum (PE) são mencionados, na página 37, como tendo aquartelado diferentes companhias e pelotões, assim como os fortes de São Pedro e de Nossa Senhora do Monte do Carmo (BA), citados na página 39 do relatório.

Na página 40, aponta-se a necessidade de instalação telegráfica no Forte Dom Pedro II do Imbuhy, para tornar possível sua conexão com a Fortaleza de Santa Cruz da Barra; fala-se ainda sobre obras executadas nestas fortificações e também no Forte Batalhão Acadêmico (Gragoatá) e na Bateria (Forte) Marechal Hermes. A Fortaleza de Santa Cruz da Barra também recebeu um batalhão para aquartelamento, como mostra a página 41.

A Fortaleza de Santa Cruz da Barra aparece ainda na página 42, caracterizada como dominando o canal da barra do Rio de Janeiro e cruzando seus fogos com outras fortificações, contendo a guarnição do 1º batalhão de artilharia e um presídio militar. Em seguida, o Forte Dom Pedro II do Imbuhy tem suas obras de fortificação descritas, enquanto o Forte Batalhão Acadêmico é citado como uma construção guarnecida por um destacamento do 1º batalhão de artilharia, assim como a Bateria (Forte) Marechal Hermes.

A página 44 informa dificuldades em iniciar as obras planejadas para a defesa de Santos, como a construção de um quartel no Forte Duque de Caxias (Forte de Itaipú/SP), cuja necessária instalação é ressaltada na página seguinte. A urgência na construção do Fortim de Jurubatuba (que constitui o complexo do Forte de Itaipú) também é mencionada.

A Colônia Militar do Iguaçu (PR) é mencionada, na página 48 do relatório, tendo alojado a 12ª companhia da unidade militar do Paraná. Mais a frente, na página 56, consta uma detalhada descrição das atividades realizadas na Colônia Militar do Alto Uruguay (RS). Esta colônia é citada novamente, em anexo, na página 338 do arquivo PDF, no documento que estipula o recebimento de soldo e gratificação ao diretor e ajudantes da mesma.

Em anexo, na página 160 do arquivo PDF, consta um novo regulamento da Secretaria de Estado da Guerra, que nas páginas 166, 167 e 168 do arquivo PDF, fará menção aos compromissos desta com as fortificações da República.

Na página 422 do arquivo PDF, fala-se sobre a inauguração de uma estação ferroviária na Colônia Ijuhy (RS).

  • Vespasiano Gonçalves de Albuquerque e Silva
  • Imprensa Nacional
  • 1912
  • Rio de Janeiro
  • Portuguese
  • Relatório do Ministério da Guerra, Rio de Janeiro, 1912, 432 p. Disponível em: http://memoria.bn.br/pdf/720950/per720950_1912_00001.pdf. Acesso em: 11/06/2019.
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Updated at 19/06/2019 by the tutor Projeto Fortalezas Multimídia (Nicole Kirchner da Silva).