Relatório do Ministro da Guerra, Luís Alves de Lima e Silva, Marques de Caxias, em 1862

"Relatório apresentado à Assembleia Geral Legislativa na Segunda Sessão da Décima Primeira Legislatura pelo Ministro e Secretário de Estado dos Negócios da Guerra Marques de Caxias".

Referente às fortificações do Império, na página 27, cita o documento que 1º Batalhão de Artilharia a Pé estava mal acomodado na Fortaleza de São João por falta de quartel.

Iniciando na página 28 e seguindo até a página 39, o relatório da uma breve notícia do estado e ocorridos de todas as colônias militares do Império, sendo elas: Colônia de Obidos, no Pará; Colônia de Pedro II, no município de Macapá; Colônia de São João de Araguaia, ainda no Pará; Colônia de São Pedro de Alcântara do Gurupy, no Maranhão; Colônia de Pimenteiras, em Pernambuco; Colônia Leopoldina, em Alagoas; Colônia de Urucú, em Minas Gerais; Presídio de Santa Bárbara, em Goiás; Presídio de Santo Antônio, na mesma Província; Presídio de Santa Cruz, provisoriamente estabelecido entre as povoações do Descoberto e do Peixe; Presídio de Santa Leopoldina, à margem direita do Rio Araguaia, e, ainda em Minas Gerais, o Presídio de Monte Alegre; Colônia dos Dourados, em Mato Grosso; Colônia de Nioac, onde residiam alguns paisanos que não tinham profissão conhecida; Colônia de Lamaré, à margem direita do Rio São Lourenço; Colônia de Miranda e Colônia Brilhante, na Província de Mato Grosso; Colônia do Avanhandava, em São Paulo e Colônia de Itapura; Colônia do Jatahy, no Paraná; Colônia de Santa Teresa, em Santa Catarina e Colônia de Caseros, no Rio Grande do Sul.
Na página 40, cita-se a intenção de estabelecer um internato nos edifícios da Fortaleza de São João do Rio de Janeiro, onde já havia uma outra escola de aplicação, da qual os alunos seriam sustentados pelo Estado, mas não serão obrigados ao serviço militar.

Definido como anexo de número 4, na página 97 do pdf, lista-se as obras militares autorizadas durante os anos de 1861 e 1862, das quais em agosto fora reparado o 1º Batalhão de Artilharia, na Fortaleza de São João, e, em dezembro, foram feitas obras na Casa da Prisão da Fortaleza de Santa Cruz.

  • Printed Document
  • Luís Alves de Lima e Silva (Duque de Caxias)
  • Tipografia Universal de Laemmert
  • 1862
  • Rio de Janeiro
  • Portuguese
  • Relatório da Repartição dos Negócios da Guerra, 1862, Rio de Janeiro, 105 p. Disponível em: http://memoria.bn.br; acesso em 13/07/2018.
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Updated at 13/07/2018 by the tutor Projeto Fortalezas Multimídia (Daniela Marangoni Costa).



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