Relatório do Ministro da Guerra, José Maria da Silva Paranhos, Visconde do Rio Branco, em maio de 1872

"Relatório apresentado à Assembleia Geral Legislativa na Quarta Sessão da Décima Quarta Legislatura, pelo Ministro e Secretário de Estado Interino dos Negócios da Guerra, Visconde do Rio Branco, 1872."

Na página 48, o relatório menciona a continuidade das obras nas fortificações do Rio de Janeiro, entre elas: fortalezas de Santa Cruz e São João da Barra, baterias da Praia de Fora e do Morro da Viúva, fortes de São Domingos de Gragoatá, Dom Pedro II do Imbuhy e do Morro do Pico. Na página 52 o documento informa as despesas em obras militares do ano anterior, e o orçamento para aquelas em execução ou ainda não iniciadas. Em anexo, na página 169 do arquivo PDF, há um mapa listando tais obras. A partir da página 60, o relatório passa a abordar o tema de colônias e presídios militares, avaliando-se a necessidade de reorganizar estes estabelecimentos, criando-se uma repartição especial para administrar os assuntos referentes às colônias e presídios. O Presídio de Fernando de Noronha é mencionado como de maior importância dentro desta categoria, e o autor nada acrescenta sobre ele para além do que já havia sido informado no último relatório.

A discussão continua, na página 62, onde o documento questiona se as colônias militares assim devem ser mantidas ou se seria mais conveniente extingui-las ou transformá-las em colônias civis e agrícolas. A colônia militar de Itapúra, segundo o relatório, foi inspecionada pelo Governo após transferência do estabelecimento naval de Itapúra para o Ministério da Guerra, seguindo o Art. 5º n. 12 da Lei n. 1836 de 27 de Setembro de 1870. Em anexo na página 181 do arquivo PDF, há um relatório escrito pelo tenente-coronel José Clarindo de Queiroz com longas descrições sobre esta colônia, e, a partir da página 197, outra abordagem sobre a Colônia do Avanhandava, escrito pelo Capitão João Pereira Lima Junior.

Em anexo, na página 129, conta um mapa demonstrando a receita e as despesas da Oficina de Espingardeiros da Fábrica de Armas instalada na Fortaleza de Nossa Senhora da Conceição (RJ) até dezembro de 1871. A página 204 traz uma lista de próprios nacionais pertencentes ao Ministério da Guerra: construções na Fortaleza de São Sebastião do Castelo, edifícios no morro da Fortaleza de Nossa Senhora da Conceição e também na Fortaleza da Praia Vermelha, edifícios no Forte de Nossa Senhora da Glória de Campinho e na Fortaleza de São João da Barra (RJ); construção no Forte de São Gabriel da Cachoeira (AM); edifícios nos fortes de São Pedro, Santo Antônio da Barra, São Joaquim de Jequitaia e Nossa Senhora do Monte do Carmo (Barbalho) (BA); edifícios no Forte de São Tiago das Cinco Pontas (PE); construção no Quartel do Campo do Manejo e no Forte de São João do Estreito (SC).

  • Printed Document
  • José Maria da Silva Paranhos
  • Typographia Universal de Laemmert
  • 1872
  • Rio de Janeiro
  • Portuguese
  • Relatório do Ministério da Guerra, Rio de Janeiro, 1872, 256 p. Disponível em: http://memoria.bn.br/pdf/720950/per720950_1872_A00001.pdf. Acesso em: 05/02/2019.
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Updated at 22/05/2019 by the tutor Projeto Fortalezas Multimídia (Nicole Kirchner da Silva).



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