Relatório do Ministro da Guerra, José Caetano de Faria, em maio de 1918

"Relatório apresentado ao Presidente da República dos Estados Unidos do Brasil pelo marechal graduado José Caetano de Faria, Ministro de Estado da Guerra, em maio de 1918."

A respeito das fortificações, o relatório menciona, na página 29, a conclusão das obras no Forte de São Luís (RJ), e o andamento das obras no Forte da ponta da Vigia (RJ). A mesma página informa a continuidade das obras no porto de Santos, com a finalização dos reparos no Forte Duque de Caxias de Itaipu e adiantada a construção do Forte de Jurubatuba (SP), assim como foram feitos reparos no Forte Marechal Luz (SC), na Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres de Paranaguá (PR), e no Forte da Ponta do Leme de Angra dos Reis (RJ).

Nas páginas 40 e 41, o documento menciona a Fortaleza de Santa Cruz da Barra e os fortes de São Luís, Floriano Peixoto (atual Forte Barão de Rio Branco) e Dom Pedro II do Imbuhy (RJ). São citados também: o Forte Tamandaré da Laje, a Fortaleza de São João da Barra, os fortes de Copacabana e da ponta da Vigia (RJ), a Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres de Paranaguá (PR), os fortes Marechal Luz e Marechal Moura de Naufragados (SC), e o Forte Novo de Coimbra (MS).

Fala-se, na página 55, sobre a utilização da antiga Fortaleza de Nossa Senhora da Conceição (RJ) como espaço para o departamento de serviço geográfico militar do Estado-Maior do Exército. Mais a frente, na página 71, são detalhadas as obras executadas no Forte de São Luís (RJ). A página seguinte menciona novamente as fortificações de São Luís, Santa Cruz da Barra e Dom Pedro II do Imbuhy, que teriam recebido abastecimento de água pela instalação do Forte Floriano Peixoto [atual Forte Barão de Rio Branco] (RJ). Este último forte, juntamente com o Forte do Morro do Pico (RJ), recebeu obras para melhorar a instalação de seu pessoal.

A página 72 ainda cita novamente as fortificações da ponta da Vigia, Dom Pedro II do Imbuhy, Copacabana, Marechal Luz, Santa Cruz da Barra, Tamandaré da Laje, São João da Barra, da ponta do Marisco [Bateria da Praia dos Anjos] e da ponta de Itaipú [Forte Duque de Caxias de Itaipu e Forte de Jurubatuba], em Praia Grande (SP). As obras no porto de Santos aparecem no relatório como inacabadas, à exceção do Forte Duque de Caxias de Itaipu (SP). A página 77 menciona brevemente o Forte de Copacabana (RJ).

As fortificações de São João Batista do Brum, São Francisco Xavier da Praia de Gaibú, Nossa Senhora dos Prazeres da Praia do Pau Amarelo, Santo Inácio de Tamandaré (PE), Santa Catarina do Cabedelo (PB), e Nossa Senhora da Assunção (CE) são mencionadas, na página 90, referente aos materiais bélicos que dispunham.

Na página 93, o relatório trata dos projetos para obras na Fortaleza de Santa Cruz da Barra, no Forte Dom Pedro II do Imbuhy e no Forte Batalhão Acadêmico [São Domingos de Gragoatá] (RJ).

São mencionados, na página 95, a Fortaleza de São João da Barra, e os fortes de Tamandaré da Laje, Copacabana e ponta da Vigia. Mais a frente, na página 98, fala-se dos fortes: Duque de Caxias de Itaipu (SP), Marechal Moura de Naufragados (SC), Nossa Senhora dos Prazeres de Paranaguá (PR) e Marechal Luz (SC). O Forte Novo de Coimbra (MS) é mencionado, na página 100, estando guarnecido por uma bateria isolada, informação que se repete na página seguinte. O Forte de Copacabana (RJ) é mencionado na página 112.

Em anexo, na página 125 do arquivo PDF, consta um decreto criador do 1º distrito de artilharia de costa, englobando todas as fortificações da barra do Rio de Janeiro e adjacências. O regulamento para tal distrito se encontra na página seguinte, mencionando os fortes de Macaé, Ponta do Leme de Angra dos Reis, a Fortaleza de Santa Cruz da Barra, os fortes de São Luís, Marechal Floriano, Dom Pedro II do Imbuhy, Marechal Hermes, a Fortaleza de São João da Barra, os fortes Tamandaré da Laje, ponta da Vigia, e Copacabana.

A página 140 do arquivo PDF lista as fortificações compreendidas nos outros distritos de artilharia de costa criados, entre eles a Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres de Paranaguá (PR) e os fortes Marechal Luz, Marechal Moura de Naufragados (SC), e Novo de Coimbra (MS).

O Forte de Copacabana (RJ) é mencionado, na página 201 do arquivo PDF, em um decreto sobre a aquisição da igreja de Ipanema pelo Ministério da Guerra. Mais a frente, na página 285 do arquivo PDF, os fortes de Óbidos (PA) e São João Batista do Brum (PE) são mencionados. Os fortes de Dom Pedro II do Imbuhy, Copacabana e Tamandaré da Laje (RJ) são mencionados, na página 287 do arquivo PDF, em aviso sobre a organização dos batalhões de artilharia do Rio de Janeiro. Na página 289 do arquivo PDF, fala-se também do Forte de São João Batista do Brum (PE).

As páginas 298 e 299 do arquivo PDF mencionam um relatório sobre o Forte de Copacabana (RJ), do qual se concluiu pela utilização do termo "forte" em relação à construção de Copacabana, substituindo assim o termo "fortaleza" para se referir ao local.

A Fortaleza de Santa Cruz da Barra, os fortes Dom Pedro II do Imbuhy, Tamandaré da Laje e a Fortaleza de São João da Barra (RJ) são mencionados na página 309 do arquivo PDF.

  • Printed Document
  • José Caetano de Faria
  • Imprensa Militar
  • 1918
  • Rio de Janeiro
  • Portuguese
  • Relatório do Ministério da Guerra, Rio de Janeiro, 1918, 413 p. Disponível em: http://memoria.bn.br/pdf/720950/per720950_1917_00001.pdf. Acesso em: 04/07/2019.
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Updated at 05/07/2019 by the tutor Projeto Fortalezas Multimídia (Nicole Kirchner da Silva).



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