A fortificação no contexto da cultura arquitetónica portuguesa entre os séculos XVI e XVIII: uma leitura geral

A fortificação moderna não se resume à arquitectura abaluartada, mas adquiriu através do processo de formação desta nova tipologia uma abrangência quase global. Envolveu na sua concepção pressupostos comuns à arquitectura dita civil e a emergência das figuras profissionais do arquitecto e do engenheiro militar comungam da mesma base conceptual e metodológica. Tais mudanças são identificáveis no panorama português e nas extensões coloniais, integrando a relação recorrente entre práticas de experimentação, importação e recriação de dados novos, que se inserem nos ciclos europeus. A actuação dos engenheiros militares é visível tanto na escala da organização do território, como na adaptação do espaço urbano preexistente aos conteúdos funcionais da praça de guerra, aí se incluindo o desenho dos equipamentos militares.

  • Chapter
  • Margarida Tavares da Conceição
  • CITCEM - Centro de Investigação Transdisciplinar Cultura, Espaço e Memória
  • 2018
  • Porto
  • Portuguese
  • in: História da Arquitetura. Perspetivas Temáticas. Coord. M.J. Moreira Da Rocha, nov. 2018, p. 189–212, il., pb. doi:10.21747/9789898351937/his.
  • Download

Contribution

Updated at 17/07/2020 by the tutor Projeto Fortalezas Multimídia (Jéssica Pedrini).



Print the contents


Register your email to receive news on this project


Fortalezas.org > Bibliography > A fortificação no contexto da cultura arquitetónica portuguesa entre os séculos XVI e XVIII: uma leitura geral