
O “Castelo de Montemor-o-Novo” localiza-se na freguesia de União das Freguesias de Nossa Senhora da Vila, Nossa Senhora do Bispo e Silveiras, concelho de Montemor-o-Novo, distrito de Évora, em Portugal.
Em posição dominante sobre o outeiro mais alto da região, o castelo abrigava originalmente nos seus muros a povoação que, desenvolvendo-se, expandiu-se pela encosta a norte.
História
Antecedentes
A primitiva fortificação do local poderá remontar a uma fortificação romana denominada “Castrum Malianum”, como indiciado pela identificação de um cipo funerário e de uma lápide que se encontrava na Igreja de Santa Maria do Bispo. Nesta zona entroncavam as estradas romanas oriundas de “Scallabis” (Santarém) e de “Olisipo” (Lisboa), seguindo, por Évora, até Mérida. Esse fato explica o reforço do primitivo amuralhamento da cidade, diante da importância estratégica da sua localização.
À época Muçulmana a povoação terá sido fortificada, o que poderá ter estruturado o espaço urbano intramuros, em particular a área da alcáçova.
O castelo medieval
No contexto da Reconquista cristã da região, sob o reinado de Afonso I de Portugal (1143-1185) a povoação foi conquistada em 1166.
Sob Sancho I de Portugal (1185-1211) foi perdida para as forças Almóadas sob o comando do califa Abu Iúçufe Iacube Almançor (1184-1199) - cujo nome sobrevive na toponímia “rio Almansor” -, na ofensiva de 1190-1191, e recuperada definitivamente em 1201. Com a declaração explícita da intenção de povoamento da vila, o soberano outorgou-lhe carta de foral (1203), acreditando-se que a construção do castelo medieval se tenha iniciado neste período.
Data de 1234 a provável instituição da paróquia de Santa Maria da Vila (também designada por Santa Maria dos Açougues), por Domingos Pelagio, filho do povoador Pelagio Peres.
Datará de entre 1280 e 1310 uma provável intervenção no castelo e nas muralhas, por iniciativa de Dinis I de Portugal (1279-1325) (ESPANCA, 1975).
Em 1365 teve lugar uma nova campanha de obras no castelo.
Com o estabelecimento da Dinastia de Avis, os domínios de Montemor-o-Novo constituíram terça de senhorio do Condestável D. Nuno Álvares Pereira.
Data ainda do século XIV a provável data de construção do Paço dos Alcaides que funcionou como sede de Alcaidaria-mor da Vila, dos condes de Santa Cruz.
Ao longo do século XV, o castelo sofreu obras de remodelação, nomeadamente nos anos de 1451, 1455, 1466 e 1499, com a renovação das muralhas e do castelo, da responsabilidade do alcaide D. João de Bragança, generalizando-se a designação Paço dos Alcaides. Em 1478 há referência ao alpendre da Porta Nova. Ainda no mesmo período registam-se obras de renovação da Praça da Vila e do Açougue (1485).
Sob o reinado de Manuel I de Portugal (1495-1521), na passagem do século XV para o XVI a vila foi cenário de frequentes estadas régias, sendo o Paço dos Alcaides o palco de decisões históricas, como a da partida do navegador Vasco da Gama para a Índia, durante as Cortes de 1495. Aqui nasceu, nesse mesmo ano, São João de Deus (1495-1550), fundador da Ordem Hospitaleira de S. João de Deus. Em 1499 o soberano ordenou ao concelho a urgente reparação dos muros e cubelos, tendo sido instalado o relógio na Torre de Santarém. Em 1502 registou-se a conclusão dos muros, empreitada contratada com o mestre de pedraria Afonso Mendes de Oliveira, a construção da Casa da Guarda, destinada a reforçar a segurança da Porta da Vila, principal entrada no castelo e o coroamento da Torre do Relógio. No ano seguinte o outorgou o Foral Novo à vila (1503). Desta época data o início da construção do Convento da Saudação, junto às muralhas.
De acordo com o “Numeramento” de 1527 ordenado por João III de Portugal (1521-1557), Montemor-o-Novo contava 899 fogos, ficando em sexto lugar entre terras do Alentejo.
Mais tarde, sob o reinado de Sebastião I de Portugal (1557-1578), o soberano concedeu-a Montemor-o-Novo o título de “Vila Notável” (1563), considerando que era “lugar antigo e de grande povoação”, cercada e enobrecida de igrejas, templos, mosteiros e de muitos outros edifícios e casas nobres.
Da Guerra da Restauração aos nossos dias
No contexto da Guerra da Restauração da independência portuguesa (1640-1668), o Conselho de Guerra de João IV de Portugal (1640-1656) expediu ordem para a reedificação das muralhas da vila, por solicitação municipal (1642).
Em 1663 o conde de Vimioso foi encarregado de promover as obras dos muros da vila. No ano seguinte (1664) João Coutinho foi nomeado ajudante de engenheiro das obras de fortificação, que em 1688 ainda permaneciam por concluir. Ainda em 1664 teria sido iniciada a construção dos fossos e de revelins rudimentares em terra. (ESPANCA, 1975)
A partir do século XVI afirmara-se a tendência da população para o abandono do castelo e fixação no arrabalde a norte. Ao longo do século XVIII foram transferidos a Câmara e outros edifícios da administração local. Quando do terramoto de 1 de novembro de 1755 o espaço intramuros já se encontrava semiabandonado e o Paço dos Alcaides era habitado por apenas duas pessoas. Ainda assim, em 1777 registou-se uma intervenção na Porta do Anjo.
Durante a Guerra Peninsular (1808-1814), a guarnição da antiga fortificação resistiu às tropas napoleónicas sob o comando do general Louis Henri Loison, travando-se combate junto à chamada Ponte de Lisboa (1808).
Poucos anos mais tarde, quando da Guerra Civil Portuguesa (1828-1834), aqui se concentrou o estado-maior das tropas liberais, sob o comando do marechal D. João Carlos Gregório Domingos Vicente Francisco de Saldanha Oliveira e Daun, 1.º conde e marquês de Saldanha (1834). Pouco mais tarde, em 1843, a povoação conheceu a visita de Maria II de Portugal (1834-1853) e seu esposo, Fernando II de Portugal.
Em 1912 registou-se a mutilação de estruturas quinhentistas no denominado baluarte de Santiago.
Mais tarde, em 1929, teve lugar a reparação da Torre do Relógio.
Na sequência de um ciclone, em 1936, ocorreu a derrocada de um troço de cerca de 30 metros de pano de muralha no lado norte. Em resposta, a Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN) promoveu, entre 1937 e 1945 obras de consolidação e restauro, assim como a reconstrução de dois troços de muralha que se encontravam desmoronados, e a consolidação e regularização do pano de muralha junto à Porta da Vila.
O “Castelo de Montemor-o-Novo, abrangendo as muralhas e os imóveis que se encontram dentro delas”, também referido como “Castelo de Montemor-o-Novo, incluindo o Convento de Nossa Senhora da Saudação ou da Anunciada“, encontra-se classificado como monumento nacional pelo Decreto n.º 38.147, publicado no Diário do Governo, I Série, n.º 4, de 5 de janeiro de 1951. A ZEP e a Zona "non aedificandi" encontram-se definidas pela Portaria de 13 de julho de 1962, publicada no Diário do Governo, II Série, n.º 177, de 28 de julho.
Os imóveis discriminados no diploma de classificação são:
- Três torres (de Menagem, do Relógio e da Má Hora);
- Três cisternas;
- Um matadouro mourisco;
- Duas capelas;
- Edifício do asilo denominado da Infância Desvalida, instalado no antigo convento;
- Várias ruínas de prédios urbanos;
- Terrenos com uma mata e ruas que servem de passeio público;
- Diversas glebas de terrenos na posse de particulares.
Ainda assim, entre 1956 e 1961 ocorreram novos desmoronamentos de alguns troços de muralha, a que se sucederam trabalhos de consolidação da mesma (1962).
Em 1964 foi projetada a instalação de um parque de campismo no espaço intramuros da fortificação, entre o Paço dos Alcaides e a Porta do Bispo.
Os trabalhos de conservação prosseguiram com a reparação da Torre do Relógio (1965-1966), a consolidação das muralhas no troço entre a Porta do Relógio e a Porta do Bispo (1968), obras de consolidação da Torre do Relógio e panos de muralha adjacentes (1970), diversos trabalhos de beneficiação do Convento da Saudação e consolidação de panos de muralha (1978), obras de beneficiação das muralhas no troço norte (1982), obras de conservação na Torre do Anjo e de consolidação da abóbada e paredes do Paço dos Alcaides (1983), e obras de recuperação na Torre do Anjo (1986).
Entre 1983 e 1987 tiveram lugar escavações arqueológicas sob a direção de Tatiana Resende e, em 1992-1993 nova intervenção arqueológica, dirigida por Ana Gonçalves.
O imóvel foi afeto ao Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR), pelo Decreto-lei 106F/92, publicado no Diário da República, 1.ª série A, n.º 126, de 1 de junho.
Desde 1996, registaram-se novos aluimentos nas muralhas.
Em 1997 a Câmara Municipal aprovou o “Programa de Recuperação e Revitalização do Castelo", integrado no "Plano de Salvaguarda do Centro Histórico".
Em 2001 o IPPAR promoveu obras de recuperação da Torre da Má Hora.
Em 2010 tiveram lugar obras no interior da Casa da Guarda.
O “Centro Interpretativo do Castelo de Montemor-o-Novo” encontra-se instalado na antiga igreja de São Tiago, e mostra aspectos da história e evolução de Montemor, desde a antiguidade, através de uma exposição permanente e de exposições temporárias. Podem ainda observar-se as pinturas murais dos séculos XVII e XVIII, pré-existentes no templo.
Características
Exemplar de arquitetura militar, gótico, mudéjar e manuelino, de enquadramento periurbano, na orla de uma colina, na cota de cerca de 300 metros acima do nível do mar, sobranceira ao rio Almansor.
O conjunto é constituído por um castelo com cerca urbana, de planta irregular, aproximadamente triangular, rematada parcialmente por ameias piramidais ou retangulares, com barbacãs do século XIV.
Os panos de muralha voltados a norte são pontuados externamente por doze cubelos semicirculares. O acesso principal é feito pela “Porta da Vila” (“Porta de Santarém” ou “Porta Nova”) a norte, de vão em arco pleno. É flanqueada pela “Torre do Relógio”, de planta quadrada, elevando-se a vinte metros de altura, com porta em arco quebrado ao nível do adarve, sendo este rematado por ameias piramidais. O corpo do relógio apresenta coroamento cónico e ameias chanfradas. O acesso é feito através de uma escada exterior e porta em arco quebrado. Nela existiram três sinos de bronze: o “Sino das Horas” (1605); o “Sino dos Quartos” (1784) e o “Sino do Rebate” (1777). Fendidos, foram encaminhados a fundição em dezembro de 1966 pela Câmara Municipal e jamais repostos. Adossada pelo lado exterior, situa-se a “Casa da Guarda”, de planta retangular, com interior abobadado e cobertura em terraço. Na fachada oeste rasga-se um portão em arco, encimado pelo escudo e as armas de D. Manuel I.
Na vertente oeste das muralhas rasga-se a “Porta do Bispo” (“Porta do Anjo”), ladeada por duas torres de planta quadrada, uma das quais conserva telhado de quatro águas, vãos de lintel reto e arranque do arco que permitia a ligação à Casa dos Condes de Santa Cruz.
No troço sudoeste a muralha encontra-se interrompida, tendo desaparecido totalmente no flanco sudeste, onde se situaria a “Porta de Évora” ou o postigo.
A área da Alcáçova ou Paços dos Alcaides, implantada sobre o Monte Maior, orientado a sul, apresenta planta retangular concentrada, com acesso direto ao exterior através de uma estrutura em forma de couraça. Parte da muralha subsistente é cintada por três cubelos angulares semicilíndricos; destaca-se o cubelo do lado oeste, com duas janelas em arco conopial, interior coberto com abóbada de meia-laranja e cornija polilobada. Na sua proximidade ergue-se uma torre de planta quadrada, adossada ao lado exterior da muralha e que poderá ter correspondido à torre de menagem. Mantém-se o espaço onde se organizava um pátio, dotado de cisterna, assim como parte da fachada leste do Paço, hoje restrita a um pano murário, unindo dois cubelos e com dupla arcada de volta inteira nos dois registos.
A leste rasga-se a “Porta de Santiago“ ("Porta do Sol", podendo corresponder à “Porta de Évora”) em arco pleno, flanqueada pela “Torre da Má Hora”, de planta quadrada e rematada por ameias piramidais.
A nordeste, abre-se a cisterna-açougue de planta retangular de duas naves com cobertura em abóbada de berço, parcialmente derrocada, possuindo, no interior, vestígios de pinturas murais.
No interior da cerca encontram-se, entre outras estruturas arquitetónicas, a Igreja de São João Baptista, a Igreja de Santiago, o Convento de Nossa Senhora da Saudação e as ruínas da Igreja de Santa Maria do Bispo.
|
Ajuda
Visualização de fortificação |
![]() |
• Na página de visualização de uma fortificação, são mostrados o nome da fortificação, sua localização (Cidade, Estado, País e Continente) e todos os demais dados disponíveis sobre a mesma.
• O primeiro conteúdo mostrado é uma janela com um texto principal contendo o histórico da fortificação e demais informações sobre seu projeto e construção, seus edifícios, as obras e demais intervenções realizadas ao longo dos anos, informações sobre armamentos e tropas, dados sobre intervenções arqueológicas realizadas, informações sobre proteção legal, fatos históricos relevantes associados à fortificação, entre outras informações julgadas pertinentes. • Abaixo da janela de texto encontra-se o box de Mídias: Mapa Interativo, Vídeos, Imagens, Panorâmicas e Desenhos em CAD. Clique na aba do tipo de mídia desejado para visualizar as miniaturas dos conteúdos disponíveis em cada uma. Veja mais abaixo neste texto de Ajuda como navegar por cada uma dessas diferentes mídias. Caso a fortificação já possua imagens cadastradas, as miniaturas dessas imagens são as primeiras a aparecerem disponíveis no box de mídias. Clique sobre uma miniatura para visualizá-la de forma ampliada. A mídia ampliada é visualizada na mesma janela anteriormente ocupada pelo texto principal. • Box de Mídias - Mapa Interativo: o Em Mapa Interativo é mostrada a localização da fortificação visualizada através de uma imagem de satélite. Não se trata de uma foto estática, mas sim de uma imagem dinâmica, que funciona com a tecnologia Google MAP. Com ele você pode navegar pelo mapa, aproximar e afastar a imagem e visualizar fotos de satélite. o Para abrir o Mapa Interativo, clique sobre a aba correspondente no box de mídias e depois no link "Clique aqui para visualizar o mapa interativo da localização da fortificação". o O mapa interativo informa as coordenadas geográficas (latitude e longitude) da fortificação visualizada. Há três modos de navegação: Mapa, Satélite e Híbrido. Utilize os comandos de navegação localizados à esquerda para aproximar e afastar a imagem, bem como para navegar pelo mapa, deslocando-se em qualquer direção desejada. Também é possível deslocar-se no mapa arrastando o cursor com o botão esquerdo do mouse (rato) continuamente pressionado. o Clique na opção "Retornar para o texto" para fechar o mapa e voltar ao texto principal da fortificação. • Box de Mídias - Vídeos: o Para abrir Vídeos, clique sobre a aba correspondente no box de mídias de forma a carregar as miniaturas com os arquivos disponíveis sobre a fortificação visualizada. Utilize a barra de rolagem horizontal para mostrar todos os vídeos disponíveis. o Clique sobre a miniatura do vídeo desejado para carregar as informações disponíveis sobre o mesmo e que são mostradas na mesma janela anteriormente ocupada pelo texto principal. o Na janela de visualização são mostrados: o título do vídeo, seu número identificador (ID), uma descrição sobre o seu conteúdo, os créditos de realização do vídeo, data de sua realização e o nome do usuário que cadastrou esse arquivo, que pode ser o tutor da fortificação ou outro usuário contribuinte (ver abaixo informações sobre o item "Contribuições"). Clique sobre o nome do contribuinte para acessar as informações disponíveis sobre esse usuário. o Ao lado dessas informações, um ícone em forma de fotograma informa o tamanho em Kb do arquivo. Clique sobre o ícone em forma de fotograma para abrir e assistir ao vídeo. o Na parte inferior da janela de visualização, os comandos de Anterior e Próxima permitem acessar diretamente os demais vídeos disponíveis. Entre os dois comandos estão indicados o total de vídeos disponíveis e o número do vídeo visualizado no momento. o Clique na opção "Retornar para o texto" para fechar a janela de visualização de vídeos e voltar ao texto principal da fortificação. • Box de Mídias - Imagens: o Para abrir Imagens (fotografias, iconografias antigas: planos e mapas), clique sobre a aba correspondente no box de mídias, de forma a carregar as miniaturas com os arquivos disponíveis sobre a fortificação visualizada. As miniaturas de imagens são as primeiras a aparecerem disponíveis no box de mídias quando se acessa a página da fortificação pela primeira vez. Clique sobre uma miniatura para visualizá-la de forma ampliada. A imagem ampliada é visualizada na mesma janela anteriormente ocupada pelo texto principal. o Ao acessar imagens, são mostradas inicialmente apenas as primeiras quatro miniaturas, sendo informado ao lado o número de imagens disponíveis sobre a fortificação. o Clique sobre o link Mostrar todas para visualizar a totalidade das miniaturas. o Utilize a barra de rolagem horizontal para mostrar todos as imagens disponíveis e clique sobre a miniatura da imagem desejada para carregar as informações disponíveis sobre a mesma. o Clique sobre o link Buscar (na aba de Imagens ou na caixa de miniaturas) para abrir o formulário de consulta seletiva de imagens. o No formulário de busca por imagens é possível pesquisar pelo número identificador da imagem (ID); pela categoria de classificação da imagem (aérea, armamentos, arqueologia, etc); pelo usuário que cadastrou a imagem; por qualquer palavra-chave da descrição da imagem; por qualquer palavra integrante dos créditos da imagem; pelo ano em que a imagem foi realizada, neste caso, com a opção de buscar por uma data exata ou por imagens realizada antes ou depois de certa data definida. o Na janela de visualização, além da imagem propriamente dita, são mostrados: o título da imagem, sua categoria de classificação, seu número identificador (ID), uma descrição sobre o seu conteúdo, os créditos de realização da imagem, data de sua realização e o nome do usuário que cadastrou (publicou) esse arquivo, que pode ser o tutor da fortificação ou outro usuário contribuinte (ver abaixo informações sobre o item "Contribuições"). Clique sobre o nome do contribuinte para acessar as informações disponíveis sobre esse usuário. o Clique sobre a imagem, na área de visualização, para abrir o arquivo original em outra janela do Navegador de Internet, geralmente em tamanho ampliado, com melhor visualização. O mesmo resultado se obtém clicando sobre o link "Ver imagem no tamanho original". o Na parte inferior da janela de visualização, os comandos de Anterior e Próxima permitem acessar diretamente as demais imagens disponíveis. Entre os dois comandos estão indicados o total de imagens disponíveis e o número da imagem visualizada no momento. o Clique para marcar a opção "Auto" e assim avançar de uma imagem para outra de forma automática. o Somente para os usuários contribuintes, conectados ao Website fortalezas.org (logados na área restrita do ambiente de edição), está disponível ainda a opção Editar, onde o Tutor do registro (imagem) pode ir diretamente à área de edição para alterar os dados cadastrados. o Clique no ícone em forma de impressora para abrir uma nova janela do Navegador de Internet onde é possível imprimir a imagem que está sendo visualizada no momento (Veja no final deste texto como imprimir todo o conteúdo sobre a fortificação visualizada). o Clique na opção "Retornar para o texto" para fechar a janela de visualização de imagens e voltar ao texto principal da fortificação. • Box de Mídias - Panorâmicas: o Para abrir Panorâmicas (panoramas fotográficos em 360°), clique sobre a aba correspondente no box de mídias, de forma a carregar as miniaturas com os arquivos disponíveis sobre a fortificação visualizada. Utilize a barra de rolagem horizontal para mostrar todos as panorâmicas disponíveis. o Clique sobre a miniatura da panorâmica desejada para carregar as informações disponíveis sobre a mesma e que são mostradas na mesma janela anteriormente ocupada pelo texto principal. o Na janela de visualização são mostrados: o título da panorâmica, seu número identificador (ID), uma descrição sobre o seu conteúdo, os créditos de realização da panorâmica, data de sua realização e o nome do usuário que cadastrou esse arquivo, que pode ser o tutor da fortificação ou outro usuário contribuinte (ver abaixo informações sobre o item "Contribuições"). Clique sobre o nome do contribuinte para acessar as informações disponíveis sobre esse usuário. Ao lado dessas informações, um ícone em forma de fotograma informa o tamanho em Kb do arquivo. o Clique sobre esse fotograma para abrir e visualizar a panorâmica. o Na parte inferior da janela de visualização, os comandos de Anterior e Próxima permitem acessar diretamente as demais panorâmicas disponíveis. Entre os dois comandos estão indicados o total de panorâmicas disponíveis e o número da panorâmica visualizada no momento. o Clique na opção "Retornar para o texto" para fechar a janela de visualização de vídeos e voltar ao texto principal da fortificação. • Box de Mídias – Desenhos CAD: o Para abrir Desenhos em CAD (arquivos em formato DWG, do padrão CAD, como levantamentos gráficos cadastrais, projetos de restauração, etc),clique sobre a aba correspondente no box de mídias, de forma a carregar as miniaturas com os arquivos disponíveis sobre a fortificação visualizada. Utilize a barra de rolagem horizontal para mostrar todos os arquivos CAD disponíveis. o Clique sobre a miniatura desejada para carregar as informações disponíveis sobre a mesma e que são mostradas na mesma janela anteriormente ocupada pelo texto principal. o Na janela de visualização são mostrados: o título do desenho em CAD, seu número identificador (ID), uma descrição sobre o seu conteúdo, os créditos de autoria do desenho, data de sua realização e o nome do usuário que cadastrou esse arquivo, que pode ser o tutor da fortificação ou outro usuário contribuinte (ver abaixo informações sobre o item "Contribuições"). Clique sobre o nome do contribuinte para acessar as informações disponíveis sobre esse usuário. o Ao lado dessas informações, um ícone em forma de fotograma informa o tamanho em Kb do arquivo. Clique sobre o ícone em forma de fotograma para abrir e visualizar o desenho (é necessário já possuir instalado no computador o programa Autocad ou outro software de visualização de arquivos DWG). o Na parte inferior da janela de visualização, os comandos de Anterior e Próxima permitem acessar diretamente os demais desenhos disponíveis. Entre os dois comandos estão indicados: o total de desenhos disponíveis e o número do desenho visualizado no momento. o Clique na opção "Retornar para o texto" para fechar a janela de visualização de desenhos e voltar ao texto principal da fortificação. • Abaixo do box de mídias, são apresentados uma série de quesitos com os dados parametrizados sobre a fortificação: Nome atual, Outras denominações, Tipo, ano de Início da construção, etc. Dados parametrizados são aqueles pelos quais é possível realizar pesquisas na página de Busca por fortificações. As pesquisas podem ser realizadas por cada um desses quesitos individualmente, ou por intermédio do cruzamento de vários desses quesitos combinados. • Nos quesitos "Autor do projeto" e "Iniciada no governo de" está disponível um link para acessar os dados do respectivo Personagem histórico ali listado, remetendo a seção Personagens do Website fortalezas.org. Após efetuar o link, utilize o comando "Voltar" do Navegador de Internet para retornar a página de visualização da fortificação. • Abaixo do box dos dados parametrizados encontra-se o box intitulado: Personagens relacionados, onde são listados o nome e a nacionalidade (acompanhados de uma imagem) dos personagens históricos que possuem alguma relação com a fortificação visualizada. Clique sobre o nome para acessar os dados do mesmo, remetendo-se à seção Personagens do Website fortalezas.org. Após efetuar o link, utilize o comando Voltar do Navegador de Internet para retornar a página de visualização da fortificação. • Abaixo do box Personagens relacionados encontra-se o box intitulado: Bibliografias relacionadas, onde são listados o título, o autor e o tipo (acompanhados de uma imagem) das bibliografias que possuem alguma relação com a fortificação visualizada. Clique sobre o título para acessar os dados do mesmo, remetendo-se à seção Bibliografias do Website fortalezas.org. Após efetuar o link, utilize o comando Voltar do Navegador de Internet para retornar a página de visualização da fortificação. • Abaixo do box Bibliografias relacionadas encontra-se o box intitulado: Links relacionados, onde são listados o título, a sinopse e o endereço de Internet (URL) dos websites (Links) que possuem alguma relação com a fortificação visualizada. Clique sobre o título ou endereço do link para remeter-se ao respectivo website, que será aberto em uma nova janela de navegação. • Abaixo do box Links relacionados encontra-se o box intitulado: Textos relacionados, onde são listados o título, o autor e o resumo do texto postado na seção Forum e que possuem alguma relação com a fortificação visualizada. Clique sobre o título para acessar os dados do mesmo, remetendo-se à seção Forum do Website fortalezas.org. Após efetuar o link, utilize o comando Voltar do Navegador de Internet para retornar a página de visualização da fortificação. • No alto e na base da página, o sistema informa, entre parênteses, o número total de resultados (registros) encontrados na pesquisa anteriormente realizada, e o número do registro que está sendo visualizado. • No alto e na base da página, também estão disponíveis os comandos para avançar (Próxima) e retroceder (Anterior) de uma fortificação para outra, dentre os resultados (registros) encontrados na pesquisa anteriormente realizada. • No alto e na base da página, ainda está disponível o link denominado "Listagem" para retornar a página com os demais resultados (registros) encontrados na pesquisa anteriormente realizada. • Abaixo do box Textos relacionados, encontra-se a tabela de "Contribuições", onde consta o nome do "Tutor do item", que é o usuário responsável pelo cadastro desta fortificação. Abaixo do nome do tutor, são listados os nomes dos demais usuários que contribuíram com o tutor na edição, revisão ou ampliação das informações sobre essa fortificação. • Ao lado do nome do Tutor é informada a data da realização da última atualização dos dados desta fortificação. Ao lado do nome do contribuinte é informada a data em que ocorreu a contribuição daquele usuário. • Logo abaixo, no sub-item "Mídias", são listados os usuários que contribuíram com o Tutor, adicionando algum tipo de mídia a essa fortificação: imagem, vídeo, panorâmica ou desenho CAD. Ao lado do nome do usuário, o número entre parênteses informa a quantidade de arquivos de mídias adicionados por aquele respectivo contribuinte. • Clique sobre o nome do Tutor ou sobre o nome dos demais contribuintes para visualizar as informações disponíveis sobre esses usuários. • Somente para os usuários contribuintes, conectados ao Website fortalezas.org (logados na área restrita do ambiente de edição), está disponível a opção Editar, onde o Tutor do registro pode alterar os conteúdos cadastrados e os demais usuários podem colaborar, contribuindo com uma informação adicional sobre a referida fortificação. • Na parte superior da página, o ícone em forma de impressora abre uma nova janela do Navegador de Internet onde é possível imprimir todo o conteúdo disponível sobre a fortificação visualizada. Na impressão do conteúdo total sobre a fortificação, estarão também listados os dados das mídias, sem as imagens correspondentes. Para imprimir as imagens, veja acima, os item Box de Mídias – Imagens. |