
O “Castelo de Beja” localiza-se na freguesia de União das Freguesias de Beja (Santiago Maior e São João Baptista), concelho e distrito de Beja, em Portugal.
Destaca-se por possuir a torre de menagem mais alta da Península Ibérica e uma abóbada polinervada com uma estrela de oito pontas, num esquema ímpar a nível nacional.
História
Antecedentes
A primitiva ocupação humana de seu sítio remonta à pré-história, atribuindo-se aos celtas a fundação da povoação (400 a. C.). Esta encontra-se referida nos textos de Políbio (203 a.C. — 120 a.C.) e Ptolemeu (90 – 168). A sua fortificação data da época da Romanização: foi este o local escolhido por Júlio César para formalizar a paz com os Lusitanos (49). O primitivo “oppidum” deu lugar a uma “civitas” (“Pax Julia”), que veio a sediar uma das três jurisdições romanas da Lusitânia. Acredita-se que o circuito muralhado romano remonte a algum momento entre o século III e o século IV, de que fazia parte o Arco romano / Porta de Évora, integrado no plano geral de construção de muralhas nas províncias romanas.
No século V, a disputa aberta entre Visigodos e Suevos chegou às portas de Beja.
A partir de 714 conheceu o domínio muçulmano, inicialmente sob o Califado de Córdova e, mais tarde, sob domínio dos Abádidas do Reino Taifa de Sevilha, que lhe alteraram o nome para "Baja" ou "Beja" (existe outra cidade com este nome na Tunísia), uma alteração fonética de "Paca", uma vez que a língua árabe não tem o som "p".
O castelo medieval
À época da Reconquista cristã da regi&at
ilde;o, a povoação foi inicialmente conquistada em 1159 pelas forças de Afonso I de Portugal (1143-1185), para ser abandonada quatro meses mais tarde. Foi reconquistada de surpresa, no início de dezembro de 1162, por Fernão Gonçalves e alguns cavaleiros de Santarém, que se apoderaram da região durante escassos anos.
Mais tarde, posteriormente à derrota daquele soberano no cerco de Badajoz (1169), Gonçalo Mendes da Maia, o Lidador, já nonagenário, veio a perder a vida na defesa das muralhas de Beja.
Sob o reinado de Sancho I de Portugal (1185-1211) terá retornado à posse Muçulmana quando da grande ofensiva Almóada sob o comando de Abu Iúçufe Iacube Almançor até à linha do Tejo (1190-1191), quando os cristãos conseguiram manter apenas Évora em todo o Alentejo.
Supõe-se ainda que a povoação teria retornado a mãos portuguesas apenas entre 1232 e 1234, época em que as vizinhas Moura, Serpa e Aljustrel, documentadamente, retornaram.
Afonso III de Portugal (1248-1279) deu inicio à reconstrução da fortificação em 1253, então muito arruinada, com recursos oriundos, por dez anos, de dois terços dos dízimos das igrejas de Beja. No ano seguinte (1254) outorgou carta de foral à povoação, nos mesmos termos do de Santarém.
Dinis I de Portugal (1279-1325) confirmou o foral à vila em 1291, dando continuidade às obras de reconstrução. Fez construir uma torre na muralha da vila (1307) conforme inscrição gravada no campo do escudo do brasão de Portugal Antigo, esculpido no tardoz de um silhar com decoração visigótica (Museu Regional de Beja, n.º de inventário: MRB.1.53). Em seguida, determinou a construção da torre de menagem (1310).
Os trabalhos prosseguiram no reinado de Afonso IV de Portugal (1325-1357), conforme inscrição epigráf
ica na Casa do Governador: “ERA MIL E CCC LXXXV ANOS [=ano de 1347] [...] S LHO [...] JOÃO DOMINGUES DE BEJA VEDOR E [...] AFONSO MENDES MANDARAM FAZER ESTA OBRA [...]”.
No contexto da Segunda Guerra Fernandina (1372-1373 Fernando I de Portugal (1367-1383) ordenou ao Mestre da Ordem de Santiago que procedesse a obras na fortificação (1372). Posteriormente, no contexto da crise de sucessão de 1383-1385 a vila e o seu castelo apoiaram o Mestre de Avis.
Sob o reinado de Afonso V de Portugal (1438-1481), a vila foi elevada a sede de ducado, tendo como 1.° duque de Beja o seu irmão, o infante D. Fernando e, posteriormente, Manuel I de Portugal (1495-1521). Sob o reinado deste último tiveram lugar grandes obras de beneficiação das defesas da vila, elevada a cidade em 1517. Datará deste reinado também a construção da abóbada polinervada do 2.º piso da torre de menagem, assim como a construção de uma segunda porta mais larga, entre o Arco Romano, que então desapareceu, e o Hospital da Misericórdia.
Da Guerra da Restauração aos nossos dias
No contexto da Guerra da Restauração da independência portuguesa (1640-1668), as defesas da cidade foram reforçadas por baluartes conforme projeto do engenheiro militar francês Nicolau de Langres, aprovado pelo engenheiro e cosmógrafo-mor do reino, Luís Serrão Pimentel, e pelo general Agostinho de Andrade Freire (1664).
No período de 1669 a 1679 as obras foram dirigidas pelos engenheiros João Coutinho, Diogo de Brito de Castanheira e Manuel Almeida Falcão, porém jamais foram concluídas.
Cerca de um século mais tarde, parte das antigas muralhas foi demolida e a sua pedra utilizada na construção da nova igreja do extinto Colégio dos Jesuítas, para sede do Paço Episcopal (1790).
No contexto da Guerra Peninsular (1808-1814), a cidade opôs viva resistência às tropas napoleónicas sob o comando do comando do general Jean-Andoche Junot, estimando-se que, à época, foram mortas cerca de 1.200 pessoas na região (1808).
Poucos anos mais tarde, a Guerra Civil Portuguesa (1828-1834) fez novas vítimas entre a população.
Em 1854 subsistiam a maior parte das obras seiscentistas. Pouco depois uma catástrofe arrasou parte do perímetro defensivo do castelo, havendo notícias da reconstrução da chamada “Porta de Moura” (1867), da demolição da “Porta Nova de Évora”, por dificultar o trânsito (1869), e da demolição da Ermida de Nossa Senhora da Guia e do arco romano da Porta de Avis (1893).
Ainda no século XIX, as dependências da antiga fortificação foram utilizadas como prisão militar.
O “Castelo de Beja, designadamente a Torre de Menagem / Castelo e cerca urbana de Beja” encontra-se classificado como Monumento Nacional por Decreto de 16 de junho de 1910, publicado no Diário do Governo, n.º 136, de 23 de junho. A ZEP encontra-se definida pela Portaria de 2 de março de 1955, publicada no Diário do Governo, II Série, n.º 71, de 25 de março (castelo e muralhas, sem restrições), abrangendo: o arco romano de Beja, a Capela de Nossa Senhora dos Prazeres, o Hospital da Misericórdia de Beja, a Igreja de Santo Amaro e o Pelourinho de Beja.
A Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN) iniciou intervenção de conservação e restauro em 1938, com a desobstrução e consolidação das portas de Évora e a reconstrução da cobertura da alcáçova e do Arco Romano.
O conjunto encontra-se afeto à Câmara Municipal de Beja por autos de cessão de 20 de dezembro de 1939 e de 20 de dezembro de 1945.
Novas campanhas de obras de consolidação e restauro se sucederam nas décadas seguintes:
- Consolidação de troços das muralhas (1958, 1959-1962, 1969,1970-1973, 1980, 1981 e 1982) e
- Recuperação da Torre de Menagem (1965, 1969, 1981).
Nesse ínterim, destacou-se o estudo do arranjo paisagístico das muralhas pelo Arquiteto Paisagista António Viana Barreto na década de 1960.
No início do século XXI a DGEMN / DREMS abriu concurso para obras de conservação na zona do Castelo (16 de março de 2004) e, no ano seguinte a DGEMN elaborou a Carta de Risco do imóvel (setembro de 2005).
Em fevereiro de 2008 procederam-se trabalhos de prospeção arqueológica, por iniciativa da Câmara Municipal de Braga, assim como, dentro do programa de valorização, foi formulado projeto de adaptação da casa do governador a Museu Militar, posto de turismo e cafetaria.
Em 13 de novembro de 2014, parte das ameias da varanda da torre de menagem do castelo ruiu para o interior das muralhas, causando danos no varandim inferior e na porta de acesso à escadaria da torre.
Em 2016, durante obras no Parque Vista Alegre, em março foram descobertos novos vestígios arqueológicos - porta (ombreira e soleira) e muralha romanas -, encontravam-se em progresso trabalhos de recuperação das muralhas do Terreirinho das Peças, orçadas em 71.000 euros (abril) e foram concluídos os trabalhos de conservação na Torre de Menagem (maio), projeto que incluiu a desmontagem e remontagem de todas as varandas da torre e dos merlões, a substituição dos elementos fraturados, o tratamento com biocida e herbicida das superfícies exteriores da torre, a colmatação de lacunas e o preenchimento de juntas das alvenarias. Procedeu-se ainda a intervenção nas escadas interiores em caracol, que também apresentavam alguns problemas estruturais. Desse modo, em julho de 2016 a torre de menagem abriu ao público, tendo a intervenção, suportada pela autarquia, tido o custo de meio milhão de euros.
Características
Exemplar de arquitetura militar, nos estilos românico, gótico, manuelino e maneirista, de enquadramento urbano, isolado, no topo de um outeiro em cuja encosta se estende a malha urbana da cidade de Beja.
O núcleo principal do conjunto fortificado que envolvia a cidade medieval é constituído pelo castelo, implantado no extremo noroeste.
O castelo apresenta planta pentagonal irregular, com barbacã parcialmente envolvente, irregular, a oeste, norte e um troço a sudeste; as duas cinturas de muralhas são rematadas por merlões paralelepipédicos sobre seteiras, internamente percorridas por adarve e reforçadas por cubelos e torres igualmente ameiadas de planta retangular e quadrangular, à exceção da torre leste, de planta pentagonal irregular, adossada externamente ao ângulo da muralha do castelejo, e de dois cubelos semicirculares que reforçam o troço sudeste da barbacã, rasgado lateralmente por duas portas em arco quebrado. Estas duas portas, que dão acesso à Praça de Armas, comunicam com outra, rasgada no pano de muralha entre os cubelos, e por outra, rasgada junto ao cubelo norte.
No seu interior, adossada aos panos norte e leste, ergue-se a chamada Casa do Governador, de dois pisos: o térreo com chaminé de ressalto e rasgado por vãos de arco pleno, um dos quais dá acesso a um túnel de comunicação com a barbacã a norte; e o superior, com janelas maineladas em arco cairelado de tijolo. O seu aspecto atual resulta de diferentes intervenções ao longo dos séculos. Acredita-se que a sua construção date do reinado de João II de Portugal (1481-1495) que aqui terá mandado construir um Paço para receber o Infante D. Afonso na sua lua-de-mel conforme registou o cronista Rui de Pina. Desta primitiva etapa ainda é possível observar os arcos góticos. A partir de 1640, após a restauração da independência, o edifício foi ocupado pelo exército como caserna e cavalariça, vindo a sofrer profundas obras de ampliação que lhe retiraram o seu cariz de habitação nobre. A terceira fase de intervenção data da década de 1930, por iniciativa da DGEMN, integrada no contexto de obras de recuperação, conservação e valorização do Castelo de Beja. Nesta etapa foram integrados os diferentes balcões provenientes de edifícios demolidos em Beja. O balcão de recanto, geminado, em mármore e granito, veio da antiga Casa dos Corvos, situada ao lado da Igreja de Santa Maria e que, segundo a tradição, fora paço dos bispos visigodos e, depois dos governadores muçulmanos de Beja. Atualmente a Casa do Governador é ocupada no piso térreo pelo principal Posto de Turismo da Cidade, cafetaria e WC, e, no segundo por um amplo espaço museal preparado para receber exposições temporárias.
A Torre de Menagem, com semelhanças à do Castelo de Estremoz, implanta-se no vértice noroeste, projetando-se para o exterior, elevando-se a c. 40 metros de altura, dividida internamente em três pisos, provida de adarve com mata-cães sobre cachorrada, rematada por parapeito de merlões prismáticos e coberta por terraço; apresenta volumetria escalonada e de diferente planimetria: o 1.º registo, correspondente aos dois primeiros pisos, é pentagonal e rasgado por vãos de diferentes perfis: na fachada voltada à praça de armas uma porta em arco quebrado, uma janela de balcão sobre cachorros e uma janela em arco ultrapassado, nas restantes fachadas frestas e janelas em arco quebrado; sobre este corpo, rodeado pelo adarve, o registo superior, de menor altura, recuado, igualmente prismático mas com pequenas torres poligonais nos vértices, correspondente ao 3.º piso, rasgado apenas por uma porta; abaixo do parapeito de merlões corre friso trilobado e sobressaem gárgulas zoomórficas. No interior, os três pisos da torre são ligados por escada helicoidal com 183 degraus, havendo uma única divisão por piso: de planta quadrada no 1.º e 3.º pisos e octogonal no 2.º; o 1.º piso é coberto por cúpula poligonal de nervuras sobre meias colunas e com fecho vegetalista, assente em trompas de ângulo sob as quais se abrem seteiras de capialços muito profundos, sobre o pavimento uma tampa funerária epigrafada assente numa pedra em plano inclinado; o 2.º piso, iluminado por 4 janelas, possui abóbada polinervada de combados, formando estrela de oito pontas, com terceletes entrecruzados, e decorada com bocetes vegetalistas, apoiada em mísulas com motivos antropomórficos; o 3.º piso é coberto com abóbada de cruzaria de ogivas. A envolvente paisagística exterior das muralhas a norte é constituída por relvados cortados por caminho longitudinal, enquadrado por árvores como oliveiras e ciprestes.
Do circuito muralhado medieval subsistem alguns dos 40 cubelos e torres e das 7 portas que integravam a cerca (primitivamente quatro - portas de Évora, de Mértola, de Avis e de Aljustrel -, a que se acrescentaram mais três com o correr dos séculos - portas de Moura, de São Sisenando e da Corredoura): a norte, entre o Arco Romano / Porta de Évora e a Porta de Aviz, o pano de muralha conserva as 4 torres e um corpo da barbacã; o Arco Romano / Porta de Évora encosta-se a uma das torres e a um troço de muralha e dá acesso à barbacã que rodeia a Torre de Menagem, do seu lado oeste; apresenta arco de volta perfeita com grandes aduelas, impostas molduradas e pés direitos formados por grandes blocos de cantaria aparelhada, tudo em granito; com uma moldura boleada superior, tem esculpida no vértice uma máscara humana. Este arco tinha ainda como decoração, nos cunhais, três águias de pedra, uma em baixo relevo, as restantes em alto relevo; hoje guardadas no Museu da Cidade. Sob o arco passa um troço de calçada romana de grandes lajes. Da Porta de Aviz resta um arco redondo, de impostas molduradas, semelhante ao da Porta de Évora; a nordeste a muralha reaparece reforçada por quatro torres até à Porta de Moura, de arco redondo elevado, com molduras duplas descarregando em pilastras de capitel liso, com dois medalhões circulares rodeados por coroas de louros, o do lado exterior cego, o oposto com a representação do cordeiro pascal; a leste o lanço mantem inteiras apenas duas torres e trechos das muralhas até ao começo da cerca do antigo Colégio da Companhia de Jesus, zona onde existem ainda dois torreões elevados e três panos de muralha; a sul, a muralha reaparece apenas no local das demolidas Portas de Mértola, onde permanecem as 2 torres flanqueantes, seguindo-se cinco panos de muralha reforçadas por quatro torres de planta quadrada, além de troços da barbacã; seguem-se três cubelos e troços de muro até à antiga Porta de Aljustrel; o lanço seguinte, a oeste, mostra vestígios de três torres quadrangulares e parte dos panos de muralha até ao Postigo da Corredoura ou de Nossa Senhora dos Prazeres, arco pleno de duplas molduras sobre pilastras; o último lanço mantem ainda quatro torreões e grandes troços da muralha, integradas no Hospital e servindo de terraço ao campanário de Nossa Senhora da Piedade.
Das fortificações modernas subsistem alguns vestígios arquitetónicos: do lado leste, o resto de um baluarte em alvenaria (existindo hoje no terrapleno o Albergue D. Mariana); a sudoeste, uma grande extensão do baluarte que rodeava a cerca de São Francisco (sobre a qual se apoia o Jardim Público); a sudeste são visíveis as linhas do parapeito e dos ângulos do baluarte (esplanada do Pavilhão de Assistência aos Tuberculosos).
|
Ajuda
Visualização de fortificação |
![]() |
• Na página de visualização de uma fortificação, são mostrados o nome da fortificação, sua localização (Cidade, Estado, País e Continente) e todos os demais dados disponíveis sobre a mesma.
• O primeiro conteúdo mostrado é uma janela com um texto principal contendo o histórico da fortificação e demais informações sobre seu projeto e construção, seus edifícios, as obras e demais intervenções realizadas ao longo dos anos, informações sobre armamentos e tropas, dados sobre intervenções arqueológicas realizadas, informações sobre proteção legal, fatos históricos relevantes associados à fortificação, entre outras informações julgadas pertinentes. • Abaixo da janela de texto encontra-se o box de Mídias: Mapa Interativo, Vídeos, Imagens, Panorâmicas e Desenhos em CAD. Clique na aba do tipo de mídia desejado para visualizar as miniaturas dos conteúdos disponíveis em cada uma. Veja mais abaixo neste texto de Ajuda como navegar por cada uma dessas diferentes mídias. Caso a fortificação já possua imagens cadastradas, as miniaturas dessas imagens são as primeiras a aparecerem disponíveis no box de mídias. Clique sobre uma miniatura para visualizá-la de forma ampliada. A mídia ampliada é visualizada na mesma janela anteriormente ocupada pelo texto principal. • Box de Mídias - Mapa Interativo: o Em Mapa Interativo é mostrada a localização da fortificação visualizada através de uma imagem de satélite. Não se trata de uma foto estática, mas sim de uma imagem dinâmica, que funciona com a tecnologia Google MAP. Com ele você pode navegar pelo mapa, aproximar e afastar a imagem e visualizar fotos de satélite. o Para abrir o Mapa Interativo, clique sobre a aba correspondente no box de mídias e depois no link "Clique aqui para visualizar o mapa interativo da localização da fortificação". o O mapa interativo informa as coordenadas geográficas (latitude e longitude) da fortificação visualizada. Há três modos de navegação: Mapa, Satélite e Híbrido. Utilize os comandos de navegação localizados à esquerda para aproximar e afastar a imagem, bem como para navegar pelo mapa, deslocando-se em qualquer direção desejada. Também é possível deslocar-se no mapa arrastando o cursor com o botão esquerdo do mouse (rato) continuamente pressionado. o Clique na opção "Retornar para o texto" para fechar o mapa e voltar ao texto principal da fortificação. • Box de Mídias - Vídeos: o Para abrir Vídeos, clique sobre a aba correspondente no box de mídias de forma a carregar as miniaturas com os arquivos disponíveis sobre a fortificação visualizada. Utilize a barra de rolagem horizontal para mostrar todos os vídeos disponíveis. o Clique sobre a miniatura do vídeo desejado para carregar as informações disponíveis sobre o mesmo e que são mostradas na mesma janela anteriormente ocupada pelo texto principal. o Na janela de visualização são mostrados: o título do vídeo, seu número identificador (ID), uma descrição sobre o seu conteúdo, os créditos de realização do vídeo, data de sua realização e o nome do usuário que cadastrou esse arquivo, que pode ser o tutor da fortificação ou outro usuário contribuinte (ver abaixo informações sobre o item "Contribuições"). Clique sobre o nome do contribuinte para acessar as informações disponíveis sobre esse usuário. o Ao lado dessas informações, um ícone em forma de fotograma informa o tamanho em Kb do arquivo. Clique sobre o ícone em forma de fotograma para abrir e assistir ao vídeo. o Na parte inferior da janela de visualização, os comandos de Anterior e Próxima permitem acessar diretamente os demais vídeos disponíveis. Entre os dois comandos estão indicados o total de vídeos disponíveis e o número do vídeo visualizado no momento. o Clique na opção "Retornar para o texto" para fechar a janela de visualização de vídeos e voltar ao texto principal da fortificação. • Box de Mídias - Imagens: o Para abrir Imagens (fotografias, iconografias antigas: planos e mapas), clique sobre a aba correspondente no box de mídias, de forma a carregar as miniaturas com os arquivos disponíveis sobre a fortificação visualizada. As miniaturas de imagens são as primeiras a aparecerem disponíveis no box de mídias quando se acessa a página da fortificação pela primeira vez. Clique sobre uma miniatura para visualizá-la de forma ampliada. A imagem ampliada é visualizada na mesma janela anteriormente ocupada pelo texto principal. o Ao acessar imagens, são mostradas inicialmente apenas as primeiras quatro miniaturas, sendo informado ao lado o número de imagens disponíveis sobre a fortificação. o Clique sobre o link Mostrar todas para visualizar a totalidade das miniaturas. o Utilize a barra de rolagem horizontal para mostrar todos as imagens disponíveis e clique sobre a miniatura da imagem desejada para carregar as informações disponíveis sobre a mesma. o Clique sobre o link Buscar (na aba de Imagens ou na caixa de miniaturas) para abrir o formulário de consulta seletiva de imagens. o No formulário de busca por imagens é possível pesquisar pelo número identificador da imagem (ID); pela categoria de classificação da imagem (aérea, armamentos, arqueologia, etc); pelo usuário que cadastrou a imagem; por qualquer palavra-chave da descrição da imagem; por qualquer palavra integrante dos créditos da imagem; pelo ano em que a imagem foi realizada, neste caso, com a opção de buscar por uma data exata ou por imagens realizada antes ou depois de certa data definida. o Na janela de visualização, além da imagem propriamente dita, são mostrados: o título da imagem, sua categoria de classificação, seu número identificador (ID), uma descrição sobre o seu conteúdo, os créditos de realização da imagem, data de sua realização e o nome do usuário que cadastrou (publicou) esse arquivo, que pode ser o tutor da fortificação ou outro usuário contribuinte (ver abaixo informações sobre o item "Contribuições"). Clique sobre o nome do contribuinte para acessar as informações disponíveis sobre esse usuário. o Clique sobre a imagem, na área de visualização, para abrir o arquivo original em outra janela do Navegador de Internet, geralmente em tamanho ampliado, com melhor visualização. O mesmo resultado se obtém clicando sobre o link "Ver imagem no tamanho original". o Na parte inferior da janela de visualização, os comandos de Anterior e Próxima permitem acessar diretamente as demais imagens disponíveis. Entre os dois comandos estão indicados o total de imagens disponíveis e o número da imagem visualizada no momento. o Clique para marcar a opção "Auto" e assim avançar de uma imagem para outra de forma automática. o Somente para os usuários contribuintes, conectados ao Website fortalezas.org (logados na área restrita do ambiente de edição), está disponível ainda a opção Editar, onde o Tutor do registro (imagem) pode ir diretamente à área de edição para alterar os dados cadastrados. o Clique no ícone em forma de impressora para abrir uma nova janela do Navegador de Internet onde é possível imprimir a imagem que está sendo visualizada no momento (Veja no final deste texto como imprimir todo o conteúdo sobre a fortificação visualizada). o Clique na opção "Retornar para o texto" para fechar a janela de visualização de imagens e voltar ao texto principal da fortificação. • Box de Mídias - Panorâmicas: o Para abrir Panorâmicas (panoramas fotográficos em 360°), clique sobre a aba correspondente no box de mídias, de forma a carregar as miniaturas com os arquivos disponíveis sobre a fortificação visualizada. Utilize a barra de rolagem horizontal para mostrar todos as panorâmicas disponíveis. o Clique sobre a miniatura da panorâmica desejada para carregar as informações disponíveis sobre a mesma e que são mostradas na mesma janela anteriormente ocupada pelo texto principal. o Na janela de visualização são mostrados: o título da panorâmica, seu número identificador (ID), uma descrição sobre o seu conteúdo, os créditos de realização da panorâmica, data de sua realização e o nome do usuário que cadastrou esse arquivo, que pode ser o tutor da fortificação ou outro usuário contribuinte (ver abaixo informações sobre o item "Contribuições"). Clique sobre o nome do contribuinte para acessar as informações disponíveis sobre esse usuário. Ao lado dessas informações, um ícone em forma de fotograma informa o tamanho em Kb do arquivo. o Clique sobre esse fotograma para abrir e visualizar a panorâmica. o Na parte inferior da janela de visualização, os comandos de Anterior e Próxima permitem acessar diretamente as demais panorâmicas disponíveis. Entre os dois comandos estão indicados o total de panorâmicas disponíveis e o número da panorâmica visualizada no momento. o Clique na opção "Retornar para o texto" para fechar a janela de visualização de vídeos e voltar ao texto principal da fortificação. • Box de Mídias – Desenhos CAD: o Para abrir Desenhos em CAD (arquivos em formato DWG, do padrão CAD, como levantamentos gráficos cadastrais, projetos de restauração, etc),clique sobre a aba correspondente no box de mídias, de forma a carregar as miniaturas com os arquivos disponíveis sobre a fortificação visualizada. Utilize a barra de rolagem horizontal para mostrar todos os arquivos CAD disponíveis. o Clique sobre a miniatura desejada para carregar as informações disponíveis sobre a mesma e que são mostradas na mesma janela anteriormente ocupada pelo texto principal. o Na janela de visualização são mostrados: o título do desenho em CAD, seu número identificador (ID), uma descrição sobre o seu conteúdo, os créditos de autoria do desenho, data de sua realização e o nome do usuário que cadastrou esse arquivo, que pode ser o tutor da fortificação ou outro usuário contribuinte (ver abaixo informações sobre o item "Contribuições"). Clique sobre o nome do contribuinte para acessar as informações disponíveis sobre esse usuário. o Ao lado dessas informações, um ícone em forma de fotograma informa o tamanho em Kb do arquivo. Clique sobre o ícone em forma de fotograma para abrir e visualizar o desenho (é necessário já possuir instalado no computador o programa Autocad ou outro software de visualização de arquivos DWG). o Na parte inferior da janela de visualização, os comandos de Anterior e Próxima permitem acessar diretamente os demais desenhos disponíveis. Entre os dois comandos estão indicados: o total de desenhos disponíveis e o número do desenho visualizado no momento. o Clique na opção "Retornar para o texto" para fechar a janela de visualização de desenhos e voltar ao texto principal da fortificação. • Abaixo do box de mídias, são apresentados uma série de quesitos com os dados parametrizados sobre a fortificação: Nome atual, Outras denominações, Tipo, ano de Início da construção, etc. Dados parametrizados são aqueles pelos quais é possível realizar pesquisas na página de Busca por fortificações. As pesquisas podem ser realizadas por cada um desses quesitos individualmente, ou por intermédio do cruzamento de vários desses quesitos combinados. • Nos quesitos "Autor do projeto" e "Iniciada no governo de" está disponível um link para acessar os dados do respectivo Personagem histórico ali listado, remetendo a seção Personagens do Website fortalezas.org. Após efetuar o link, utilize o comando "Voltar" do Navegador de Internet para retornar a página de visualização da fortificação. • Abaixo do box dos dados parametrizados encontra-se o box intitulado: Personagens relacionados, onde são listados o nome e a nacionalidade (acompanhados de uma imagem) dos personagens históricos que possuem alguma relação com a fortificação visualizada. Clique sobre o nome para acessar os dados do mesmo, remetendo-se à seção Personagens do Website fortalezas.org. Após efetuar o link, utilize o comando Voltar do Navegador de Internet para retornar a página de visualização da fortificação. • Abaixo do box Personagens relacionados encontra-se o box intitulado: Bibliografias relacionadas, onde são listados o título, o autor e o tipo (acompanhados de uma imagem) das bibliografias que possuem alguma relação com a fortificação visualizada. Clique sobre o título para acessar os dados do mesmo, remetendo-se à seção Bibliografias do Website fortalezas.org. Após efetuar o link, utilize o comando Voltar do Navegador de Internet para retornar a página de visualização da fortificação. • Abaixo do box Bibliografias relacionadas encontra-se o box intitulado: Links relacionados, onde são listados o título, a sinopse e o endereço de Internet (URL) dos websites (Links) que possuem alguma relação com a fortificação visualizada. Clique sobre o título ou endereço do link para remeter-se ao respectivo website, que será aberto em uma nova janela de navegação. • Abaixo do box Links relacionados encontra-se o box intitulado: Textos relacionados, onde são listados o título, o autor e o resumo do texto postado na seção Forum e que possuem alguma relação com a fortificação visualizada. Clique sobre o título para acessar os dados do mesmo, remetendo-se à seção Forum do Website fortalezas.org. Após efetuar o link, utilize o comando Voltar do Navegador de Internet para retornar a página de visualização da fortificação. • No alto e na base da página, o sistema informa, entre parênteses, o número total de resultados (registros) encontrados na pesquisa anteriormente realizada, e o número do registro que está sendo visualizado. • No alto e na base da página, também estão disponíveis os comandos para avançar (Próxima) e retroceder (Anterior) de uma fortificação para outra, dentre os resultados (registros) encontrados na pesquisa anteriormente realizada. • No alto e na base da página, ainda está disponível o link denominado "Listagem" para retornar a página com os demais resultados (registros) encontrados na pesquisa anteriormente realizada. • Abaixo do box Textos relacionados, encontra-se a tabela de "Contribuições", onde consta o nome do "Tutor do item", que é o usuário responsável pelo cadastro desta fortificação. Abaixo do nome do tutor, são listados os nomes dos demais usuários que contribuíram com o tutor na edição, revisão ou ampliação das informações sobre essa fortificação. • Ao lado do nome do Tutor é informada a data da realização da última atualização dos dados desta fortificação. Ao lado do nome do contribuinte é informada a data em que ocorreu a contribuição daquele usuário. • Logo abaixo, no sub-item "Mídias", são listados os usuários que contribuíram com o Tutor, adicionando algum tipo de mídia a essa fortificação: imagem, vídeo, panorâmica ou desenho CAD. Ao lado do nome do usuário, o número entre parênteses informa a quantidade de arquivos de mídias adicionados por aquele respectivo contribuinte. • Clique sobre o nome do Tutor ou sobre o nome dos demais contribuintes para visualizar as informações disponíveis sobre esses usuários. • Somente para os usuários contribuintes, conectados ao Website fortalezas.org (logados na área restrita do ambiente de edição), está disponível a opção Editar, onde o Tutor do registro pode alterar os conteúdos cadastrados e os demais usuários podem colaborar, contribuindo com uma informação adicional sobre a referida fortificação. • Na parte superior da página, o ícone em forma de impressora abre uma nova janela do Navegador de Internet onde é possível imprimir todo o conteúdo disponível sobre a fortificação visualizada. Na impressão do conteúdo total sobre a fortificação, estarão também listados os dados das mídias, sem as imagens correspondentes. Para imprimir as imagens, veja acima, os item Box de Mídias – Imagens. |