
O “Castelo de Mértola” localiza-se na freguesia e concelho de Mértola, distrito de Beja, em Portugal.
Em posição dominante sobre a povoação, na confluência da ribeira de Oeiras com a margem esquerda do rio Guadiana, revestiu-se de valor estratégico, não apenas pelas condições topográficas, que a tornavam quase inexpugnável por todos os lados, à exceção do nascente, mas ainda por comandar a travessia do rio Guadiana, e constituir-se em porto fluvial e ponto de passagem natural e obrigatório das comunicações terrestres de todo o Alentejo com o Algarve e o mar. De fato, até ao primeiro quartel do século XX, as comunicações terrestres entre Lisboa e o Algarve faziam-se quase exclusivamente pela estrada de Beja e Mértola, descendo-se depois o Guadiana até Castro Marim e, mais recentemente, até Vila Real de Santo António.
História
Antecedentes
A primitiva ocupação humana da região remonta à pré-história. Na sequência da invasão da cidade de Tiro por Alexandre, o Grande, em 318 a.C. os fenícios fundam "Myrtilis" com o significado de “Nova Tiro”. (ALMEIDA, 1943, 1949).
À época da Romanização a povoação conheceu um grande desenvolvimento, constituindo-se no centro de escoamento mineiro e agrícola do Baixo Alentejo. Neste período, a povoação era envolvida por uma muralha que corria paralela à atual, mas com um perímetro urbano superior. A via romana que ligava a Beja atravessava a muralha, vinda do norte.
A primeira referência histórica à povoação encontra-se na “Crónica dos Suevos”, do bispo Idácio, quando narra um episódio ocorrido em 440, de cuja leitura se pode inferir a existência de uma fortificação no local. Júlio César denominou a povoação de "Myrtilis Julia" (44 a. C.).
Conquistada e saqueada sucessivamente por suevos e visigodos, a partir do século VIII conheceu a dominação muçulmana, que a denominaram “Martula” (corrupção de “Myrtilis”). As defesas da povoação foram reparadas entre 930 e 1031. Diante a queda do Califado de Córdoba (1031), Mértola tornou-se um reino independente - a Taifa de Mértola -, rapidamente retomado por Al-Mutamid, da Taifa de Sevilha (1044). Um século mais tarde, sob o governo de Ibn Qasi (1144-1151), tornou-se novamente independente (2.ª Taifa de Mértola). Data deste período a construção do "ribat" na torre do lado sul da alcáçova. Nesta altura, é de admitir que tenham existido melhoramentos no sistema militar, pois a excelência das suas fortificações não passou despercebida ao geógrafo Muhammad al-Idrisi.
Em 1171, já sob o domínio do Califado Almóada, Abu Háfece, irmão do emir, mandou reparar e melhorar com uma torre a fortaleza. No último terço do século XII, sob o domínio almóada foram reparados e construídos panos da cerca que envolvia a povoação, assim como teve lugar a construção (ou reconstrução) do conjunto do portal do castelo, com o seu torreão semicilíndrico (1184).
O castelo medieval
À época da Reconquista cristão da região, as forças de Sancho II de Portugal (1223-1248) investiram para o sul, acompanhando as margens do rio Guadiana, vindo a conquistar Mértola (na margem direita) e Ayamonte (na esquerda) (1238). Ambas foram doadas à Ordem de Santiago, na pessoa de seu Grão-Mestre, D. Paio Peres Correia (1239). A Ordem, que já tinha sob sua responsabilidade a defesa de outras praças ao sul do país (Alcácer do Sal, Aljustrel, Palmela e outras), fez de Mértola a sua sede (Capítulo) no reino de Portugal (1240-1245 e 1316). Em 1254 D. Paio Peres Correia outorgou carta de foral à povoação. Data deste período a construção da torre de menagem, cujas obras foram concluídas em 1292 sob a direção do mestre João Fernandes, de acordo com inscrição sobre a porta da torre de menagem. Esta torre, bem como a alcáçova, foram a residência do alcaide-mor até ao século XVI.
Sob o reinado de Dinis de Portugal (1279-1325) a primitiva defesa foi reedificada, reconstruindo-se a alcáçova com o aproveitamento de partes mais antigas (portal, torre da Carocha), e deu-se início à muralha da vila, obras continuadas pelos seus sucessores, Afonso IV de Portugal (1325-1357), Pedro I de Portugal (1357-1367) e Fernando I de Portugal (1367-1383).
Sob o reinado de João I de Portugal (1385-1433) celebrou-se o 2.º Tratado de Monção (29 de novembro de 1389), por cujos termos celebravam-se tréguas por três anos com João I Castela (1379-1390) e fazia-se a restituição mútua de terras conquistadas: Portugal cedia a Castela Salvaterra de Miño e Tuy, e recebia desta Mértola, Noudar e Olivença, no Alentejo, e Castelo Melhor, Castelo Mendo e Castelo Rodrigo, no Ribacoa. Ainda neste reinado procederam-se obras de melhoramento na alcáçova e na cerca (1404).
Sob o reinado de João II de Portugal (1481-1495), na década de 1480 foi feita a construção da casa do alcaide-mor adossada à Torre de Menagem, tendo-se obliterado grande parte do adarve virado a noroeste.
Sob o reinado de Manuel I de Portugal (1495-1521), a povoação e seu castelo encontram-se figurados por Duarte de Armas no seu “Livro das Fortalezas” (c. 1509). Data deste momento uma carta de Nuno Velho ao soberano, sobre o estado das muralhas de Mértola (25 de fevereiro de 1510). A vila recebeu o Foral Novo em 1512, quando a sua defesa foi objeto de novos melhoramentos, conforme testemunha o Álvara real para se pagar a Francisco de Anzinho 94.260 reais pela cal que este forneceu para as obras de Mértola (15 de outubro de 1513).
Do século XVIII aos nossos dias
Até ao século XVIII o castelo integrou a 1.ª linha de defesa da fronteira, vindo a perder a sua importância militar e estratégica. Já em 1758, acusava ruína e não dispunha sequer de guarnição militar.
Entre o século XIX e o século XX, a economia de Mértola dependia da exploração das minas de São Domingos, um grande centro de extração de pirita cúprica.
O “Castelo de Mértola / Castelo e cerca urbana de Mértola” encontra-se classificado como Monumento Nacional pelo Decreto n.º 38.147, publicado no Diário do Governo, I Série, n.º 4, de 5 de janeiro de 1951, que revogou a anterior classificação como Imóvel de Interesse Público, pelo Decreto n.º 32.973, publicado no Diário do Governo, I Série n.º 175, de 18 de agosto de 1943. A ZEP encontra-se definida por Portaria de 16 de janeiro de 1970, publicada no Diário do Governo, II Série, n.º 37, de 13 de fevereiro (sem restrições, ZEP do castelo e Igreja matriz de Mértola). O conjunto encontra-se incluído no Parque Natural do Vale do Guadiana e no Plano Setorial da Rede Natura 2000: Sítio de Interesse Comunitário Guadiana (PTCON0036).
A Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN) continuou obras de consolidação e restauro pelos Serviços dos Monumentos Nacionais (1955).
A povoação e a sua antiga defesa sofreram da nos causados pelo terramoto de 2 de fevereiro de 1969.
O imóvel foi afeto ao Instituto Português do Património Arquitetónico (IPPAR) pelo Decreto-lei n.º 106F/92, publicado no Diário da República, 1.ª série A, n.º 126, de 1 de junho. Encontra-se afeto à DRCAlentejo, pela Portaria n.º 829/2009, publicada no Diário da República, 2.ª série, n.º 163 de 24 de agosto. Os terrenos adjacentes encontram-se afetos à Câmara Municipal de Mértola, por auto de cessão de 18 de janeiro de 1941.
O IPPC procedeu a intervenções de recuperação dos panos de muralha entre 1980 e 1982, e entre 1984 e 1986. Nova intervenção teve lugar em 2005, por iniciativa do IPPAR/DRE, visando a requalficação e valorização do interior do castelo.
Em razão da implantação de um projeto de revitalização, Mértola na atualidade é considerada uma vila-museu com diferentes áreas de intervenção e investigação, organizadas em três núcleos, em exposição na torre de menagem do castelo: o Núcleo Romano, o Núcleo Visigótico, que inclui uma basílica cristã, e o Núcleo Islâmico, onde se pode ver uma das melhores coleções portuguesas de arte islâmica (cerâmica, numismática e joalharia).
Características
Exemplar de arquitetura militar, românica, gótica, de enquadramento urbano, isolado.
O conjunto é composto por castelo de elevação compreendendo alcáçova e cerca, de panos verticais, reforçados por torres quadrangulares. O castelo inclui partes da muralha árabe e materiais romanos.
A alcáçova apresenta planta quadrangular, ligeiramente trapezoidal, reforçada por torres nos vértices: a de menagem no ângulo das muralhas da alcáçova, sobre a encosta mais alcantilada, apresenta planta quadrada, no ângulo virado a norte, saliente em relação aos panos da muralha; duas do lado sul, de planta quadrada; duas ladeando a porta principal, a leste, uma de planta quadrangular, a outra quadrangular com remate circular. A entrada, voltada à vila, era feita por um corredor em cotovelo, com duas portas. A porta da traição rasga-se na muralha virada a noroeste, a seguir à torre de menagem, protegida por barbacã. A muralha, envolvida em parte do circuito por adarve, é vertical, reforçada junto à torre sudoeste por largo contraforte de vários andares.
A torre de menagem ergue-se a c. de 30 m de altura, sobre alta base maciça, dividida internamente em dois pisos, com porta em arco quebrado sobrepujada pela inscrição de 1292, que abre para escada encostada ao pano sudeste, e várias frestas, a do lado noroeste marcada por três mata-cães. A torre é encimada por parapeito ameado com merlões prismáticos rematados por pirâmides; a sala de armas no 1.º piso, é coberta por abóbada de cruzaria de ogivas de 8 panos, possuía lareira e era iluminado por três frestas; uma escada rasgada na espessura da parede sul conduz ao piso superior, muito transformado, que deverá ter servido de residência, embora não restem vestígios dessa função.
A torre virada a sudoeste, denominada da Carocha que, como o nome indica, terá desempenhado funções de prisão, constitui uma massa cúbica com 4,70 m de lado, com acesso por escada a partir do adarve, coberta por terraço e rasgada por porta e janela; no interior, espaço coberto por cúpula hemisférica sobre trompas.
A torre do vértice oposto e as que ladeiam a porta de entrada, apresentam diferentes volumes: a da esquerda prismática, a da direita semicilíndrica, não sobem acima da muralha.
Na praça de armas abre-se a cisterna, coberta por abóbada de berço sobre três arcos torais.
A muralha que envolvia a povoação ainda permite vislumbrar a sua forma subrectangular, alongada no eixo norte-sul, com panos reforçados por torres de planta quadrangular: um grande troço do lado norte, a maior parte da muralha que se estendia para sul, a seguir à Torre da Carocha, e parte da muralha virada para o Guadiana. Essa cerca era rasgada pela porta da Misericórdia, sobre o Guadiana, a porta da Vila, do lado norte e pela porta do Buraco sobre a Ribeira de Oeiras. Dessas antigas portas resta a da Misericórdia, no caminho de acesso ao rio.
|
Ajuda
Visualização de fortificação |
![]() |
• Na página de visualização de uma fortificação, são mostrados o nome da fortificação, sua localização (Cidade, Estado, País e Continente) e todos os demais dados disponíveis sobre a mesma.
• O primeiro conteúdo mostrado é uma janela com um texto principal contendo o histórico da fortificação e demais informações sobre seu projeto e construção, seus edifícios, as obras e demais intervenções realizadas ao longo dos anos, informações sobre armamentos e tropas, dados sobre intervenções arqueológicas realizadas, informações sobre proteção legal, fatos históricos relevantes associados à fortificação, entre outras informações julgadas pertinentes. • Abaixo da janela de texto encontra-se o box de Mídias: Mapa Interativo, Vídeos, Imagens, Panorâmicas e Desenhos em CAD. Clique na aba do tipo de mídia desejado para visualizar as miniaturas dos conteúdos disponíveis em cada uma. Veja mais abaixo neste texto de Ajuda como navegar por cada uma dessas diferentes mídias. Caso a fortificação já possua imagens cadastradas, as miniaturas dessas imagens são as primeiras a aparecerem disponíveis no box de mídias. Clique sobre uma miniatura para visualizá-la de forma ampliada. A mídia ampliada é visualizada na mesma janela anteriormente ocupada pelo texto principal. • Box de Mídias - Mapa Interativo: o Em Mapa Interativo é mostrada a localização da fortificação visualizada através de uma imagem de satélite. Não se trata de uma foto estática, mas sim de uma imagem dinâmica, que funciona com a tecnologia Google MAP. Com ele você pode navegar pelo mapa, aproximar e afastar a imagem e visualizar fotos de satélite. o Para abrir o Mapa Interativo, clique sobre a aba correspondente no box de mídias e depois no link "Clique aqui para visualizar o mapa interativo da localização da fortificação". o O mapa interativo informa as coordenadas geográficas (latitude e longitude) da fortificação visualizada. Há três modos de navegação: Mapa, Satélite e Híbrido. Utilize os comandos de navegação localizados à esquerda para aproximar e afastar a imagem, bem como para navegar pelo mapa, deslocando-se em qualquer direção desejada. Também é possível deslocar-se no mapa arrastando o cursor com o botão esquerdo do mouse (rato) continuamente pressionado. o Clique na opção "Retornar para o texto" para fechar o mapa e voltar ao texto principal da fortificação. • Box de Mídias - Vídeos: o Para abrir Vídeos, clique sobre a aba correspondente no box de mídias de forma a carregar as miniaturas com os arquivos disponíveis sobre a fortificação visualizada. Utilize a barra de rolagem horizontal para mostrar todos os vídeos disponíveis. o Clique sobre a miniatura do vídeo desejado para carregar as informações disponíveis sobre o mesmo e que são mostradas na mesma janela anteriormente ocupada pelo texto principal. o Na janela de visualização são mostrados: o título do vídeo, seu número identificador (ID), uma descrição sobre o seu conteúdo, os créditos de realização do vídeo, data de sua realização e o nome do usuário que cadastrou esse arquivo, que pode ser o tutor da fortificação ou outro usuário contribuinte (ver abaixo informações sobre o item "Contribuições"). Clique sobre o nome do contribuinte para acessar as informações disponíveis sobre esse usuário. o Ao lado dessas informações, um ícone em forma de fotograma informa o tamanho em Kb do arquivo. Clique sobre o ícone em forma de fotograma para abrir e assistir ao vídeo. o Na parte inferior da janela de visualização, os comandos de Anterior e Próxima permitem acessar diretamente os demais vídeos disponíveis. Entre os dois comandos estão indicados o total de vídeos disponíveis e o número do vídeo visualizado no momento. o Clique na opção "Retornar para o texto" para fechar a janela de visualização de vídeos e voltar ao texto principal da fortificação. • Box de Mídias - Imagens: o Para abrir Imagens (fotografias, iconografias antigas: planos e mapas), clique sobre a aba correspondente no box de mídias, de forma a carregar as miniaturas com os arquivos disponíveis sobre a fortificação visualizada. As miniaturas de imagens são as primeiras a aparecerem disponíveis no box de mídias quando se acessa a página da fortificação pela primeira vez. Clique sobre uma miniatura para visualizá-la de forma ampliada. A imagem ampliada é visualizada na mesma janela anteriormente ocupada pelo texto principal. o Ao acessar imagens, são mostradas inicialmente apenas as primeiras quatro miniaturas, sendo informado ao lado o número de imagens disponíveis sobre a fortificação. o Clique sobre o link Mostrar todas para visualizar a totalidade das miniaturas. o Utilize a barra de rolagem horizontal para mostrar todos as imagens disponíveis e clique sobre a miniatura da imagem desejada para carregar as informações disponíveis sobre a mesma. o Clique sobre o link Buscar (na aba de Imagens ou na caixa de miniaturas) para abrir o formulário de consulta seletiva de imagens. o No formulário de busca por imagens é possível pesquisar pelo número identificador da imagem (ID); pela categoria de classificação da imagem (aérea, armamentos, arqueologia, etc); pelo usuário que cadastrou a imagem; por qualquer palavra-chave da descrição da imagem; por qualquer palavra integrante dos créditos da imagem; pelo ano em que a imagem foi realizada, neste caso, com a opção de buscar por uma data exata ou por imagens realizada antes ou depois de certa data definida. o Na janela de visualização, além da imagem propriamente dita, são mostrados: o título da imagem, sua categoria de classificação, seu número identificador (ID), uma descrição sobre o seu conteúdo, os créditos de realização da imagem, data de sua realização e o nome do usuário que cadastrou (publicou) esse arquivo, que pode ser o tutor da fortificação ou outro usuário contribuinte (ver abaixo informações sobre o item "Contribuições"). Clique sobre o nome do contribuinte para acessar as informações disponíveis sobre esse usuário. o Clique sobre a imagem, na área de visualização, para abrir o arquivo original em outra janela do Navegador de Internet, geralmente em tamanho ampliado, com melhor visualização. O mesmo resultado se obtém clicando sobre o link "Ver imagem no tamanho original". o Na parte inferior da janela de visualização, os comandos de Anterior e Próxima permitem acessar diretamente as demais imagens disponíveis. Entre os dois comandos estão indicados o total de imagens disponíveis e o número da imagem visualizada no momento. o Clique para marcar a opção "Auto" e assim avançar de uma imagem para outra de forma automática. o Somente para os usuários contribuintes, conectados ao Website fortalezas.org (logados na área restrita do ambiente de edição), está disponível ainda a opção Editar, onde o Tutor do registro (imagem) pode ir diretamente à área de edição para alterar os dados cadastrados. o Clique no ícone em forma de impressora para abrir uma nova janela do Navegador de Internet onde é possível imprimir a imagem que está sendo visualizada no momento (Veja no final deste texto como imprimir todo o conteúdo sobre a fortificação visualizada). o Clique na opção "Retornar para o texto" para fechar a janela de visualização de imagens e voltar ao texto principal da fortificação. • Box de Mídias - Panorâmicas: o Para abrir Panorâmicas (panoramas fotográficos em 360°), clique sobre a aba correspondente no box de mídias, de forma a carregar as miniaturas com os arquivos disponíveis sobre a fortificação visualizada. Utilize a barra de rolagem horizontal para mostrar todos as panorâmicas disponíveis. o Clique sobre a miniatura da panorâmica desejada para carregar as informações disponíveis sobre a mesma e que são mostradas na mesma janela anteriormente ocupada pelo texto principal. o Na janela de visualização são mostrados: o título da panorâmica, seu número identificador (ID), uma descrição sobre o seu conteúdo, os créditos de realização da panorâmica, data de sua realização e o nome do usuário que cadastrou esse arquivo, que pode ser o tutor da fortificação ou outro usuário contribuinte (ver abaixo informações sobre o item "Contribuições"). Clique sobre o nome do contribuinte para acessar as informações disponíveis sobre esse usuário. Ao lado dessas informações, um ícone em forma de fotograma informa o tamanho em Kb do arquivo. o Clique sobre esse fotograma para abrir e visualizar a panorâmica. o Na parte inferior da janela de visualização, os comandos de Anterior e Próxima permitem acessar diretamente as demais panorâmicas disponíveis. Entre os dois comandos estão indicados o total de panorâmicas disponíveis e o número da panorâmica visualizada no momento. o Clique na opção "Retornar para o texto" para fechar a janela de visualização de vídeos e voltar ao texto principal da fortificação. • Box de Mídias – Desenhos CAD: o Para abrir Desenhos em CAD (arquivos em formato DWG, do padrão CAD, como levantamentos gráficos cadastrais, projetos de restauração, etc),clique sobre a aba correspondente no box de mídias, de forma a carregar as miniaturas com os arquivos disponíveis sobre a fortificação visualizada. Utilize a barra de rolagem horizontal para mostrar todos os arquivos CAD disponíveis. o Clique sobre a miniatura desejada para carregar as informações disponíveis sobre a mesma e que são mostradas na mesma janela anteriormente ocupada pelo texto principal. o Na janela de visualização são mostrados: o título do desenho em CAD, seu número identificador (ID), uma descrição sobre o seu conteúdo, os créditos de autoria do desenho, data de sua realização e o nome do usuário que cadastrou esse arquivo, que pode ser o tutor da fortificação ou outro usuário contribuinte (ver abaixo informações sobre o item "Contribuições"). Clique sobre o nome do contribuinte para acessar as informações disponíveis sobre esse usuário. o Ao lado dessas informações, um ícone em forma de fotograma informa o tamanho em Kb do arquivo. Clique sobre o ícone em forma de fotograma para abrir e visualizar o desenho (é necessário já possuir instalado no computador o programa Autocad ou outro software de visualização de arquivos DWG). o Na parte inferior da janela de visualização, os comandos de Anterior e Próxima permitem acessar diretamente os demais desenhos disponíveis. Entre os dois comandos estão indicados: o total de desenhos disponíveis e o número do desenho visualizado no momento. o Clique na opção "Retornar para o texto" para fechar a janela de visualização de desenhos e voltar ao texto principal da fortificação. • Abaixo do box de mídias, são apresentados uma série de quesitos com os dados parametrizados sobre a fortificação: Nome atual, Outras denominações, Tipo, ano de Início da construção, etc. Dados parametrizados são aqueles pelos quais é possível realizar pesquisas na página de Busca por fortificações. As pesquisas podem ser realizadas por cada um desses quesitos individualmente, ou por intermédio do cruzamento de vários desses quesitos combinados. • Nos quesitos "Autor do projeto" e "Iniciada no governo de" está disponível um link para acessar os dados do respectivo Personagem histórico ali listado, remetendo a seção Personagens do Website fortalezas.org. Após efetuar o link, utilize o comando "Voltar" do Navegador de Internet para retornar a página de visualização da fortificação. • Abaixo do box dos dados parametrizados encontra-se o box intitulado: Personagens relacionados, onde são listados o nome e a nacionalidade (acompanhados de uma imagem) dos personagens históricos que possuem alguma relação com a fortificação visualizada. Clique sobre o nome para acessar os dados do mesmo, remetendo-se à seção Personagens do Website fortalezas.org. Após efetuar o link, utilize o comando Voltar do Navegador de Internet para retornar a página de visualização da fortificação. • Abaixo do box Personagens relacionados encontra-se o box intitulado: Bibliografias relacionadas, onde são listados o título, o autor e o tipo (acompanhados de uma imagem) das bibliografias que possuem alguma relação com a fortificação visualizada. Clique sobre o título para acessar os dados do mesmo, remetendo-se à seção Bibliografias do Website fortalezas.org. Após efetuar o link, utilize o comando Voltar do Navegador de Internet para retornar a página de visualização da fortificação. • Abaixo do box Bibliografias relacionadas encontra-se o box intitulado: Links relacionados, onde são listados o título, a sinopse e o endereço de Internet (URL) dos websites (Links) que possuem alguma relação com a fortificação visualizada. Clique sobre o título ou endereço do link para remeter-se ao respectivo website, que será aberto em uma nova janela de navegação. • Abaixo do box Links relacionados encontra-se o box intitulado: Textos relacionados, onde são listados o título, o autor e o resumo do texto postado na seção Forum e que possuem alguma relação com a fortificação visualizada. Clique sobre o título para acessar os dados do mesmo, remetendo-se à seção Forum do Website fortalezas.org. Após efetuar o link, utilize o comando Voltar do Navegador de Internet para retornar a página de visualização da fortificação. • No alto e na base da página, o sistema informa, entre parênteses, o número total de resultados (registros) encontrados na pesquisa anteriormente realizada, e o número do registro que está sendo visualizado. • No alto e na base da página, também estão disponíveis os comandos para avançar (Próxima) e retroceder (Anterior) de uma fortificação para outra, dentre os resultados (registros) encontrados na pesquisa anteriormente realizada. • No alto e na base da página, ainda está disponível o link denominado "Listagem" para retornar a página com os demais resultados (registros) encontrados na pesquisa anteriormente realizada. • Abaixo do box Textos relacionados, encontra-se a tabela de "Contribuições", onde consta o nome do "Tutor do item", que é o usuário responsável pelo cadastro desta fortificação. Abaixo do nome do tutor, são listados os nomes dos demais usuários que contribuíram com o tutor na edição, revisão ou ampliação das informações sobre essa fortificação. • Ao lado do nome do Tutor é informada a data da realização da última atualização dos dados desta fortificação. Ao lado do nome do contribuinte é informada a data em que ocorreu a contribuição daquele usuário. • Logo abaixo, no sub-item "Mídias", são listados os usuários que contribuíram com o Tutor, adicionando algum tipo de mídia a essa fortificação: imagem, vídeo, panorâmica ou desenho CAD. Ao lado do nome do usuário, o número entre parênteses informa a quantidade de arquivos de mídias adicionados por aquele respectivo contribuinte. • Clique sobre o nome do Tutor ou sobre o nome dos demais contribuintes para visualizar as informações disponíveis sobre esses usuários. • Somente para os usuários contribuintes, conectados ao Website fortalezas.org (logados na área restrita do ambiente de edição), está disponível a opção Editar, onde o Tutor do registro pode alterar os conteúdos cadastrados e os demais usuários podem colaborar, contribuindo com uma informação adicional sobre a referida fortificação. • Na parte superior da página, o ícone em forma de impressora abre uma nova janela do Navegador de Internet onde é possível imprimir todo o conteúdo disponível sobre a fortificação visualizada. Na impressão do conteúdo total sobre a fortificação, estarão também listados os dados das mídias, sem as imagens correspondentes. Para imprimir as imagens, veja acima, os item Box de Mídias – Imagens. |