
A “Praça-forte de Estremoz”, também referida como “Sistema Fortificado de Estremoz”, em que se compreende o “Castelo de Estremoz”, localiza-se na freguesia de União das Freguesias de Estremoz (Santa Maria e Santo André), concelho de Estremoz, distrito de Évora, em Portugal.
Teve princípio com um castelo erguido em posição dominante sobre uma colina ao norte da serra de Ossa, com a função de defesa deste trecho da raia alentejana. A partir do século XVII, a par de Elvas, passou a constituir-se em uma das mais importantes praças-fortes da região, tendo os seus destacamentos contribuído decisivamente para as vitórias portuguesas nas batalhas das Linhas de Elvas (1659), do Ameixial (1663) e de Montes Claros (1665). Foi ainda quartel de um dos destacamentos militares com mais decisiva ação no Brasil colonial, o Regimento de Estremoz.
História
Antecedentes
Desconhece-se a primitiva ocupação humana do local, embora, à época da Romanização, a povoação tenha adquirido importância, vindo posteriormente a ser ocupada pelos muçulmanos, que a terão fortificado.
O castelo medieval
Quando da Reconquista cristã da região, terá sido conquistada na mesma época e pelas mesmas forças com que Geraldo Sem Pavor se assenhoreou da vizinha Évora (1165). Perdida a sua posse pouco depois, Estremoz só foi incorporada definitivamente aos domínios portugueses em meados do século XIII, sob o reinado de Sancho II de Portugal (1223-1248), que principia a edificação do castelo.
Os trabalhos prosseguiram no reinado de Afonso III de Portugal (1248-1279) que, visando incrementar o po
voamento e defesa, outorgou foral à vila em 1258. Datará deste momento, por volta de 1260, o início da construção da torre de menagem, cerca da vila e das Torres das Couraças.
Ao tempo de Dinis I de Portugal (1279-1325) concluíram-se as muralhas do castelo. O conjunto defensivo já estava definido, constituindo-se um dos projetos mais importantes de seu tempo, na região: a cerca da vila era amparada por 22 torres e a população intramuros podia ser abastecida por cerca de 20 cisternas. A importância de Estremoz na primeira metade do século XIV é inquestionável, datando desse período um importante conjunto patrimonial que tem o castelo como denominador comum, mas que se estende a outras obras, como o “Paço da Audiência” ou seções consideráveis do “Paço Real”, onde veio a falecer a Rainha Santa Isabel (4 de julho de 1336). Na posse da rainha, Estremoz transformou-se num dos principais centros políticos do reino, sendo palco privilegiado da política régia durante todo o final da primeira dinastia. Como exemplo ela evitou, aqui em Estremoz, um iminente embate entre o seu filho Afonso IV de Portugal (1325-1357) e o seu neto, Afonso XI de Castela (1312-1350).
A torre de menagem estava concluída sob o reinado de Fernando de Portugal (1367-1383), por volta de 1370.
No contexto da crise de sucessão de 1383-1385, o alcaide-mor Joane (João) Mendes de Vasconcelos, tomou partido por Beatriz de Portugal. Foi intimado pela população a abandonar o castelo, que o entregou ao escudeiro Martim Pires em nome do Mestre de Avis. Em 1384, o Condestável D. Nuno Álvares Pereira aqui instalou o seu quartel-general, de onde as forças portuguesas sob seu comando partiriam para dar combate, e vencer, o exército castelhano na batalha dos Atoleir
os.
No reinado de João I de Portugal (1385-1433) tiveram lugar em Estremoz as Cortes de 1416.
Foi aqui no castelo que se deu o encontro entre Duarte I de Portugal (1433-1438) e Dom Frey Gomez, delegado papal que trouxe a Bula da Cruzada solicitada pelo conde de Ourém ao Concílio de Ferrara (1436).
A vila recebeu de Manuel I de Portugal (1495-1521) o “Foral Novo” (1512). Ainda no século XVI foi totalmente reconstruída a Igreja de Santa Maria e a Casa da Audiência dionisíaca. O sistema defensivo foi modernizado pela construção de baluartes, sendo demolida a estrada coberta das couraças devido à construção do baluarte de Santo Agostinho.
Quando da crise de sucessão de 1580, o castelo e o seu alcaide-mor, almirante D. João de Azevedo, permaneceram fiéis a D. António, prior do Crato. Entretanto, as tropas espanholas sob o comando de Fernando Álvarez de Toledo y Pimentel, 3.º duque de Alba de Tormes invadiram Portugal, vindo a colocar cerco a Estremoz, única praça alentejana a oferecer resistência. Diante da desproporção de forças e das pesadas consequências que poderiam advir para a povoação e sua população, o alcaide-mor capitulou, sendo mantido detido no Castelo de Vila Viçosa.
Da Guerra da Restauração aos nossos dias
No contexto da Guerra da Restauração da independência (1640-1668) o Conselho de Guerra de João IV de Portugal (1640-1656) encarregou uma comissão composta pelos engenheiros militares Joannes Cieremans (Cosmander), Rui Correia Lucas e Jean Gillot, encarregada de inspecionar as praças de guerra alentejanas, nelas promovendo as obras necessárias (1642).
Os trabalhos iniciaram-se em 1645 com o reforço da cerca da vila por 4 baluartes,
2 meio-baluartes e um revelim, com projeto e orientação de Cieremans.
Durante o cerco a Elvas de 1658, e que culminaria com a Batalha das Linhas de Elvas no ano seguinte (1659), foi de Estremoz que partiu o grosso das forças portuguesas de socorro. Nesse contexto, e em voto de ação de graças pelas vitórias portuguesas sobre as forças espanholas no Alentejo, a Rainha Regente D. Luísa de Gusmão, mãe de Afonso VI de Portugal (1656-1683), fez transformar em Capela os aposentos em que a Rainha Santa Isabel havia falecido (1659).
Após 1662 Nicolau de Langres, auxiliado por Pierre de Saint-Colombe, foi nomeado o engenheiro militar encarregue da fortificação de Estremoz (1662-1670),
Ainda durante o século XVII as torres e a Porta da Couraça foram anexas ao Convento de Agostinianos, e o adro nivelado. Ao final do século registou-se a destruição do Paço por violenta explosão do paiol de pólvora ali instalado (17 de agosto de 1698).
No contexto da Guerra da Sucessão Espanhola (1701-1714), André de Melo e Castro, 4.º conde das Galveias, reuniu em Estremoz um exército de 15 mil infantes, 5 mil cavalos, 20 peças de artilharia e 6 morteiros (1705).
João V de Portugal (1706-1750) tomou a Capela de Santa Isabel sob a sua proteção (1715), que viria a receber painéis de azulejo com episódios da vida da Rainha Santa (1730-1740).
O soberano fez reconstruir o arruinado “Paço Real” a partir de 1736, cujo espaço passou a abrigar os “Armazéns de Guerra”, com projeto de António Carlos Andreis. Entre 1738 e 1742, no novo e imponente edifício em estilo barroco, o soberano fez instalar a “Sala de Armas”, um dos mais famosos museus de armaria no continente europeu à é
;poca. Datará ainda do século XVIII a chamada “Porta de Évora”.
Christian August von Waldeck, Príncipe de Waldeck e Pyrmont, militar experimentado contratado pela Coroa portuguesa em 1797 com o posto de marechal, apresentou Estremoz como Armazém do Corpo do Exército do Alentejo (1798).
No contexto da Guerra das Laranjas (1801), o comandante do Exército de Entre-Douro e Guadiana, general John Forbes of Skellater estabeleu em Estremoz o quartel-general das suas tropas. Entretanto, a 18 de maio, Forbes queixou-se ao 2.º duque de Lafões que a Praça-forte de Estremoz se encontrava desguarnecida, pelo que transferiu o seu quartel-general para Portalegre.
No contexto da Guerra Peninsular (1808-1814) foi momentâneamente ocupada por tropas francesas sob o comando do general François Étienne de Kellermann, 2.º duque de Valmy, que a abandonaram em 12 de julho de 1808.
Mais tarde, no contexto da Guerra Civil Portuguesa (1828-1834), forças miguelistas assassinaram 39 liberais que se encontravam aqui detidos nos calabouços (27 de julho de 1833).
A paz e a evolução urbana cobraram o seu tributo às defesas de Elvas, tanto às da Idade Média quanto às da Restauração. Como exemplo, para a implantação da estação ferroviária no centro da vila foi demolido um grande troço da muralha norte. Em 17 de Agosto de 1898, uma violenta explosão em um dos paióis de pólvora, causou severos danos à estrutura dos Armazéns de Guerra (antigo Paço Real) e do castelo medieval.
A classificação do conjunto evoluiu ao longo do século XX, a partir do Decreto de 16 de junho de 1910, publicado no Diário do Governo n.º 136, de 23 de junho, que classificou o “Castelo de Estremoz”. Posteriormente, o Decreto n.º 9.842, publicado no Diário do Governo, I Série, n.º 137, de 20 de junho de 1924, classificou as “Muralhas e baluartes do Castelo, Torre das Couraças, Portas e Baluartes da 2.ª Linha de Fortificações”. Por último, a Lei n.º 1.766, publicada no Diário do Governo, I Série, n.º 78, de 11 de abril de 1925 classificou as “Muralhas da 1.ª Linha de fortificações e Portas de Santo António, de Santa Catarina, dos Currais e de Évora”. A “ZEP” do Castelo encontra-se definida por Portaria de 27 de janeiro de 1972, publicada no Diário do Governo, II Série, n.º 52, de 2 de março (sem restrições).
A Lei n.º 1.766, publicada no Diário do Governo, 1.ª série, n.º 78, de 11 de abril de 1925, concedeu à autarquia, a título gratuito "(…) a parte restante dos prédios militares n.º 1 e 6 constituídos pelos fossos das fortificações e terrenos interiores desde as Portas de Santa Catarina até os terreiros da Câmara Municipal de Estremoz, no prolongamento da Av. Miguel Bombarda, para a continuação da avenida da estação do caminho de ferro, abertura de ruas, sua comunicação com a Vila e edificação de um bairro que se denominará Bairro 9 de Abril, em homenagem aos combatentes da Grande Guerra", e ainda "o prédio militar n.º 32, forte de S. José, e prédios militares n.º 11 e 17, Carragocho, baluarte da Mancebia e anexos, que a Câmara destina para abertura de ruas, campo de férias e mercado e alargamento da vila".
A intervenção do poder público fez-se sentir por campanha de obras consolidação e reedificação do castelo em 1939, sob a responsabilidade da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN), integrada no Plano de Restauro dos Monumentos Nacionais empreendido pelo Estado Novo no âmbito da comemoração dos centenários da Fundação e Restauração da nacionalidade (1140, 1640). Novos trabalhos tiveram lugar em 1944 e em 1961.
O monumento encontra-se afeto à Câmara Municipal de Estremoz, por auto de cessão datado de 6 de agosto de 1949 (castelo, muralhas ducentistas e baluartes, 1.ª e 2.ª linha de fortificações). As portas e torres encontram-se sem afetação.
Uma grande intervenção, entretanto, teve lugar a partir de 1967, visando requalificar o espaço dos Armazéns de Guerra (antigo Paço Real), às funções de pousada, com projeto do Arquiteto Rui Ângelo do Couto. As obras de adaptação procuraram respeitar o traçado do Paço Joanino valorizado pelo mobiliário português dos séculos XVII e XVIII. A Pousada foi inaugurada em 26 de setembro de 1970, com capacidade para 23 quartos.
Em 1980-1981 tiveram lugar obras de recuperação de vários troços de muralha, a que se seguiram intervenções em 1995, 1997, 1999, 2001 e 2004.
Atualmente, o monumento atende à função turística (Pousada da Rainha Santa Isabel), cultural (Galeria de Desenho da Câmara Municipal de Estremoz, na antiga Sala de Audiências de D. Dinis) e religiosa (Capela de Santa Isabel).
Em 2014, o Castelo de Estremoz foi integrado no projeto do Ministério da Defesa Nacional, criado com o apoio do Turismo de Portugal, denominado Turismo Militar.
Características
Exemplar de arquitetura militar, gótica e barroca, de enquadramento urbano, destacado sobre uma escarpa pedregosa que se ergue abruptamente na planície sobre onde se ergue a oeste a cadeia montanhosa da serra d'Ossa.
O castelo é característico da arquitetura militar regional dos séculos XIII e XIV, cuja fonte de inspiração se pode considerar o Castelo de Portel. Pertencem a este universo os castelos de Terena, Alandroal, Évora Monte, Vila Viçosa, Monsaraz, Mourão e outros. Foi ainda este critério que influenciou, no essencial, a edificação da monumental cerca medieval de Évora, já nos fins do século XIV. As Torres e Porta da Couraça faziam parte da estrutura defensiva medieval do antigo burgo, características da arquitetura militar regional; a Couraça de Estremoz distingue-se da cerca em que está embebida pela sua majestade e aspeto arcaico.
As muralhas da 1.ª linha de fortificação desenvolvem-se em linha de nível de cota estável, também se constituindo como exemplo de estrutura defensiva característica da arquitetura militar regional durante os séculos XIII e XIV, com protótipos em Borba, Redondo, Veiros, Arraiolos e outros.
As portas e baluartes da 2.ª linha de fortificações seguem o tipo Vauban, em composições barrocas de emolduramento dos vãos de acesso, similares a outros exemplares existentes em todo o país, nomeadamente em Elvas e em Évora. Definem os limites urbanos da cidade, pelas bandas norte, oeste e sul. Torres e Porta da Couraça alcantiladas na encosta escarpada da colina do Castelo, embebidas na cerca ducentista, destacando-se dela pelas suas dimensões; ficam anexas ao antigo Convento Agostiniano de Nossa Senhora da Consolação, único acesso. Restantes Portas na cota estável da 1.ª plataforma de descanso da escarpa de Estremoz, inscrita na 2.ª linha de muralhas.
|
Ajuda
Visualização de fortificação |
![]() |
• Na página de visualização de uma fortificação, são mostrados o nome da fortificação, sua localização (Cidade, Estado, País e Continente) e todos os demais dados disponíveis sobre a mesma.
• O primeiro conteúdo mostrado é uma janela com um texto principal contendo o histórico da fortificação e demais informações sobre seu projeto e construção, seus edifícios, as obras e demais intervenções realizadas ao longo dos anos, informações sobre armamentos e tropas, dados sobre intervenções arqueológicas realizadas, informações sobre proteção legal, fatos históricos relevantes associados à fortificação, entre outras informações julgadas pertinentes. • Abaixo da janela de texto encontra-se o box de Mídias: Mapa Interativo, Vídeos, Imagens, Panorâmicas e Desenhos em CAD. Clique na aba do tipo de mídia desejado para visualizar as miniaturas dos conteúdos disponíveis em cada uma. Veja mais abaixo neste texto de Ajuda como navegar por cada uma dessas diferentes mídias. Caso a fortificação já possua imagens cadastradas, as miniaturas dessas imagens são as primeiras a aparecerem disponíveis no box de mídias. Clique sobre uma miniatura para visualizá-la de forma ampliada. A mídia ampliada é visualizada na mesma janela anteriormente ocupada pelo texto principal. • Box de Mídias - Mapa Interativo: o Em Mapa Interativo é mostrada a localização da fortificação visualizada através de uma imagem de satélite. Não se trata de uma foto estática, mas sim de uma imagem dinâmica, que funciona com a tecnologia Google MAP. Com ele você pode navegar pelo mapa, aproximar e afastar a imagem e visualizar fotos de satélite. o Para abrir o Mapa Interativo, clique sobre a aba correspondente no box de mídias e depois no link "Clique aqui para visualizar o mapa interativo da localização da fortificação". o O mapa interativo informa as coordenadas geográficas (latitude e longitude) da fortificação visualizada. Há três modos de navegação: Mapa, Satélite e Híbrido. Utilize os comandos de navegação localizados à esquerda para aproximar e afastar a imagem, bem como para navegar pelo mapa, deslocando-se em qualquer direção desejada. Também é possível deslocar-se no mapa arrastando o cursor com o botão esquerdo do mouse (rato) continuamente pressionado. o Clique na opção "Retornar para o texto" para fechar o mapa e voltar ao texto principal da fortificação. • Box de Mídias - Vídeos: o Para abrir Vídeos, clique sobre a aba correspondente no box de mídias de forma a carregar as miniaturas com os arquivos disponíveis sobre a fortificação visualizada. Utilize a barra de rolagem horizontal para mostrar todos os vídeos disponíveis. o Clique sobre a miniatura do vídeo desejado para carregar as informações disponíveis sobre o mesmo e que são mostradas na mesma janela anteriormente ocupada pelo texto principal. o Na janela de visualização são mostrados: o título do vídeo, seu número identificador (ID), uma descrição sobre o seu conteúdo, os créditos de realização do vídeo, data de sua realização e o nome do usuário que cadastrou esse arquivo, que pode ser o tutor da fortificação ou outro usuário contribuinte (ver abaixo informações sobre o item "Contribuições"). Clique sobre o nome do contribuinte para acessar as informações disponíveis sobre esse usuário. o Ao lado dessas informações, um ícone em forma de fotograma informa o tamanho em Kb do arquivo. Clique sobre o ícone em forma de fotograma para abrir e assistir ao vídeo. o Na parte inferior da janela de visualização, os comandos de Anterior e Próxima permitem acessar diretamente os demais vídeos disponíveis. Entre os dois comandos estão indicados o total de vídeos disponíveis e o número do vídeo visualizado no momento. o Clique na opção "Retornar para o texto" para fechar a janela de visualização de vídeos e voltar ao texto principal da fortificação. • Box de Mídias - Imagens: o Para abrir Imagens (fotografias, iconografias antigas: planos e mapas), clique sobre a aba correspondente no box de mídias, de forma a carregar as miniaturas com os arquivos disponíveis sobre a fortificação visualizada. As miniaturas de imagens são as primeiras a aparecerem disponíveis no box de mídias quando se acessa a página da fortificação pela primeira vez. Clique sobre uma miniatura para visualizá-la de forma ampliada. A imagem ampliada é visualizada na mesma janela anteriormente ocupada pelo texto principal. o Ao acessar imagens, são mostradas inicialmente apenas as primeiras quatro miniaturas, sendo informado ao lado o número de imagens disponíveis sobre a fortificação. o Clique sobre o link Mostrar todas para visualizar a totalidade das miniaturas. o Utilize a barra de rolagem horizontal para mostrar todos as imagens disponíveis e clique sobre a miniatura da imagem desejada para carregar as informações disponíveis sobre a mesma. o Clique sobre o link Buscar (na aba de Imagens ou na caixa de miniaturas) para abrir o formulário de consulta seletiva de imagens. o No formulário de busca por imagens é possível pesquisar pelo número identificador da imagem (ID); pela categoria de classificação da imagem (aérea, armamentos, arqueologia, etc); pelo usuário que cadastrou a imagem; por qualquer palavra-chave da descrição da imagem; por qualquer palavra integrante dos créditos da imagem; pelo ano em que a imagem foi realizada, neste caso, com a opção de buscar por uma data exata ou por imagens realizada antes ou depois de certa data definida. o Na janela de visualização, além da imagem propriamente dita, são mostrados: o título da imagem, sua categoria de classificação, seu número identificador (ID), uma descrição sobre o seu conteúdo, os créditos de realização da imagem, data de sua realização e o nome do usuário que cadastrou (publicou) esse arquivo, que pode ser o tutor da fortificação ou outro usuário contribuinte (ver abaixo informações sobre o item "Contribuições"). Clique sobre o nome do contribuinte para acessar as informações disponíveis sobre esse usuário. o Clique sobre a imagem, na área de visualização, para abrir o arquivo original em outra janela do Navegador de Internet, geralmente em tamanho ampliado, com melhor visualização. O mesmo resultado se obtém clicando sobre o link "Ver imagem no tamanho original". o Na parte inferior da janela de visualização, os comandos de Anterior e Próxima permitem acessar diretamente as demais imagens disponíveis. Entre os dois comandos estão indicados o total de imagens disponíveis e o número da imagem visualizada no momento. o Clique para marcar a opção "Auto" e assim avançar de uma imagem para outra de forma automática. o Somente para os usuários contribuintes, conectados ao Website fortalezas.org (logados na área restrita do ambiente de edição), está disponível ainda a opção Editar, onde o Tutor do registro (imagem) pode ir diretamente à área de edição para alterar os dados cadastrados. o Clique no ícone em forma de impressora para abrir uma nova janela do Navegador de Internet onde é possível imprimir a imagem que está sendo visualizada no momento (Veja no final deste texto como imprimir todo o conteúdo sobre a fortificação visualizada). o Clique na opção "Retornar para o texto" para fechar a janela de visualização de imagens e voltar ao texto principal da fortificação. • Box de Mídias - Panorâmicas: o Para abrir Panorâmicas (panoramas fotográficos em 360°), clique sobre a aba correspondente no box de mídias, de forma a carregar as miniaturas com os arquivos disponíveis sobre a fortificação visualizada. Utilize a barra de rolagem horizontal para mostrar todos as panorâmicas disponíveis. o Clique sobre a miniatura da panorâmica desejada para carregar as informações disponíveis sobre a mesma e que são mostradas na mesma janela anteriormente ocupada pelo texto principal. o Na janela de visualização são mostrados: o título da panorâmica, seu número identificador (ID), uma descrição sobre o seu conteúdo, os créditos de realização da panorâmica, data de sua realização e o nome do usuário que cadastrou esse arquivo, que pode ser o tutor da fortificação ou outro usuário contribuinte (ver abaixo informações sobre o item "Contribuições"). Clique sobre o nome do contribuinte para acessar as informações disponíveis sobre esse usuário. Ao lado dessas informações, um ícone em forma de fotograma informa o tamanho em Kb do arquivo. o Clique sobre esse fotograma para abrir e visualizar a panorâmica. o Na parte inferior da janela de visualização, os comandos de Anterior e Próxima permitem acessar diretamente as demais panorâmicas disponíveis. Entre os dois comandos estão indicados o total de panorâmicas disponíveis e o número da panorâmica visualizada no momento. o Clique na opção "Retornar para o texto" para fechar a janela de visualização de vídeos e voltar ao texto principal da fortificação. • Box de Mídias – Desenhos CAD: o Para abrir Desenhos em CAD (arquivos em formato DWG, do padrão CAD, como levantamentos gráficos cadastrais, projetos de restauração, etc),clique sobre a aba correspondente no box de mídias, de forma a carregar as miniaturas com os arquivos disponíveis sobre a fortificação visualizada. Utilize a barra de rolagem horizontal para mostrar todos os arquivos CAD disponíveis. o Clique sobre a miniatura desejada para carregar as informações disponíveis sobre a mesma e que são mostradas na mesma janela anteriormente ocupada pelo texto principal. o Na janela de visualização são mostrados: o título do desenho em CAD, seu número identificador (ID), uma descrição sobre o seu conteúdo, os créditos de autoria do desenho, data de sua realização e o nome do usuário que cadastrou esse arquivo, que pode ser o tutor da fortificação ou outro usuário contribuinte (ver abaixo informações sobre o item "Contribuições"). Clique sobre o nome do contribuinte para acessar as informações disponíveis sobre esse usuário. o Ao lado dessas informações, um ícone em forma de fotograma informa o tamanho em Kb do arquivo. Clique sobre o ícone em forma de fotograma para abrir e visualizar o desenho (é necessário já possuir instalado no computador o programa Autocad ou outro software de visualização de arquivos DWG). o Na parte inferior da janela de visualização, os comandos de Anterior e Próxima permitem acessar diretamente os demais desenhos disponíveis. Entre os dois comandos estão indicados: o total de desenhos disponíveis e o número do desenho visualizado no momento. o Clique na opção "Retornar para o texto" para fechar a janela de visualização de desenhos e voltar ao texto principal da fortificação. • Abaixo do box de mídias, são apresentados uma série de quesitos com os dados parametrizados sobre a fortificação: Nome atual, Outras denominações, Tipo, ano de Início da construção, etc. Dados parametrizados são aqueles pelos quais é possível realizar pesquisas na página de Busca por fortificações. As pesquisas podem ser realizadas por cada um desses quesitos individualmente, ou por intermédio do cruzamento de vários desses quesitos combinados. • Nos quesitos "Autor do projeto" e "Iniciada no governo de" está disponível um link para acessar os dados do respectivo Personagem histórico ali listado, remetendo a seção Personagens do Website fortalezas.org. Após efetuar o link, utilize o comando "Voltar" do Navegador de Internet para retornar a página de visualização da fortificação. • Abaixo do box dos dados parametrizados encontra-se o box intitulado: Personagens relacionados, onde são listados o nome e a nacionalidade (acompanhados de uma imagem) dos personagens históricos que possuem alguma relação com a fortificação visualizada. Clique sobre o nome para acessar os dados do mesmo, remetendo-se à seção Personagens do Website fortalezas.org. Após efetuar o link, utilize o comando Voltar do Navegador de Internet para retornar a página de visualização da fortificação. • Abaixo do box Personagens relacionados encontra-se o box intitulado: Bibliografias relacionadas, onde são listados o título, o autor e o tipo (acompanhados de uma imagem) das bibliografias que possuem alguma relação com a fortificação visualizada. Clique sobre o título para acessar os dados do mesmo, remetendo-se à seção Bibliografias do Website fortalezas.org. Após efetuar o link, utilize o comando Voltar do Navegador de Internet para retornar a página de visualização da fortificação. • Abaixo do box Bibliografias relacionadas encontra-se o box intitulado: Links relacionados, onde são listados o título, a sinopse e o endereço de Internet (URL) dos websites (Links) que possuem alguma relação com a fortificação visualizada. Clique sobre o título ou endereço do link para remeter-se ao respectivo website, que será aberto em uma nova janela de navegação. • Abaixo do box Links relacionados encontra-se o box intitulado: Textos relacionados, onde são listados o título, o autor e o resumo do texto postado na seção Forum e que possuem alguma relação com a fortificação visualizada. Clique sobre o título para acessar os dados do mesmo, remetendo-se à seção Forum do Website fortalezas.org. Após efetuar o link, utilize o comando Voltar do Navegador de Internet para retornar a página de visualização da fortificação. • No alto e na base da página, o sistema informa, entre parênteses, o número total de resultados (registros) encontrados na pesquisa anteriormente realizada, e o número do registro que está sendo visualizado. • No alto e na base da página, também estão disponíveis os comandos para avançar (Próxima) e retroceder (Anterior) de uma fortificação para outra, dentre os resultados (registros) encontrados na pesquisa anteriormente realizada. • No alto e na base da página, ainda está disponível o link denominado "Listagem" para retornar a página com os demais resultados (registros) encontrados na pesquisa anteriormente realizada. • Abaixo do box Textos relacionados, encontra-se a tabela de "Contribuições", onde consta o nome do "Tutor do item", que é o usuário responsável pelo cadastro desta fortificação. Abaixo do nome do tutor, são listados os nomes dos demais usuários que contribuíram com o tutor na edição, revisão ou ampliação das informações sobre essa fortificação. • Ao lado do nome do Tutor é informada a data da realização da última atualização dos dados desta fortificação. Ao lado do nome do contribuinte é informada a data em que ocorreu a contribuição daquele usuário. • Logo abaixo, no sub-item "Mídias", são listados os usuários que contribuíram com o Tutor, adicionando algum tipo de mídia a essa fortificação: imagem, vídeo, panorâmica ou desenho CAD. Ao lado do nome do usuário, o número entre parênteses informa a quantidade de arquivos de mídias adicionados por aquele respectivo contribuinte. • Clique sobre o nome do Tutor ou sobre o nome dos demais contribuintes para visualizar as informações disponíveis sobre esses usuários. • Somente para os usuários contribuintes, conectados ao Website fortalezas.org (logados na área restrita do ambiente de edição), está disponível a opção Editar, onde o Tutor do registro pode alterar os conteúdos cadastrados e os demais usuários podem colaborar, contribuindo com uma informação adicional sobre a referida fortificação. • Na parte superior da página, o ícone em forma de impressora abre uma nova janela do Navegador de Internet onde é possível imprimir todo o conteúdo disponível sobre a fortificação visualizada. Na impressão do conteúdo total sobre a fortificação, estarão também listados os dados das mídias, sem as imagens correspondentes. Para imprimir as imagens, veja acima, os item Box de Mídias – Imagens. |