Bateria de São Januário

Rio de Janeiro, Rio de Janeiro - Brazil

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A “Bateria do morro de São Januário”, também referida apenas como “Bateria de São Januário”, localizava-se no antigo morro do Descanso, também referido como morro de São Januário, Alto da Sé, Alto de São Sebastião, ou morro do Castelo – hoje desaparecido -, no centro histórico da cidade e estado do Rio de Janeiro, no Brasil.

História

Sucedeu o primitivo Reduto de São Januário, que remontava a 1572, artilhado com uma peça, como ilustrado no mapa de Jacques de Vau de Claye (“Le vrai pourtraict de Geneure et du cap de Frie par Jqz de vau de Clay”, 1579. Bibliothèque nationale de France, Paris), que regista a baía de Guanabara e as suas defesas.

Após a invasão do corsário francês Jean-François Duclerc (agosto de 1710), a Fortaleza de São Sebastião foi reconstruída e a sua artilharia reforçada por ordem do então governador da Capitania do Rio de Janeiro, Francisco de Castro Morais (1710-11). Procedeu-se do mesmo modo com o complemento da sua defesa sul, reconstruindo-se o Reduto ou Bateria de São Januário, que se encontrava artilhado com onze peças no ano seguinte, ao tempo da invasão do corsário francês René Duguay-Trouin (setembro de 1711).

O "Relatório do Marquês de Lavradio, Vice-Rei do Rio de Janeiro, entregando o Governo a Luiz de Vasconcellos e Souza, que o sucedeu no vice-reinado", datado do Rio de Janeiro em 19 de junho de 1779, informou:

"Deste mesmo modo [fortificação de campanha, com planta que mandou fazer] (...) assim o pratiquei no sítio de S. Januário, que fica na altura onde era a Sé Velha; cujo sítio é sumamente vantajoso para defender toda a praia de N. Sra. da Ajuda, e as estradas que há para esta capital de todas as partes de que quizerem vir a ela, que desembarcam desde a praia do Bota-Fogo até às daquele sítio." (p. 428) (RIHGB, Tomo IV, 1842. pp. 409-486.).

Sob o governo do Vice-rei D. José Luís de Castro (1790-1801), foi novamente reparada e reforçada.

SOUZA (1885) informa que, à época (1885), esta estrutura, desmantelada, servia de residência particular (op. cit., p. 110).

No início do século XX desapareceu com o desmonte do morro do Castelo, obra promovida pelo então prefeito do Distrito Federal, Carlos Sampaio (1920-1922), para dar lugar aos pavilhões da Exposição Internacional que comemorou, no Rio de Janeiro, o Centenário da Proclamação da Independência. BARRETO (1958) reporta que a pedra com a inscrição do portão de entrada do forte encontrava-se no Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro.



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Bateria do Morro de São Januário
Página da Enciclopédia Wikipédia versando sobre a Bateria do Morro de São Januário, que se localizava no antigo morro do Descanso, também conhecido como morro de São Januário, alto da Sé, alto de São Sebastião, ou simplesmente morro do Castelo (hoje desaparecido), no centro histórico da cidade e Estado do Rio de Janeiro, no Brasil.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Bateria_do_Morro_de_S%C3%A3o_Janu%C3%A1ri...

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Contribution

Updated at 07/11/2017 by the tutor Carlos Luís M. C. da Cruz.

With the contribution of contents by: Carlos Luís M. C. da Cruz.

Contributions with medias: Projeto Fortalezas Multimídia (Amilton Matos) (3).


  • Bateria de São Januário

  • Fortaleza de São Januário

  • Battery

  • 1710 (AC)



  • Francisco de Castro Morais

  • Portugal

  • 1921 (AC)

  • Missing






  • Disappeared

  • ,00 m2

  • Continent : South America
    Country : Brazil
    State/Province: Rio de Janeiro
    City: Rio de Janeiro

    Antigo morro do Castelo, hoje desaparecido.


  • Lat: 22 54' 21''S | Lon: 43 10' 19''W




  • 1711: 11 peças antecarga, de alma lisa.






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