Miguel Ângelo Blasco

Portugal

Miguel Ângelo Blasco foi nomeado coronel, em outubro de 1750, como engenheiro, com a obrigação de servir Portugal ou no Brasil, “nos portos, como em qualquer parte dos sertões do Brasil e maranhão, por cinco anos”.

Pertenceu ao número dos engenheiros recrutados para a expedição à América, incumbida das demarcações de limites.
Com ele foram contratados para o mesmo serviço: Carlos Ignácio Reverend e João André Schwebel; como ajudantes de engenheiros, Adam Wentzel Hesteko, Manoel Gotz e Inácio Hatton.

Ângelo Blasco era genovês. Em atenção aos valiosos serviços por ele prestados no Brasil foi promovido em 2 de outubro de 1763 ao posto de marechal-de-campo e em 21 de março de 1769 nomeado engenheiro-mor do Reino na vaga aberta com o falecimento do ilustre engenheiro, Tenente-General Manoel Maia.

Entre os inúmeros trabalhos por ele elaborados, figuram a planta da Barra do Rio Grande de São Pedro (Rio Grande do Sul), feita com a colaboração de José Custódio de Sá e Faria, em 1752, para servir de base às operações técnicas e militares da demarcação dos limites, entre as possessões de Portugal e Espanha.

Em Santa Catarina, levantou e desenhou (tirou e riscou), em 1767, as plantas das fortificações: Santana do Estreito, Conceição de Araçatuba e São Francisco Xavier.

Fonte Principal de consulta: TAVARES, Aurélio de Lyra. A Engenharia militar portuguesa na construção do Brasil. Rio de Janeiro: Editora Biblioteca do Exército, 2000. 218p.

Contribution

Updated at 28/09/2011 by the tutor Projeto Fortalezas Multimidia (Gabriel).




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