Fort of Nossa Senhora do Pópulo e São Marcelo

Salvador, Bahia - Brazil

Search for fortification's images

Date 1 Date 2

Medias (27)

Images (27)

O “Forte de São Marcelo”, também referido como “Forte do Mar”, localiza-se na cidade do Salvador, no estado da Bahia, no Brasil.

Situado sobre um pequeno banco de recifes a cerca de 300 metros da costa, fronteiro ao centro histórico da cidade, destaca-se por se encontrar envolvido pelas águas, como o Forte Tamandaré da Laje, no Rio de Janeiro, e ser o único de planta circular no país, inspirado no Castelo de Santo Ângelo (Itália) e na Torre do Bugio (Portugal).

História

Antecedentes

A primitiva concepção desta fortificação remonta ao período da União Ibérica (1580-1640), sob o reinado de Filipe III de Espanha (1598-1621), não havendo certeza quanto à autoria de sua traça. Tradicionalmente admite-se que remonta a 1608, com risco do engenheiro-mor e dirigente das obras de fortificação do Estado do Brasil, Francisco de Frias da Mesquita. Outros autores, porém, atribuem a sua traça inicial ao engenheiro-mor de Portugal, o cremonense Leonardo Torriani, em 1605.

Encontra-se figurado por João Teixeira Albernaz, o velho em "um retângulo de pergaminho em que se vê o projeto de edifício e do forte sobre a lajem do porto, que se há de fazer. Quem soerguer este retângulo de pergaminho vê a dita lajem desenhada na folha maior", a ser artilhado com 6 peças, no formato de um polígono quadrangular regular. ("Planta da cidade de Salvador, na Bahia de Todos os Santos", 1612. In: Livro que dá Razão do Estado do Brazil, c. 1616. Biblioteca Pública Municipal do Porto) Num outro exemplar da mesma obra, o referido projeto já está definitivamente incorporado ao desenho da planta, ("Planta da Cidade de Salvador, na Bahia de todos os Santos", 1616. Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, Rio de Janeiro) o que indica que o início da sua construção é posterior a 1612.

Concluído em 1623, no Governo-geral de D. Diogo de Mendonça Furtado (1621-1624), esteve inicialmente artilhado com 19 peças dos diversos calibres. (BARRETO, 1958:174) Durante a invasão neerlandesa de 1624, foi a primeira praça conquistada pelos invasores, que dele dispararam as balas incendiárias que aterrorizaram os moradores da cidade, facilitando a invasão. Anos mais tarde, entre abril e maio de 1638, durante a tentativa de invasão do conde Johan Maurits van Nassau-Siegen (1604-1679), também teve papel decisivo, logrando manter a esquadra neerlandesa à distância.

O século XVII

Dentro do contexto da Guerra da Restauração (1640-1668), e da campanha pela expulsão dos neerlandeses da Região Nordeste do Brasil (Insurreição Pernambucana), a reconstrução deste forte foi determinada pela Carta-régia de 4 de outubro de 1650, (SOUZA, 1885:93) durante o Governo-Geral de João Rodrigues de Vasconcelos e Sousa (1649-1654), atendendo o "(...) quanto convinha fazer-se um forte no baixo surgidouro dessa Bahia", reforçando a defesa proporcionada pela Bateria da Ribeira, o Forte de São Paulo da Gamboa e o Forte de São Pedro, com os quais cruzava fogos.

Com risco e técnicas vindas do reino, possivelmente inspirado no Forte de São Lourenço do Bugio (onde nova etapa construtiva se desenvolvia entre 1643-1657), a nova obra, a cargo do engenheiro francês Filipe Guiton, iniciou-se ainda em 1650, pela construção de um enrocamento em torno do recife, com pedras de arenito extraídas da pedreira da Preguiça (no Sodré) e de Itapagipe, transportadas em barcaças. Concluído em 1652, o interior do enrocamento passou a ser preenchido com pedra calcária oriunda do lastro dos navios do Reino, aqui carregados com açúcar e madeira de lei. Guiton trabalhou nestas obras até falecer, em 1656. Nesta altura, iniciava-se a muralha do torreão em pedra de granito, oriundo do Recôncavo baiano. No ano seguinte (1657), o seu conterrâneo Pedro Garcin, que até então trabalhava nas fortificações da capitania de Pernambuco, assumiu as obras deste forte. Uma notícia, datada de 1661, quando o forte passou à invocação de São Marcelo, dá conta de que a muralha do torreão central ainda se encontrava incompleta, faltando um lance para atingir a altura projetada, concluída no ano seguinte (1662), quando se erguia a 15 metros acima do nível do mar. Em 1664 encontravam-se em progresso as obras da cisterna, ao centro do torreão, e os compartimentos dos doze quartéis, com as entradas voltadas para o exterior, onde as barcaças seguiam despejando as pedras que formavam o terrapleno circular envolvente. No ano de 1670 um relatório, dirigido ao Governador-geral Afonso Furtado de Castro do Rio de Mendonça (1671-1675), dava conta do progresso dos trabalhos no Forte de Nossa Senhora do Pópulo. Nesta ocasião, o engenheiro militar Antônio Correia Pinto inspecionou as obras e passou a dirigir os trabalhos de construção, sendo o perímetro do terrapleno envolvente aumentado para cerca de 220 metros de circunferência.

O século XVIII

Um pouco antes da invasão francesa de Jean-François Duclerc ao Rio de Janeiro (agosto-setembro de 1710), expondo as fragilidades da defesa colonial, um relatório de 17 de junho desse ano, de autoria do mestre-de-campo de Infantaria, Miguel Pereira da Costa, criticava o projeto executado no Forte do Pópulo, propondo soluções. No escopo do projeto de defesa de Salvador da autoria do Brigadeiro João Massé (1713), foram propostas novas modificações para aumento do seu poder de fogo. Atendendo a essas sugestões, em 1717, o Vice-rei D. Pedro Antônio de Noronha Albuquerque e Sousa (1714-1718), iniciou-lhe trabalhos de ampliação do terrapleno envolvente aumentado em cerca de meio metro de altura e para cerca 241 metros de circunferência, estando concluídos com as novas canhoneiras do torreão ("bateria alta") e da plataforma do terrapleno ("bateria baixa"), em 1728, no governo do Vice-rei e Capitão-General-de-Mar-e-Terra do Estado do Brasil, D. Vasco Fernandes César de Meneses (1720-1735), conforme placa epigráfica sobre o portão de entrada.

O forte encontra-se representado em iconografia do capitão José António Caldas na "Notícia Geral de toda esta Capitania da Bahia desde o descobrimento até o prez.te ano de 1759", quando se encontrava artilhado com 54 peças de bronze e ferro dos diversos calibres. (Ver também "Planta e fachada do forte do Mar Nossa Senhora do Populo, e S. Marcelo". In "Cartas topográficas contem as plantas e prospectos das fortalezas que defendem a cidade da Bahia de Todos os Santos e seu recôncavo por mar e terra", c. 1764. Arquivo Histórico Ultramarino, Lisboa.)

Trabalhos de reforma são concluídos nas dependências do forte em 16 de agosto de 1772. Encontra-se representado numa iconografia de Carlos Julião, sob o nome de "4. Forte do Mar", (Elevaçam e fasada que mostra em prospeto pela marinha, a cidade de Salvador, Bahia de todos os Santos, 1779. Gabinete de Estudos Arqueológicos de Engenharia Militar, Lisboa.) ilustrada com os desenhos de trajes típicos femininos, novamente com o perfil da cidade do Salvador, pelo capitão José Francisco de Sousa (1782), e também, em iconografia de Luiz dos Santos Vilhena (1798).

O século XIX

Durante o século XIX, o forte esteve envolvido na maioria dos conflitos políticos em Salvador.

No contexto das Guerras Napoleônicas, o forte encontrava-se artilhado com 45 peças de bronze e ferro dos diversos calibres (1803). Quando da vinda da Família Real portuguesa para o Brasil, as defesas costeiras da colônia foram inspecionadas e reforçadas. Naquele momento, quando da passagem do Príncipe-Regente por Salvador (1808), o forte dispunha de 46 peças de bronze e ferro dos diversos calibres. (GARRIDO, 1940:89)

Em 1810, um relatório de inspeção preparado por uma comissão chefiada pelo brigadeiro de artilharia José Gonçalves Galeão e integrada pelo Coronel Manoel Rodrigues Teixeira, o tenente-coronel José Francisco de Sousa, o Capitão Joaquim Vieira da Silva e o Engenheiro João Teixeira Leal (autor das ilustrações), apontava a necessidade de erguer um anel perimetral no terrapleno envolvente, com altura igual à do torreão central. Na ocasião, a bateria alta encontrava-se artilhada com 4 peças de bronze e 16 de ferro dos diversos calibres, enquanto que na bateria baixa computavam-se 1 peça de bronze e 29 de ferro montadas em seus reparos, 1 antigo pedreiro e 2 morteiros. Atendendo às recomendações desse relatório, desenvolveram-se obras de remodelação no forte, entre 1810 e 1812, a cargo de D. Marcos de Noronha e Brito, trabalhos que conferiram a atual configuração ao forte. Naquele último ano, a sua artilharia estava reduzida a 46 peças de bronze e ferro dos diversos calibres.

Durante a Guerra da independência do Brasil (1822-1823), abandonado pelas tropas portuguesas em retirada, o patriota João das Botas, líder da frota de canoas e de saveiros que bloqueava Salvador, aqui hasteou uma bandeira verde e amarela (2 de julho de 1823). (SOUSA, 1885:73)

Como prisão política, abrigou Cipriano José Barata de Almeida (1762-1838), por suas críticas ao fechamento da Assembleia Constituinte (novembro de 1823), assim como os emissários da Confederação do Equador (1824).

No contexto da Revolução federalista do Guanais (1832-1833), serviu de prisão em 26 de agosto de 1832 a cerca de 80 integrantes deste movimento irrompido na vila de Cachoeira desde 19 de fevereiro, sob a liderança do vereador e capitão de milícias, Bernardo Miguel Guanais Mineiro (detido a 23 de fevereiro), que pretendia tornar a Bahia independente do Império, com o fuzilamento do Imperador. No ano seguinte, os detidos no forte se amotinaram, dominando a guarnição e hasteando a bandeira de listas verticais, nas cores azul, branca e azul (26 de abril de 1833). Em seguida, utilizando a artilharia do forte, bombardearam a cidade durante quatro dias, até serem dominados, a 30 de abril.

Quando da Revolta dos Malês (25 de janeiro de 1835), africanos das etnias hauçá e nagô, de religião islâmica, aqui tiveram os seus líderes aprisionados, tendo 5 deles sido fuzilados.

Durante a Guerra dos Farrapos (1835-1845) recolheu o líder farroupilha Bento Gonçalves (1788-1847), que daqui escapou (10 de setembro de 1837) após ter sido vítima de uma tentativa de envenenamento;

Durante a Sabinada, foi o último reduto dos revoltosos republicanos, ali tendo sido aprisionados, entre os seus líderes, o cirurgião Francisco Sabino Álvares da Rocha Vieira (1838) e mais outros 280 revoltosos.

A partir de 1855 as dependências do forte foram entregues ao Ministério da Marinha. Nesse período, foi instalado um farol de sinalização, destinado a auxiliar a movimentação de embarcações no porto de Salvador. Este pequeno farol operou por um século, de 1857 a 1957.

A seu respeito, Pedro II do Brasil (1840-1889), registrou em seu diário de viagem: "6 de outubro [de 1859] - (...) As iluminações das casas que eu vejo daqui estão bonitas, e principalmente a do Forte do Mar que de dia parece um empadão. Está aí o depósito de pólvora, ameaçando a cidade, (...)". (PEDRO II, 2003:55) E, em visita, dias mais tarde, complementou:

"29 de outubro - Saí às 6 1/2 e fui ao forte de São Marcelo ou do Mar. Custou a atracar e quando a ressaca é forte não se pode fazê-lo. O forte é circular, com um fosso interno em parte ocupado por diversas plantas e um quintalzinho e que separa a muralha do corpo central, igualmente circular, e coberto por abóbada que ajunta água, numa cisterna. Tem trinta peças e igual número de praças cujo alojamento assim como as outras acomodações são más, por acanhadas e muito pouco arejadas. Encontrei a seguinte inscrição sobre o portão interno: 'Vascus? (não pude ler bem) Fernandes Cesar Menesius totius Brasiliae auspicatissimus Prorex hanc arcem fine coronavit anno octavo ab apprehenso claro et a Christo nato 1728' [Vasco Fernandes César Menezes, muito auspicioso Vice-rei de todo o Brasil, coroou esta cidade no oitavo ano de seu governo e no de 1728 do nascimento de Cristo]". (PEDRO II, 2003:166)

A função de Depósito de Pólvora manteve-se até 1861. No contexto da Questão Christie (1862-1865), sofreu alguns reparos. O Relatório do Estado das Fortalezas da Bahia ao Presidente da Província (3 de agosto de 1863), dá-o como reparado, citando:

"Demora no meio do porto desta Cidade, defronte do Arsenal de Marinha e a 760 braças do Forte da Gamboa, que lhe fica a N. É circular, à barbeta, com o desenvolvimento de 1.212 palmos e monta 30 peças de calibre 32.

Está pronto; mas convém que o terrapleno do lado de terra seja cimentado, completas as guardas das rampas, outras ligeiras reparações e substituição de ferragens do portão e janelas
". (ROHAN, 1896:51, 58-59)

Passou, a partir desse ano (1863), a ser utilizado como Quartel da Companhia de Aprendizes Marinheiros, estando artilhado em 1865 com 30 peças de bronze e ferro dos diversos calibres.

Voltou a ser subordinado ao Ministério da Guerra em 1880, quando sofreu reparos para acantonar um destacamento de Artilharia. (GARRIDO, 1940:90) Sobre o portão de entrada, o escudo de armas do Império foi mutilado após a proclamação da República (1889), quando a coroa monárquica foi substituída por uma estrela de cinco pontas. Serviu novamente como prisão até 1900, aí tendo sido detidos à época, militares, autoridades e estudantes relapsos e/ou indisciplinados.

Do século XX aos nossos dias

O forte foi utilizado para bombardear novamente a cidade de Salvador, agora em conjunto com o Forte do Barbalho e com o Forte de São Pedro (10 de janeiro de 1912), no contexto da Política das Salvações do então Presidente da República, Hermes da Fonseca (1910-1914). Na ocasião foram alvejados o palácio do governador estadual, a Prefeitura Municipal, o Teatro de São João (GARRIDO, 1940:92) e a Biblioteca Pública de Salvador, que se incendiou, com a perda de importantes documentos históricos do Arquivo Público da Bahia.

De 1912 a 1915 esteve artilhado com canhões Krupp 75mm L/28 e de 8 c/c e Withworth, guarnecido por um destacamento do 4.º Batalhão de Posição. (GARRIDO, 1940:90) Retornou à jurisdição do Ministério da Marinha, que nela alojou uma Companhia de Fuzileiros Navais, sua artilharia salvando nos dias feriados ainda em 1926. (GARRIDO, 1940:90) À época desse autor (1940) funcionavam nas dependências do forte um pequeno farol e um posto semafórico. (GARRIDO, 1940:90)

Encontra-se tombado pelo Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional desde 23 de maio de 1938, tendo se procedido a recuperação do cais de atracação (escada externa) em 1942. Entre 1965 e 1967, a Prefeitura Municipal de Salvador, sob orientação do Patrimônio Histórico, procedeu a alguns reparos.

No período de 1978 a 1983 foram procedidas algumas intervenções de restauro pelo IPHAN, visando a instalação do Museu Arqueológico do Mar, voltado para o modelismo naval e a arqueologia submarina, com acervo do Serviço de Documentação da Marinha e o apoio do 2.º Distrito Naval, o que não se materializou. Por apresentar fissuras nas paredes, as suas dependências internas foram novamente restauradas em 1989.

Em 2000, o cais de atracação foi novamente recuperado, com a instalação de uma plataforma flutuante para comodidade de acesso de visitantes.

Reaberto à visitação pública desde 12 de novembro de 2004, encontrava-se requalificado oferecendo atividades culturais, de lazer e de turismo, envolvendo uma parceria público-privada entre o Governo do Estado da Bahia e a Associação Brasileira dos Amigos das Fortificações Militares e Sítios Históricos (ABRAF).

Com o passar dos anos, foi novamente se deteriorando até ser encerrado à visitação em 2011. Em 2014, a Prefeitura previa realizar uma nova intervenção no local visando a sua restauração através do IPHAN e assim poder voltar a receber visitação pública. Atualmente administrado pelo IPHAN, recebe atividades culturais, de lazer e de turismo.

Para os aficionados da telecartofilia, sua vista aérea ilustra um cartão telefônico da série Fortes de Salvador, emitida pela Telebahia em junho de 1998.

Integra a Lista Indicativa enviada pelo país à UNESCO em 2015, para concorrer ao título de Patrimônio Mundial, previsto para as comemorações do Bicentenário da Independência do Brasil (2022). 

Características

Exemplar de arquitetura militar, de tipo renascentista.

O seu projeto original visava melhor resistir às correntes e às marés, permitindo o tiro em qualquer direção na defesa da cidade e porto do Salvador, cruzando fogos com o Fortim de São Fernando (que deu lugar ao prédio da Associação Comercial em 1818) e ao Forte de São Paulo da Gamboa.

Com uma área total construída de 2.500 metros quadrados, a sua estrutura, em cantaria de arenito até a linha d'água e o restante em alvenaria de pedra em aparelho irregular, é integrada por um torreão central com planta circular com as dimensões de 15 metros de altura por 36 metros de diâmetro (cerca de 145 metros de circunferência), um pátio de 10 metros de largura, que separa a torre de um anel perimetral de planta aproximadamente circular (achatada na direção leste voltada para a cidade) com 15 metros de largura (cerca de 241 metros de circunferência). O piso do anel perimetral tem altura de 15 metros acima do terrapleno (exceto na direção leste voltada para a cidade que é de 12 metros, unidos por duas rampas opostas, a norte e a sul).

Até 1810 o Forte era formado por um torreão central guarnecido por troneiras e um terrapleno com troneiras que o circundava. Essa disposição tornava-o vulnerável, pois a pequena altura do torreão tornava a bateria da praça alta de tiro um alvo fácil das embarcações inimigas.

Sob o torreão ficam a cisterna, o calabouço, a capela, o armazém da pólvora e os quartéis que a partir da construção da nova praça alta de tiro sobre o terrapleno perimetral se transformaram em celas. Sobre a nova construção ficam o corpo da guarda, a cozinha e os quartéis da guarda e do comandante. Estas salas, de planta retangular, têm cobertura em abóbada de berço, e, exceto as situadas à direita do portão de entrada, não tem comunicação entre si, apenas o vão da porta que se abre para o corredor circular separando o anel perimetral do terrapleno central.



 Related character


 Print the Related character

Related bibliography 

Relatório do Ministro da Guerra, Ângelo Moniz da Silva Ferraz, em 1866
Ângelo Moniz da Silva Ferraz

Printed Document
1866
 
Fortes da Bahia, nº3
Mário Mendonça de Oliveira
Anésio Ferreira Leite
Cid Teixeira
Maria do Socorro Martinez

Newspaper
2002
 
Fortes da Bahia, nº 2
Anésio Ferreira Leite
Cid Teixeira
Cybèle Celestino Santiago
Etelvina Rebouças
Alberto Paraíso

Newspaper
2002
 
Forte São Marcelo

Spelling book
2006
 
Fortes da Bahia, nº 1
Mário Mendonça de Oliveira
Anésio Ferreira Leite
Cybèle Celestino Santiago
Luiz Carlos Facó

Newspaper
2002
 
Gazeta do Forte - Ano I, nº 1
ABRAF

Newspaper
2008
 
Gazeta do Forte - Ano II, nº 5
ABRAF

Newspaper
2009
 
Gazeta do Forte - Ano I, nº2
ABRAF

Newspaper
2008
 
Forte São Marcelo: história, lazer & cultura
Associação Brasileira dos Amigos das Fortificações Militares e Sítios Históricos

Folder
 
Os Fortes do Brasil
Ricardo Siqueira Prado
Ricardo Chaves Prado

Article - Magazine
1998
 
O Forte do Mar, na Bahia.
Carlos Ott

Article - Magazine
1956
 
Francisco de Frias da Mesquita - Engenheiro mor do Brasil.
Clemente Maria da Silva-Nigra

Article
1945
 
Os melhores caminhos da Baía levam a visitar o Forte

Folder
 
Carta de Recife

Official Document
2017
 
Relatório síntese do Seminário Internacional sobre Fortificações Brasileiras – Patrimônio Mundial

Report (Other)
2017
 
Relatório do Ministro da Guerra, Manoel Felizardo de Souza e Mello, em 1848

Printed Document
1848
 
Relatório do Ministro da Guerra, João Paulo dos Santos Barreto, em 1847
João Paulo dos Santos Barreto

Printed Document
1847
 
Relatório do Ministro da Guerra, João Paulo dos Santos Barreto, em 1846
João Paulo dos Santos Barreto

Printed Document
1846
 
A engenharia do medo
Adler Homero Fonseca de Castro

Article - Magazine
2006
 
Relatório do Ministro da Guerra, José Maria da Silva Paranhos, Visconde do Rio Branco, em 1871
José Maria da Silva Paranhos

Printed Document
1871
 
Relatório do Ministro da Guerra, Sebastião do Rego Barros, em 1838
Sebastião do Rego Barros

Printed Document
1838
 
História do Brasil
Vicente Rodrigues Palha (Frei Vicente do Salvador)

Book
1889
 
Arqueologia subaquática no umbigo da Bahia de Todos os Santos
Gilson Rambelli
Leandro Domingues Duran

Article - Magazine
2015
 
Las fortificaciones en Brasil
Roberto Tonera

Article - Magazine
2016
 
Dimensión Antropológica

Magazine
2016
 
Um forte baiano ligado ao Rio Grande do Sul
Walter Spalding

Article
1967
 
Arquitetura militar em Salvador da Bahia séculos XVI a XVIII
Filipe Eduardo Moreau

Thesis
2011
 
Muralhas de pedra, canhões de bronze, homens de ferro: fortificações do Brasil de 1504 a 2006 - Tomo II
Adler Homero Fonseca de Castro

Book
2013
 
O Imperador no Forte
Anderson Moreira

Article
2008
 
O Exército na História do Brasil

Book
1998
 
Cartas de Vilhena - crítica do sistema fortificado
Anésio Ferreira Leite

Article - Magazine
1999
 
As Fortificações Portuguesas de Salvador Quando Cabeça do Brasil
Mário Mendonça de Oliveira

Book
2004
 
Fortificações Portuguesas no Brasil - A ''Cidade-Fortaleza'' de Salvador
Arnaldo Manuel de Medeiros Ferreira

Article
2001
 
Fortificações Portuguesas no Brasil
Arnaldo Manuel de Medeiros Ferreira

Book
2004
 
Forte de São Marcelo
Paulo Roberto Rodrigues Teixeira

Article - Magazine
2007
 
Fortificações do Brasil
Carlos Miguez Garrido

Book
1940
 
Fortificações do Brasil: Resumo Histórico
Aníbal Barreto

Book
1958
 
Fortificações no Brasil
Augusto Fausto de Souza

Article
1885
 
Fortalezas Históricas do Brasil
Jacob Klintowitz
Romulo Fialdini

Book
1983
 
As Fortalezas e a defesa de Salvador
Mário Mendonça de Oliveira

Book
2008
 
Os Fortes de Salvador
Virgínia Pernambucano de Mello

Cd-Rom
2006
 
Plano da fortificação que se acha na Capitania da Bahia feito por ordem do senhor D. Fernando José de Portugal e Castro, Governador e Capitão Geral da mesma Capitania no ano de 1799

Handwritten Document
1799
 
O Forte São Marcelo como elemento de descomoditização do turismo de Salvador
Ernesto Britto Ribeiro
Milena Rocha Nadier Barbosa

Article
2007
 
Nossas guerras. Considerações históricas dos seus recursos
Antonio Gonçalves Meira
Coralio B. P. Cabeda

Book
2009
 
Fortes e Fortalezas. A participação da FUNCEB na restauração e divulgação do Patrimônio Nacional
Paulo Roberto Rodrigues Teixeira

Article - Proceedings
2010
 
Forte São Marcelo, "O humbigo da Bahia"
Anésio Ferreira Leite

Article - Proceedings
2010
 
Actas virtuais do 6° Seminário Regional de Cidades Fortificadas e 1° Encontro Técnico de Gestores de Fortificações
Universidade Federal de Santa Catarina

Annals
2010
 
Fortalezas Multimídia
Roberto Tonera

Cd-Rom
2001
 
Cartas topográficas contem as plantas e prospectos das fortalezas que defendem a cidade da Bahia de Todos os Santos e seu reconcavo por mar e terra
José Antônio Caldas

Document
1764
 
Forte São Marcelo: um monumento vivo da história da Bahia
Anésio Ferreira Leite

Article
2002
 
Falando de fortes: uma viagem pelos símbolos de resistência desta terra
Cid Teixeira

Article
2002
 
As fortificações Militares, referenciais para o turismo
Anésio Ferreira Leite

Article - Newspaper
2002
 
Príncipe Regente chega no Dia do Descobrimento do Brasil
Rogério Borges

Article
2008
 
Fortificações Portuguesas no Brasil - Histórial dos Fortes de Salvador
Arnaldo Manuel de Medeiros Ferreira

Article
2001
 
Fortificaciones en Iberoamérica
Ramón Gutiérrez

Book
2005
 
Estudo dos materiais de construção de Vitrúvio até o século XVIII: uma visão crítico-interpretativa à luz da ciência contemporânea
Cybèle Celestino Santiago

Thesis
2000
 
Relatório do Ministro da Guerra, Thomaz José Coelho de Almeida, em 1889
Thomaz José Coelho de Almeida

Printed Document
1889
 
Relatório do Ministro da Guerra, Joaquim Delfino Ribeiro da Luz, em 1887
Joaquim Delfino Ribeiro da Luz

Printed Document
1887
 
Relatório do Ministro da Guerra, Antônio Eleutério de Camargo, em 1885
Antonio Eleutério de Camargo

Printed Document
1885
 
Relatório do Ministro da Guerra, Filippe Franco de Sá, em 1884
Filippe Franco de Sá

Printed Document
1884
 
Conjunto de Fortificações Coloniais do Brasil indicado para o Patrimônio Cultural da Humanidade
Elcio Rogério Secomandi

Article- Digital
2019
 
Muralhas da memória: fortificações, patrimônio e turismo cultural
Adler Homero Fonseca de Castro

Article- Digital
2013
 
Introdução à história militar brasileira

Book
2015
 
A fortificação no Brasil: da instalação precária dos séculos XV e XVI à consolidação no século XVIII
Rui Carita

Article - Proceedings
2013
 
Seis Passos para a Eternidade
Elcio Rogério Secomandi

Article- Digital
2020
 
A Bahia e o Prata no Primeiro Reinado: comércio, recrutamento e Guerra Cisplatina (1822-1831)
Lucas de Faria Junqueira

Dissertation
2005
 
Preservação das fortificações do Brasil: um balanço de 80 anos de proteção do Iphan
Kátia Bogéa
Andrey Rosenthal Schlee

Article - Magazine
2018
 
Episódios baianos: documentos para história do período holandês na Bahia

Book
2010
 
Relatório do Ministro da Marinha, João Maurício Wanderley, em maio de 1856
João Maurício Wanderley (Barão de Cotegipe)

Printed Document
1856
 
Relatório do Ministro da Marinha, José Maria da Silva Paranhos, em maio de 1855
José Maria da Silva Paranhos

Printed Document
1855
 
Relatório do Ministro da Marinha, José Antônio Saraiva, em maio de 1858
José Antônio Saraiva

Printed Document
1858
 
Educação patrimonial: fortes, fortalezas e integração nacional
Elcio Rogério Secomandi

Article - Magazine
2020
 
Gente de Guerra e Fronteira: Estudos de História Militar do Rio Grande do Sul

Book
2010
 
A produção do discurso sobre o patrimônio cultural militar: os usos e desusos do tombamento das fortalezas no Brasil
Alessandro Pereira Oliveira
Luana de Carvalho Silva Gusso
Felipe Borborema Cunha Lima

Article - Magazine
2018
 
Ruínas do Forte São Joaquim: o uso turístico e a preservação do patrimônio cultural
Thais Felipe Rosa

Dissertation
2014
 
Patrimônio Cultural de Origem Militar: contribuições do ICOFORT RIO 2017

Annals
2019
 
Acenos sobre a contribuição da Engenharia Militar para a Cabeça do Brasil
Mário Mendonça de Oliveira

Article - Magazine
1999
 
CEAMA 15

Magazine
2017
 
Relatório do Ministro da Marinha, Barão de Cotegipe, em maio de 1870
João Maurício Wanderley (Barão de Cotegipe)

Printed Document
1870
 
Relatório do Ministro da Marinha, Manoel Antônio Duarte de Azevedo, em maio de 1872
Manoel Antônio Duarte de Azevedo

Printed Document
1872
 
Desafíos en la interpretación y gestión de fortificaciones
José Cláudio dos Santos Júnior

Article - Proceedings
2015
 
Turismo Virtual em Fortificações Coloniais do Brasil
Elcio Rogério Secomandi
Cesar Bargo Perez

Article - Proceedings
2020
 
Relatório do Ministro da Marinha, Joaquim Delfino Ribeiro da Luz, em maio de 1874
Joaquim Delfino Ribeiro da Luz

Printed Document
1874
 
Relatório do Ministro da Marinha, Joaquim Delfino Ribeiro da Luz, em maio de 1875
Joaquim Delfino Ribeiro da Luz

Printed Document
1875
 
Relatório do Ministro da Guerra, Pedro de Alcântara Bellegarde, em 1855
Pedro de Alcântara Bellegarde

Printed Document
1855
 
História de Sergipe
Felisbello Firmo de Oliveira Freire

Book
1891
 
Relatório do Ministro da Marinha, Luiz Antônio Pereira Franco, em maio de 1877
Luiz Antônio Pereira Franco

Printed Document
1877
 
Relatório do Ministro da Marinha, João Ferreira de Moura, em maio de 1879
João Ferreira de Moura

Printed Document
1879
 
Relatório do Ministro da Marinha, José Rodrigues de Lima Duarte, em maio de 1880
José Rodrigues de Lima Duarte

Printed Document
1880
 
Relatório do Ministro da Marinha, Antônio de Almeira Oliveira, em abril de 1884
Antônio de Almeida Oliveira

Printed Document
1884
 
Relatório do Ministro da Marinha, José Rodrigues de Lima Duarte, em janeiro de 1882
José Rodrigues de Lima Duarte

Printed Document
1882
 
Argamassas tradicionais de cal
Cybèle Celestino Santiago

Book
2007
 
O Brasil na Monarquia Hispânica (1580-1668): novas interpretações

Book
2016
 
Relatório do Ministro da Marinha, Luiz Filippe de Souza Leão, em 1885
Luiz Filippe de Souza Leão

Printed Document
1885
 
Relatório do Ministro da Marinha, Alfredo Rodrigues Fernandes Chaves, em abril de 1886
Alfredo Rodrigues Fernandes Chaves

Printed Document
1886
 
Relatório do Ministro da Marinha, Carlos Frederico Castrioto, em maio de 1887
Carlos Frederico Castrioto

Printed Document
1887
 
Relatório do Ministro da Marinha, Luiz Antônio Vieira da Silva, em maio de 1888
Luiz Antônio Vieira da Silva

Printed Document
1888
 
Relatório do Ministro da Marinha, Joaquim Elísio Pereira Marinho, em maio de 1889
Joaquim Elísio Pereira Marinho (Barão de Guahy)

Printed Document
1889
 
Relatório do Ministro da Marinha, Custódio José de Mello, em maio de 1892
Custódio José de Mello

Printed Document
1892
 
Relatório do Ministro da Marinha, Custódio José de Mello, em abril de 1893
Custódio José de Mello

Printed Document
1893
 
Relatório do Ministro da Marinha, João Gonçalves Duarte, em 1894
João Gonçalves Duarte

Printed Document
1894
 
Relatório do Ministro da Marinha, Elisiário José Barbosa, em abril de 1895
Elisiário José Barbosa

Printed Document
1895
 
Relatório do Ministro da Marinha, Elisiário José Barbosa, em abril de 1896
Elisiário José Barbosa

Printed Document
1896
 
Relatório do Ministro da Marinha, Manoel José Alves Barbosa, em abril de 1897
Manoel José Alves Barbosa

Printed Document
1897
 
Relatório do Ministro da Marinha, Carlos Balthazar da Silveira, em abril de 1899
Carlos Balthazar da Silveira

Printed Document
1899
 
Relatório do Ministro da Marinha, José Pinto da Luz, em maio de 1900
José Pinto da Luz

Printed Document
1900
 
Muralhas de pedra, canhões de bronze, homens de ferro
Adler Homero Fonseca de Castro
Synésio Scofano Fernandes

Article - Magazine
2019
 
História das lutas com os holandeses no Brasil: desde 1624 a 1654
Francisco Adolfo de Varnhagen

Book
1872
 
Relatório do Ministro da Marinha, Julio César de Noronha, em abril de 1904
Julio César de Noronha

Printed Document
1904
 
História geral do Brasil antes da sua separação e independência de Portugal
Francisco Adolfo de Varnhagen

Book
1877
 
Relatório do Ministro da Marinha, Julio César de Noronha, em abril de 1906
Julio César de Noronha

Printed Document
1906
 
Fala do Presidente da Província da Bahia, Francisco Gonçalves Martins, em março de 1852
Francisco Gonçalves Martins

Printed Document
1852
 
Relatório do Ministro da Guerra, Francisco de Paula Argollo, em 1897
Francisco de Paula Argollo

Printed Document
1897
 
Fala do Presidente da Província da Bahia, João Maurício Wanderley, em março de 1853
João Maurício Wanderley (Barão de Cotegipe)

Printed Document
1853
 
Fala do Presidente da Província da Bahia, João Maurício Wanderley, em março de 1854
João Maurício Wanderley (Barão de Cotegipe)

Printed Document
1854
 
Fala do Presidente da Província da Bahia, João Maurício Wanderley, em março de 1855
João Maurício Wanderley (Barão de Cotegipe)

Printed Document
1855
 
Fala do Presidente da Província da Bahia, Álvaro Tibério de Moncorvo e Lima, em maio de 1856
Álvaro Tibério de Moncorvo e Lima

Printed Document
1856
 
Fala do Presidente da Província da Bahia, João Lins Vieira Cansanção de Sinimbu, em setembro de 1857
João Lins Vieira Cansanção Sinimbu

Printed Document
1857
 
Revista Brasileira de História Militar

Magazine
2013
 
Fala do Vice-Presidente da Província da Bahia, Manoel Messias de Leão, em setembro de 1858
Manoel Messias de Leão

Printed Document
1858
 
Relatório do Presidente da Província, Herculano Ferreira Pena, em maio de 1860
Herculano Ferreira Penha

Printed Document
1860
 
Fala do Presidente da Província, Antônio da Costa Pinto, em março de 1861
Antônio da Costa Pinto

Printed Document
1861
 
Fala do Vice-Presidente da Província da Bahia, José Augusto Chaves, em setembro de 1861
José Augusto Chaves

Printed Document
1861
 
Relatório do Vice-Presidente da Província da Bahia, José Augusto Chaves, em dezembro de 1861
José Augusto Chaves

Printed Document
1862
 
Relatório do Ministro da Guerra, João Nepomuceno de Medeiros Mallet, em maio de 1902
João Nepomuceno de Medeiros Mallet

Printed Document
1902
 
Relatório do Presidente da Província da Bahia, Antonio Coelho de Sá e Albuquerque, em dezembro de 1863
Antonio Coelho de Sá e Albuquerque

Printed Document
1864
 
Relatório do Ministro da Guerra, Francisco de Paula Argollo, em maio de 1903
Francisco de Paula Argollo

Printed Document
1903
 
Relatório do Presidente da Província da Bahia, Antonio Joaquim da Silva Gomes, em novembro de 1864
Antonio Joaquim da Silva Gomes

Printed Document
1864
 
Relatório do Presidente da Província da Bahia, Luiz Antonio Barboza de Almeida, 1 de março de 1865
Luiz Antonio Barboza de Almeida

Printed Document
1865
 
Relatório do Ministro da Guerra, Francisco de Paula Argollo, em maio de 1904
Francisco de Paula Argollo

Printed Document
1904
 
Relatório do Ministro da Guerra, Francisco de Paula Argollo, em maio de 1905
Francisco de Paula Argollo

Printed Document
1905
 
Relatório do Presidente da Província da Bahia, Antônio Joaquim da Costa Carvalho, em abril de 1869
Antônio Joaquim da Costa Carvalho

Printed Document
1869
 
Relatório do Ministro da Guerra, Francisco de Paula Argollo, em 1906
Francisco de Paula Argollo

Printed Document
1906
 
Relatório do Ministro da Guerra, Hermes Rodrigues da Fonseca, em maio de 1907
Hermes Rodrigues da Fonseca

Printed Document
1907
 
Relatório do Presidente da Província da Bahia, Antônio Joaquim da Costa Carvalho, em março de 1870
Antônio Joaquim da Costa Carvalho

Printed Document
1870
 
Relatório do Ministro da Guerra, Hermes Rodrigues da Fonseca, em junho de 1908
Hermes Rodrigues da Fonseca

Printed Document
1908
 
Fala do Presidente da Província da Bahia, João Antonio de Araujo Freitas Henriques, em março de 1872
João Antonio de Araujo Freitas Henriques

Printed Document
1872
 
Relatório do Ministro da Guerra, Emygdio Dantas Barreto, em maio de 1911
Emygdio Dantas Barreto

Printed Document
1911
 
Relatório do Desembargador da Província da Bahia, João Antonio de Araujo Freitas Henriques, em junho de 1872
João Antonio de Araujo Freitas Henriques

Printed Document
1872
 
Fala do Presidente da Província da Bahia, Antonio Candido da Cruz Machado, em março de 1874
Antonio Candido da Cruz Machado

Printed Document
1874
 
Relatório do Ministro da Guerra, Vespasiano Golçanves de Albuquerque e Silva, em outubro de 1914
Vespasiano Gonçalves de Albuquerque e Silva

Printed Document
1914
 
Relatório do Presidente da Província da Bahia, Antonio Candido da Cruz Machado, em junho de 1874
Antonio Candido da Cruz Machado

Printed Document
1874
 
Relatório do Ministro da Guerra, José Bernardino Bormann, em maio de 1910
José Bernardino Bormann

Printed Document
1910
 
Relatório do Ministro da Guerra, José Caetano de Faria, em maio de 1915
José Caetano de Faria

Printed Document
1915
 
Relatório do Presidente da Província da Bahia, Venancio José de Oliveira Lisboa, em março de 1875
Venancio José de Oliveira Lisboa

Printed Document
1875
 
Relatório do Ministro da Guerra, José Caetano de Faria, em maio de 1916
José Caetano de Faria

Printed Document
1916
 
Brasil... Forte Abraço!
Cristiane Carbone

Catalog
2019
 
Relatório do Presidente da Província da Bahia, Luiz Antonio da Silva Nunes, em maio de 1876
Luiz Antonio da Silva Nunes

Printed Document
1876
 
Relatório do Presidente da Província, Luiz Antonio da Silva Nunes, em fevereiro de 1877
Luiz Antonio da Silva Nunes

Printed Document
1877
 
Relatório do Ministro da Guerra, Fernando Setembrino de Carvalho, em setembro de 1923
Fernando Setembrino de Carvalho

Printed Document
1923
 
Relatório do Ministro da Guerra, Fernando Setembrino de Carvalho, em novembro de 1924
Fernando Setembrino de Carvalho

Printed Document
1924
 
Relatório do Ministro da Guerra, Fernando Setembrino de Carvalho, em novembro de 1925
Fernando Setembrino de Carvalho

Printed Document
1925
 
Fala do Presidente da Província da Bahia, Pedro Luiz Pereira de Souza, em abril de 1883
Pedro Luiz Pereira de Souza

Printed Document
1883
 
Coleção de plantas geográficas, hidrográficas, planos e prospectos relativos a algumas das cartas de Notícias Soteropolitanas e Brasílicas
Luís dos Santos Vilhena

Handwritten Document
1801
 
Fala do Presidente da Província da Bahia, Pedro Luiz Pereira de Souza, em abril de 1884
Pedro Luiz Pereira de Souza

Printed Document
1884
 
Fala do Presidente da Província da Bahia, Dr. João Capistrano Bandeira de Mello, em outubro de 1887
João Capistrano Bandeira de Mello Filho

Printed Document
1887
 
Relatório do Ministro da Marinha, Alexandrino Faria de Alencar, em abril de 1907
Alexandrino Faria de Alencar

Printed Document
1907
 
Relatório do Vice-Presidente da Província da Bahia, João Capistrano Bandeira de Mello, em fevereiro de 1888
João Capistrano Bandeira de Mello Filho

Printed Document
1888
 
Relatório do Conselheiro da Província da Bahia, Manuel do Nascimento Machado Portella, em abril de 1889
Manuel do Nascimento Machado Portella

Printed Document
1889
 
O frontispício de Salvador e seu impacto na paisagem urbana da cidade no século XIX
Rodrigo Espinha Baeta
Luiz Antonio Fernandes Cardoso

Article - Magazine
2014
 
Comentários sobre a fortificação portuguesa no Brasil, especialmente o caso de Salvador
Mário Mendonça de Oliveira
Cybèle Celestino Santiago

Article - Magazine
1994
 
O papel das fortificações no espaço urbano de Salvador
Marcos Antonio dos Santos

Dissertation
2012
 
Relatório do Ministro da Guerra, João José de Oliveira Junqueira, em 1886
João José de Oliveira Junqueira

Printed Document
1886
 
A importância do estudo da tipologia arquitetônica para a preservação de bens imóveis: o caso do Forte de São Francisco Xavier da Barra (ES)
Luciene Pessotti de Souza

Article - Proceedings
2021
 
A Fortaleza de Santa Cruz: patrimônio militar na cidade de Niterói-RJ
Nathan da Silva Nunes
Miguel Angelo Campos Ribeiro

Article - Proceedings
2021
 
Memórias: dados para a história do Brasil
Fernando Setembrino de Carvalho

Memories
1950
 
A Bahia no século XVIII
Luís dos Santos Vilhena

Book
1969
 

 Print the Related bibliography



Related links 

Fortificações de Salvador
Website Brasil Viagem, versando sobre as seguintes fortificações de Salvador, no Estado da Bahia: Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat, Forte de Santo Antônio da Barra e Forte São Marcelo.

http://www.brasilviagem.com/materia/?CodMateria=52&CodPagina=182
Turismo virtual em fortificações coloniais do Brasil
Trata-se de um projeto educacional oferecido gratuitamente ao leitor no formato de uma “visita virtual” a um conjunto de dezenove (19) fortificações coloniais, postulante ao título de Patrimônio Cultural da Humanidade que esperamos seja conferido pela UNESCO (Nações Unidas para a Educação, Ciência e a Cultura) em 2022, ano do Bicentenário da Independência do Brasil. O leitor terá a oportunidade de realizar um “voo imaginário” sobre todas as regiões geográficas do Brasil, acessando breves relatos históricos, plantas topográficas e muita iconografia em alta resolução.

https://www.academia.edu/43598339/TURISMO_VIRTUAL_EM_FORTIFICACOES_COL...
10 fortes militares históricos viram ponto turísticos, no Brasil
Matéria da edição virtual da revista Casa Vogue de 22/12/2015, que versa sobre dez fortificações no Brasil que hoje são pontos turísticos importantes.

http://casavogue.globo.com/Arquitetura/noticia/2015/12/10-fortes-milit...
Icofort Brazil in Facebook
Page in the Facebook about the ICOFORT BRAZIL: The International Scientific Committee on Fortifications and Military Heritage in Brazil (http://www.brasil.icofort.org/) that began its activities in 2013 and will intend to reproduce in this country all the aims of the international ICOFORT (http://www.icofort.org/).

http://www.facebook.com/pages/Icofort-Brasil/290376381092560
Forte São Marcelo
Website Portal Salvador, com texto versando sobre o Forte de São Marcelo, que se localiza na cidade de Salvador, Estado da Bahia.

http://www.salvador.ba.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&i...
A Fortaleza Brasil
Website da Academia de História Militar terrestre do Brasil, apresentando histórico acerca das seguintes fortificações localizadas no Brasil: Forte de São João da Bertioga, Fortaleza de Santa Cruz, Fortaleza de Nossa Senhora de Assunção, Forte do Castelo do Senhor Santo Cristo do Presépio de Belém, Forte dos Reis Magos, Forte das Cinco Pontas, Fortaleza de São José da Ponta Grossa, Fortaleza Jesus, Maria e José do Rio Pardo, Real Forte Príncipe da Beira, Forte de Nossa Senhora do Pópulo e São Marcelo, Forte Novo de Coimbra, Forte da Ponta da Igrejinha de Nossa Senhora de Copacana.

http://www.ahimtb.org.br/fortbrasil.htm
Museu vivo da cidade
O Museu Vivo da Cidade é website (blog) sobre patrimônio cultural de Salvador (Bahia), em especial sobre as fortificações daquela cidade. Foi idealizado e é mantido pela Associação Brasileira dos Amigos das Fortificações Militares e Sítios Históricos (ABRAF), presidida pelo coronel aposentado do Exército Anésio Ferreira Leite. De 2000 a 2011 a ABRAF foi responsável pela gestão do Forte de São Marcelo, tendo desenvolvido um excelente trabalho cultural de revitalização daquela que é uma das principais fortificações de Salvador. Durante esse período foi implementado um museu e desenvolvidos diversos programas educativos, exposições e eventos abertos ao público. Contatos com a ABRAF podem ser realizados pelos telefones e e-mails a seguir: +55 71 9122-8776; +55 71 8882-8776 e e-mail: abraf.presidencia@gmail.com.

http://www.museuvivonacidade.blogspot.com
Forte São Marcelo
Website Forte São Marcelo, versando sobre este mesmo forte, que se localiza sobre um pequeno banco de recifes a cerca de 300m da costa, no porto, fronteiro ao centro histórico de Salvador, no litoral do Estado da Bahia. O site apresenta histórico, seção sobre as exposições realizadas no ambiente do forte, contato, entre outros.

http://www.fortesaomarcelo.org.br/
Fortificações de Salvador
Website Mar da Bahia, versando sobre as seguintes fortificações de Salvador, Estado da Bahia: Forte São Marcelo, Forte de Santo Antônio da Barra, Forte de Santa Maria, Forte de São Paulo da Gamboa, Forte de São Diogo, Forte de São Pedro, Forte do Monte Serrat, Forte de Santo Alberto, Forte da Jequitaia, Forte do Rio Vermelho, Forte de Santo Antônio Além do Carmo, Forte do Barbalho, Forte do Paraguassú e Forte do Morro de São Paulo.

http://mardabahia.com.br/fortes_salv.php
Arquivo Noronha Santos
Link para o Arquivo Noronha Santos, pertencente ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional -IPHAN, que dispõe de uma base de dados sobre os bens culturais tombados nacionalmente, inclusive as fortificações no Brasil. Para encontrar as fortificações, faça uma pesquisa (busca) na seção Livros do Tombo.

http://www.iphan.gov.br/ans/inicial.htm
Fortificações de Salvador
Website Colonial Voyage, em inglês, versando sobre as seguintes fortificações de Salvador, Bahia: Forte de Santo Antônio da Barra, Forte de Santa Maria, Forte de São Diogo, Forte de São Marcelo, Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat e Forte de São Pedro.

http://www.colonialvoyage.com/viaggi/brazilsalvadorforts.html
Fortificações de Salvador
Website Salvador 2003, versando sobre as seguintes fortificações: Forte de São Pedro, Forte de Santo Antônio da Barra, Forte de Santa Maria, Forte de São Diogo, Forte de Nossa Senhora do Monte Serrat, Forte de São Marcelo, Forte de Santo Abelardo e Forte de Santo Antônio Além do Carmo. Todos os fortes localizam-se ou localizavam-se na cidade de Salvador, Estado da Bahia.

http://www.salvador2003.com.br/fortes.htm
Fortificações de Salvador
Website EMTURSA versando sobre os Fortes de Nossa Senhora de Monte Serrat, de Santa Maria, de Santo Antônio Além do Carmo, de Santo Antônio da Barra, de São Diogo, de São Pedro, do Barbalho, de Santo Alberto, e de São Marcelo. Todos os fortes localizam-se ou localizavam-se na cidade de Salvador, Estado da Bahia.

http://www.emtursa.ba.gov.br/Template.asp?IdEntidade=109&Nivel=0002000...
Fortes da Bahia
Website Mar da Bahia versando sobre os Fortes de São Marcelo, Santo Antônio da Barra, Santa Maria, São Paulo da Gamboa, São Diogo, São Pedro, Monte Serrat, Santo Alberto, Jequitaia, Rio Vermelho, Santo Antônio Além do Carmo, Barbalho, Paraguassú e Morro de São Paulo, todos localizados no Estado da Bahia.

http://www.mardabahia.com.br/fortes_salv.php
Forte São Marcelo
Website da Prefeitura Municipal de Salvador versando sobre o Forte São Marcelo, que se localiza na cidade de salvador, Estado da Bahia.

http://www.pms.ba.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=19&...
Forte São Marcelo
Website do Forte São Marcelo, que se localiza na cidade de Salvador, Estado da Bahia, versando sobre o Forte.

http://www.fortesaomarcelo.com.br/
Forte de São Marcelo
Página da Enciclopédia Wikipédia versando sobre o Forte de Nossa Senhora do Pópulo e São Marcelo, popularmente conhecido como Forte do Mar. Localiza-se em Salvador, capital da Bahia, no Brasil.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Forte_de_Nossa_Senhora_do_P%C3%B3pulo_e_S...

 Print the Related links



Related entries 


 Print the Related entries


  • Fort of Nossa Senhora do Pópulo e São Marcelo

  • Castelo do Mar, Forte do Mar

  • Fort

  • 1612 (AC)


  • Francisco Frias da Mesquita

  • Philip III of Spain

  • Portugal


  • Restored and Well Conserved

  • National Protection
    Patrimônio Histórico Nacional.
    Livro de Belas Artes: Inscrição:089, Data:24-5-1938.
    Livro Histórico: Inscrição:049, Data:24-5-1938.
    Nº Processo:0155-T-38.





  • Historical museum

  • 2500,00 m2

  • Continent : South America
    Country : Brazil
    State/Province: Bahia
    City: Salvador

    Baía de São Salvador, fronteiro ao porto do Salvador
    Salvador, BA, 40301-110


  • Lat: 12 58' 12''S | Lon: 38 31' 5''W




  • 1806 (c.): 46 peças antecarga, de alma lisa, de bronze e ferro, dos diversos calibres.
    1863: 30 peças do calibre 32.
    1912-1915: foi artilhado com canhões Krupp 75 L/28 e 8 c/c e Withworth.

  • Sua construção é em cantaria de arenito até a linha de água e o restante em alvenaria de pedra irregular. Possui teto em abóboda de berço. No seu interior podem ser encontrados bancos embrechados de conchas.
    A nova obra tem a planta no formato circular, constituindo-se num torreão central de 15 metros de altura, envolvido por um anel formado pelo terrapleno perimetral, com a mesma altura. No interior do torreão central localizam-se os Quartéis da tropa e a Cisterna, e no interior do terrapleno perimetral, a Cozinha, as dependências do Comandante, e o Corpo da Guarda. Estas salas, retangulares, têm cobertura em abóbada de berço, e exceto as situadas à direita do portão de entrada, não tem comunicação entre si, apenas o vão da porta que se abre para o corredor circular separando o anel perimetral do terrapleno central. A construção é em cantaria de arenito até a linha d'água e o restante em alvenaria de pedra irregular, rara no país, uma vez que se encontra completamente dentro do mar, como o Forte da Laje no Rio de Janeiro.
    O "Relatório do Estado das Fortalezas da Bahia" ao Presidente da Província (03/ago/1863), dá-o como reparado (ROHAN, 1896:51), citando: "(...) É circular, à barbeta, com o desenvolvimento de 1.212 palmos (...)".

  • Foi reconstruído em 1728.
    Sofreu reparos no governo do Vice-rei D. Marcos de Noronha e Brito (1806-08).
    Em 1880 sofreu reparos para acantonar um destacamento de Artilharia (GARRIDO, 1940:90).
    Após quatro décadas de fechamento, foram procedidos trabalhos de restauro (1978-1983) pelo IPHAN.
    Suas dependências internas foram novamente restauradas em 1989.




Print the contents


Register your email to receive news on this project


Fortalezas.org > Fortification > Fort of Nossa Senhora do Pópulo e São Marcelo